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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Píxels da Semana #104

Prepare-se para os seus pitacos gamísticos semanais favoritos!

-FIFA 13 já vendeu mais de 350 mil unidades no lançamento americano!

-Diretor da franquia Halo diz que não pretende colocar suporte ao kinect para o Halo 4.

-Metal Gear Solid vai para as telonas! Hideo Kojima, criador da série, está por trás do projeto também.

-Nintendo anuncia jogos que estarão presentes no lançamento do Wii U:

  • Assassin's Creed III
  • Batman: Arkham City Armored Edition
  • Call of Duty: Black Ops 2
  • Darksiders II
  • Disney's Epic Mickey 2: The Power of Two
  • ESPN Sports Connection
  • FIFA Soccer 13
  • Game Party Champions
  • Just Dance 4
  • New Super Mario Bros. U
  • Ninja Gaiden 3: Razor's Edge
  • Nintendo Land
  • Rabbids Land
  • Scribblenauts Unlimited
  • Sing Party
  • Skylanders Giants
  • Sonic & All-Stars Racing Transformed
  • Tekken Tag Tournament 2 Wii U Edition
  • Transformers Prime
  • Warriors Orochi 3 Hyper
  • Wipeout 3
  • Yours Shape: Fitness Evolved 2013
  • ZombiU
E ainda na época do lançamento, também sairão outros jogos como Rayman Legends, 007 Legends, Mass Effect 3, Pikmin 3 e Marvel Avengers: Battle For Earth.

Lançamentos da Semana
Playstation 3
-FIFA Soccer 13
-Dead or Alive 5
-Pro Evolution Soccer 2013
-The Testament of Sherlock Holmes
-Wipeout 3

Xbox 360
-FIFA Soccer 13
-Dead or Alive 5
-Pro Evolution Soccer 2013
-The Testament of Sherlock Holmes
-Wipeout 3
-Angry Birds Trilogy

Wii
-FIFA Soccer 13
-Wipeout 3
-Disney's Princess: My Fairytale Adventure

DS
-Kart Krashers

3DS
-FIFA Soccer 13
-Angry Birds Trilogy
-Dsney's Princess: My Fairytale Adventure
-Wipeout 3
-Hotel Transylvania

Vita
-FIFA Soccer 13
-Table Ice Hockey

Review #37 - Tekken Tag Tournament 2

Aqui estou eu de novo para trazer uma análise descontraída, irreverente e feliz (assim como o escritor da mesma nos últimos dias). Sem mais me alongar nesta apresentação completamente (in)dispensável, vamos a review do mais novo game da mais bem sucedida franquia de jogos de luta em 3D: Tekken Tag Tournament 2!


Ficha Técnica:

Produtora: Namco Bandai Games
Distribuidora: Namco Bandai Games
Gênero: Luta
Data de Lançamento: 11 de Setembro de 2012
Plataformas: Arcade, PS3, X360 e Wii U (posteriormente)



Apresentação: 10
Gráficos: 10
Som: 9,0
Jogabilidade: 10
Diversão: 10
Replay: 9,0
NOTA: 10


Você já ouviu falar de Tekken, não? Um dos mais renomados jogos de luta de todos os tempos e uma das franquias com mais fãs ao redor do mundo volta na sequência de seu primeiro spin-off (spin-off = saga paralela à saga principal, normalmente traz muitos personagens mortos de volta à vida para integrar o plantel de personagens jogáveis no game). Lançado em 2000, "Tekken Tag Tounament" trazia personagens dos Tekken 1, 2 e 3 e mais alguns personagens novos. 

Tekken Tag Tournament 2 trouxe um total de 59 personagens jogáveis, cada um com seus movimentos, imagens, personalidades e propósitos. Ao contrário do resto da série Tekken, seus spin-offs (Tag Tournaments 1 e 2) não possuem enredo. É basicamente uma oportunidade para os fãs criarem as mais diversas duplas para destruir tudo possível no cenário.




Agora, deixando o fanatismo de lado (Tekken é a minha segunda franquia preferida), vamos falar da parte técnica. A apresentação, como em todos os games da série, é impecável! Menus limpos, didáticos e sem complicação, como um bom jogo de luta deve ser.

Os gráficos foram uma grata surpresa para mim. Os personagens estão MUITO bem desenhados, suas expressões faciais mudam de acordo com o "calor" da luta e tanto os músculos dos homens quanto as curvas das mulheres foram muito bem focados para aumentar o "sex-appeal" dos personagens. Uma coisa interessante de Tag Tournament 2 é que o personagem sofre a ação do ambiente (se você está em cenário de água, o personagem se molha, já em um cenário com lama, ele se sujará).


Isso é o Brasil!!


O som segue o padrão da série: Muito bom em momentos de combate e muito ruim em momentos de menus. Porém, o melhor fator sonoro desse game é a dublagem. Eles se importaram em colocar cada personagem falando a sua língua nativa (Eddy fala português do Brasil, Lili fala francês, Jin fala japonês, Miguel fala espanhol etc.).

A jogabilidade de Tekken sempre foi um dos pontos fortes da série e dessa vez a Namco levou a sério esse quesito. Cada personagem possui seus próprios movimentos (alguns são parecidos, como Eddy e Christie ou Roger Jr. e Alex, mas possuem leves diferenças) e combos. Uma sequência avassaladora de combos leva tempo para ser aprendida e, por isso, o jogo pode ser meio frustrante no começo, mas isso deve ser levado como um desafio a ser batido.

O jogo também conta com um brilhante modo de customização. Onde você pode mudar o cabelo, roupa, telão de entrada, aura e a até o ki do seu personagem para como você bem entender. Esse modo de customização contará com roupas dos personagens de renome da Nintendo na versão do Wii U.


Versão do Wii U contará com os personagens da Nintendo!


Interessante também é o personagem Combot. Esse é um robô que pode ter não só as roupas, mas como os movimentos customizados também. Basta jogar o modo "Fight Lab", onde você progride em missões para abrir movimentos de outros personagens, para assim criar um personagem "quimera" que pode ser invencível para quem o usa.

Tekken Tag Tournament 2 é um jogo nota dez! Com alguns pontos que me incomodaram, como as músicas de fundo repetitivas, mas eles não tiram a magnitude do game. Este game é simplesmente incrível! Recomendado para ecléticos em games, essencial para fãs de games de luta e obrigatório para os fanáticos pela série Tekken. 




quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Deja Vú #45

O Deja Vú de hoje vai relembrar um jogo que traz muita nostalgia a esse humilde blogueiro que vos escreve, pois fez parte da minha infância.
Lançado em 2001 para Playstation, Spider-Man 2: Enter Electro é a continuação do primeiro game do cabeça de teia para PS1, N64, Dreamcast e Game Boy Color. A história, como sempre, se passa em Nova York, e o principal vilão do jogo é o Electro, mas existem outros tradicionais inimigos ao longo da aventura, como o Homem de Areia, Lagarto, Shocker e Cabeça de Martelo.

A história também conta com aparições do Fera, Professor Xavier e Vampira, que ajudam o amigão da vizinhança a impedir Electro de conseguir uma fonte inesgotável de poder. Vou contar um pequeno spoiler, mas que vale a pena pela curiosidade: a batalha final era originalmente no topo das torres gêmeas do World Trade Center, entretanto depois do atentado terrorista de 11 de setembro, o jogo foi relançado e com um final diferente, para não fazer alusão às torres.
Spider-Man 2: Enter Electro era um game linear, mas as fases não. Vários estágios parecem até ser open-world, e é possível se movimentar livremente para qualquer lugar dentro dos limites da fase. Os inimigos estão bem espalhados, e por vezes é necessário enfrentar diversos capangas de uma vez, dando um quê de hack 'n slash ao jogo. A jogabilidade é excelente e permite você fazer vários golpes diferentes para lutar. Apesar dos inimigos serem facilmente derrotados no começo do game, ao longo das fases, eles vão ficando proporcionalmente mais difíceis.

Um aspecto que proporciona bastante vida útil ao jogo são os extras e desbloqueáveis. Existem várias fantasias diferentes, e inúmeros códigos que destravavam coisas interessantes ou bizarras, como o Homem Aranha com cabeça enorme ou invencível, ou com teia ilimitada, entre outras coisas. 
Para os fãs do cabeça de teia, Spider-Man 2: Enter Electro é uma ótima maneira de se divertir, apesar de ter algumas falhas que são perdoáveis num jogo de super herói. Não é um game tão conhecido do PS1, mas vale a pena jogar, e até lembra os games atuais, mas sem os vastos mapas exploráveis e uma cidade realista que vemos nos jogos novos do Homem Aranha.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Boteco Filmes #3 - A eterna trilogia de Frankenstein


Existem certos filmes que ficam para sempre. A trilogia de Frankenstein é um deles. Feita na época em que o cinema ainda estava engatinhando em tecnologia, interpretação e efeitos especiais no mundo da imagem preto e branco, esta incrível obra supera as dificuldades de seu tempo. Iniciada em 1931, com o filme “Frankenstein”, o mundo conheceu uma nova forma incrível de se fazer cinema. Incríveis interpretações, cenas emocionantes, engraçadas, e cheias de sentimento.
Embora não completamente fiéis, os filmes se baseiam na obra literária “Frankenstein”, de Mary Shelley, escrito em 1818. Foram os responsáveis pela primeira explosão de fãs do monstro, que teria várias adaptações ao cinema até os dias atuais, sendo uma das mais conhecidas e famosas matrizes de horror do cinema. Vale uma consideração: Frankenstein era o nome do Doutor criador da criatura, Henry Frankenstein. A criatura ficou conhecida como tal por ser considerada como um filho de Henry. Na época, todos os membros de uma família eram considerados pelo sobrenome. Com a criatura, acontece a mesma coisa.
Para não estragar o suspense, só vou dar bastantes informações sobre o primeiro filme. Afinal, os outros dois são a continuação desta obra.
Frankenstein (1931)

 
 
Frankenstein
Lançamento - 1931 (71min).
Dirigido por -  James Whale.
Estrelando – Boris Karloff, Colin Clive, Mae Clarke, John Boles.
Gênero – Horror.
Estados Unidos, por Universal Pictures.


“Em um pequeno vilarejo da Alemanha nos limiares do séc. XIX para o XX,  Doutor Henry Frankenstein é conhecido por suas loucas experiências científicas, obstinado a conseguir o seu tão sonhado objetivo: Criar vida humana a partir de cadáveres, selecionando as melhores partes de cada um. Fritz, seu assistente corcunda e até um pouco abestalhado é o encarregado de colher o último órgão necessário para se criar o monstro: O cérebro. Fritz vai até a Faculdade de Medicina da região e traz ao doutor um cérebro de um antigo criminoso que havia morrido recentemente. Sem nenhum dos dois saberem do fato, Doutor Frankenstein monta sua obra, mesmo com a relutância de sua família, em especial sua noiva, seu pai e um médico da região. Preocupados com sua saúde, vão até o laboratório de Frankenstein, onde a experiência está quase pronta. Todos entram, e esperam o tão aguardado final, o sopro de vida que faltava ao corpo inanimado: A eletricidade dos raios de uma tempestade que assolava a região no momento. A ciência se faz eficaz, e se cria a vida. A criatura possui comportamento estranho, as vezes é bondosa, outras vezes é um criminoso de alto nível. E é ai que Doutor Frankenstein suspeita que cometeu o maior erro de sua vida.”
Nesse filme o enredo é apresentado de forma simples mas profunda. A interpretação de Frankenstein por Boris Karloff é lembrada até hoje como impressionante. Possui momentos de alta emoção e profundidade, mostrando o lado mais singelo, inocente e também mais perverso do monstro. Ai vai o trailer deste filme, bem típico dos anos 30:
A Noiva de Frankenstein (1935)
Movie poster with the head of Frankenstein's monster at the center, looking forward with a somber expression. Elevated above him is a woman looking down towards the center of the image. Near the bottom of the image is the Bride of Frankenstein, looking off to the right of the image as her hair surrounds the head of Frankenstein's monster and the body of the woman. Text at the top of the image states "Warning! The Monster Demands a Mate!" The bottom of the image includes the film's title and credits.


The Bride of Frankenstein
Lançamento - 1935 (75min).
Dirigido por - James Whale.
Estrelando – Boris Karloff, Colin Clive, Elsa Lanchester, Ernest Tresiger.
Gênero – Horror.
Estados Unidos, por Universal Pictures.



“Alguns anos se passam desde que o monstro criado pelo doutor Henry se tornou famoso na região, causando males e medo a todo o vilarejo. O doutor e sua família já sofreram demais com a criação, mas nada que impeça Dr. Frankenstein de criar sua mais nova ideia: Uma noiva para seu monstro.”
É o filme mais profundo da trilogia. Permite ao monstro um desenvolvimento da personalidade, da fala e das ações mais naturais do ser humano . Uma das melhores cenas que eu já vi no cinema preto e branco estão neste filme. O monstro se encontra com um ancião cego, violinista, em uma cabana no meio na floresta. O choque entre os dois diferentes personagens é espetacular. Ai vai o trailer:
O filho de Frankenstein (1939)



Son of Frankenstein
Lançamento - 1939 (99min).
Dirigido por -  Rowland V. Lee.
Estrelando – Boris Karloff, Basil Rathbone, Béla gosi, Lionel Atwill
Gênero – Horror.
Estados Unidos, por Universal Pictures.



“Muitas décadas atravessam a história desde que Doutor Frankenstein criou seu monstro. Seu filho, o  Barão Wolf von Frankenstein volta com sua família ao vilarejo em que seu pai morava na esperança de rever amigos, parentes e a história de sua tão famosa família. Mas o que descobre é que a obra de seu pai colocou fim à prosperidade, paz e felicidade de toda a região. Descobre que agora a família Frankenstein é odiada por todos.”
Embora seja o filme com menos ação da trilogia, não deixa de ser fantástico. Possui os melhores diálogos, uma volta ao enredo do primeiro filme e tem um toque de sensibilidade incrível, com um brusco e rápido desfecho, que pode até permitir dúvidas sobre o que acontece realmente. Uma trilogia fechada com chave de ouro. O trailer está abaixo:
Os filmes podem ser encontrados no Youtube e também no Telecine Cult, que exibe algumas vezes esta trilogia.
O mais importante destes filmes é o confronto entre o criador e a criatura, nos fazendo pensar até onde a criação se subjuga ao criador, e quando está irá se rebelar. Uma trilogia já escrita no grosso livro dos maiores clássicos da história do cinema. Já pegaram a pipoca?!


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Parabéns, Big N!


Atualmente a pessoa mais velha do mundo - pelo menos oficialmente - é a americana Besse Cooper, de 116 anos. Quando essa mulher nasceu, o mundo era bem diferente. O esporte mais popular no Brasil era o críquete, e você nem deve saber o que é isso. Ninguém sabia quem era Hitler, Einstein, Mandela, Chaplin, John Lennon, Freud e hoje não imaginamos o mundo sem eles. Contudo havia uma empresa naquela época que sobreviveu ao tempo e ainda existe.

Fundada por Fusajiro Yamauchi em 23 de setembro de 1889, a Nintendo Koppai era uma fabricante de um popular jogo de cartas japonês chamado hanafuda. E esse jogo prosperou bastante, até que a empresa se tornou uma das maiores do ramo no Japão, começou a produzir em massa e em 1956, o neto do fundador, Hiroshi Yamauchi, visitou os Estados Unidos e veio de lá com uma parceria para fazer cartas com os personagens da Disney.

Entretanto ele não estava satisfeito apenas em manufaturar cartas. A partir de 1963 até 1968, a Nintendo mudou de nome e passou a experimentar outros negócios. Aliás, Nintendo significa "deixe a sorte para o céu" em japonês. Nesse período, a empresa teve uma companhia de táxis, uma rede de motéis, uma empresa de alimentação, e fabricou desde macarrão instantâneo até utensílios domésticos. Nenhuma dessas tentativas foram bem-sucedidas, então a Nintendo partiu para o ramo de brinquedos, emplacando seu primeiro sucesso com a Ultra Hand, um braço mecânico extensível para crianças, desenvolvido por ninguém menos que Gunpei Yokoi - criador do Game Boy.

E foi em 1974 que a Nintendo começou a ser o que nós conhecemos hoje, quando ela distribuiu o Magnavox Odyssey no Japão. Seu primeiro hardware próprio foi o Color TV Game, de 1977. Três anos mais tarde, veio o Game And Watch, seu primeiro console portátil, e no ano seguinte um jovem chamado Shigeru Miyamoto criou o arcade Donkey Kong, apresentando ao mundo um simpático personagem. Sabe o Mario? Então...

O resto você sabe. NES, SNES, N64, Game Cube, Wii, Wii U, Game Boy, DS, entre vários outros produtos de sucesso. Claro que a Big N também já se deu mal, e o melhor exemplo disso é o Virtual Boy, que é o maior fracasso da Nintendo na era dos games. Porém para uma empresa que já teve até rede de motéis, isso não foi nada. O incrível é ver como um nome tão conhecido no mundo todo tem uma história tão longa, obscura e desconhecida. Poucas empresas chegaram a 123 anos, então a Nintendo está de parabéns!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Píxels da Semana #103

Mais uma edição do seu periódico semanal gamer!

-Diretor da franquia afirma que Halo 4 está 99% pronto!

-Ubisoft não vai lançar Far Cry 3 no Wii U!

-Segundo a Sony, o Playstation 3 terá apoio até pelo menos 2016! Será que isso quer dizer que não veremos o PS4 até lá ou ela continuará apoiando mesmo após o lançamento do sucessor?

-Ainda sobre o console: a Sony anunciou um novo modelo do PS3! O Superslim, que virá em uma versão de 250GB com Uncharted ou 500GB com Assassin's Creed 3, e será lançado no dia 25 de setembro na América do Norte.

-O PS Vita terá duas novas cores: vermelho e azul. Ambas estarão nas lojas em 25 de novembro!

Lançamentos da Semana
Playstation 3
-Borderlands 2
-F1 2012

Xbox 360

-Borderlands 2
-F1 2012
-Kinect Nat Geo Tv
-Kinect Sports: Ultimate Collection
-Kinect Sesame Street Tv
-Harley Pasternak's Hollywood Workout

Wii
--Kirby's Dream Collection: Special Edition
-La-Mulana
-Harley Pasternak's Hollywood Workout

DS
-Retro Pocket
-Hotel Transylvania

Vita
-LittleBigPlanet PS Vita

Destaque da semana: agora no final de setembro os bons jogos começam a ser lançados, e a seca de lançamentos acaba finalmente! Praticamente toda semana vai ter jogos bons até o ano que vem.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Review #36 - New Super Mario Bros. 2

Lançado no dia 19 de Agosto para Nintendo 3DS, New Super Mario Bros. 2 deixou os fãs do bigodudo loucos quando foi anunciado na última E3, e a expetativa foi alta. Será que elas foram atendidas? Veremos!

Ficha técnica:

Produtora: Nintendo EAD
Distribuidora: Nintendo
Gênero: Plataforma
Data de lançamento: 19 de Agosto de 2012
Plataforma: Nintendo 3DS

Apresentação: 9,5
Gráficos: 10
Som: 9,0
Jogabilidade: 9,0
Diversão: 9,5
Replay: 8,0
NOTA: 9,0


Quem nunca jogou Mario que atire a primeira pedra. Todos conhecem os bons e velhos jogos side-scrolling do bigodudo, e sabem que esses são parte dos maiores clássicos dos videogames.
Ao lançar New Super Mario Bros. 2, a Nintendo quis manter o carisma da série "New", que reviveu o classicismo dos consoles 8-16 bits no DS e no Wii. O jogo apresenta uma proposta nova, um Mario "megalomaníaco", em que a coleta de moedas virou um dos principais objetivos do jogo. Antes do lançamento, era clara a abundância de moedas no jogo, e isso, somado com a vinda dos novos power-ups, deu uma cara ao título de algo diferente. Pena que não é bem assim.


                                                           Trailer do jogo divulgado após a E3

Depois de jogar um pouco do jogo, você percebe que ele não é nada mais nada menos do que os mesmos New Super Mario Bros. lançados antes, com fases reformuladas e apenas alguns toques de novo. Claro, os mundos secretos, as fases dos canhões (incríveis) e os novos power-ups trazem diferenciais, mas é praticamente o mesmo jogo. E isso é meio triste, visto que três jogos seguidos da mesma série com poucas alterações não pegam bem...

Ok, mas agora vamos falar de coisa boa!

A apresentação do jogo é ótima (afinal, quem não ficaria com uma capa linda como essa?). Os menus são simples e fáceis de entender, assim como a história clássica em que a Peach é raptada... pelos filhos do Bowser. Esperava o papai como malvadão, né? Han han, pois é!


O sistema de coleta de moedas é realmente empolgante. Além de aumentar o replay com as mensagens animadoras da Nintendo via SpotPass da quantidade mundial de moedas já coletadas (e com o seu orgulho), existe o Coin Rush, modo especial em que você deve correr por três fases sortidas do jogo com tempo limitado, com o objetivo de pegar a maior quantidade de moedas possível. E os seus recordes do Coin Rush  são transmitidos via SpotPass - mais ou menos como os ghosts do Mario Kart. As três moedas especiais de cada fase, já vistas antes, também estão lá para colaborar com o replay.

Os destaques vão também para os novos power-ups:
Golden Flower: Mario se torna dourado e atira bolas de fogo douradas, que transforma quase tudo pela frente em moedas.
Golden Block: Mario enfia sua cabeça dentro de um bloco de tijolo dourado e acumula moedas enquanto anda. Quanto mais rápido, mais moedas.
Super Leaf: Sim, a boa e velha folha do Super Mario Bros. 3! Vem de brinde com um barulhinho irritante, mas que todos amam.
Gold Super Leaf: Essa é polêmica. Após morrer algumas vezes seguidas, um bloco com a Gold Super Leaf aparece na fase. Ela o torna invencível até o fim do nível. Parece que a Nintendo o criou para facilitar o jogo pros gamers casuais... Ainda bem que é opcional, pois o jogo fica muito fácil com ela.
Os power-ups presentes no primeiro jogo, assim como as moedas vermelhas, estão lá. Mas é importante dar destaque também ao anel dourado, que transforma tudo em fonte de moedas por um tempo limitado.


Os gráficos são excelentes para o 3DS. Possui alguns serrilhados, mas isso é questão do hardware, e não do desenho do jogo. Sem contar o efeito 3D. Aí você me pergunta: "Mas Murilo, se o jogo é em 2D, o que o 3D do 3DS vai mudar?". É amigo, o jogo tem um efeito sutil de 3D, em que ele "embaça" o cenário do fundo, dando uma impressão de distância e trazendo um charme ao jogo. Tirando isso, realmente, não tem muito uso mesmo. Mas não deixa de contar pontos.

O som também é incrível, com as melodias empolgantes da série "New". Só não é digno de um 10 por reformular as músicas da série e possuir apenas uma faixa nova significante, a título. E claro, prepare-se para ouvir muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuitos sons de moedas.


Ah sim! O tão falado modo multiplayer. O jogo permite jogar o modo carreira em co-op, com Mario e Luigi. Não joguei muito em multiplayer (o jogo não permite Download Play), mas o pouco que joguei deu para perceber que o modo é meio confuso. Mas, ainda sim, dá para se divertir.


New Super Mario Bros. 2 é um jogo excelente, mas que parece que não foi feito para a plataforma que pertence. Não é como Super Mario 3D Land, por exemplo, que fica perfeito com a função 3D. Além disso,  o jogo é mais do mesmo, por isso é só aconselhável para os verdadeiros fãs de Mario. Ou para quem quer uma diversão descontraída de vez em quando.
Atendeu às expectativas? Fica ao critério de vocês! Faça seu comentário!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Deja Vú #44 - International SuperStar Soccer

A sessão nostálgica de hoje vai falar de um jogo que deve trazer lembranças a muitos dos leitores do blog!
Lançado em 1998 para Playstation e Nintendo 64, apesar das duas versões serem completamente diferentes, International Superstar Soccer foi um dos pilares de seu gênero. Sem essa série, que surgiu um ano antes, talvez não existiriam jogos desse estilo como nós os conhecemos. O game foi desenvolvido pela Konami Computer Entertainment Osaka - e a versão de PS1 foi feita pela Konami Computer Entertainment Tokyo.

International Superstar Soccer não tinha licença da FIFA, mas possuía alguns jogadores e seleções licenciados, apesar de que a maioria dos jogadores tinham nomes fictícios. Entre os times, estavam alguns dos países que participaram da Copa da França, em 98 - aquela mesma em que o Brasil perdeu a final mais sombria de todos os tempos - como Alemanha, Itália, Argentina, EUA, Japão, México, Inglaterra, Espanha, Coreia do Sul, Colômbia e, claro, Brasil e França.
International Superstar Soccer é o pai de Winning Eleven e avô de Pro Evolution Soccer, todos produzidos pela Konami. Daí a importância do jogo para o gênero de games de futebol. ISS apresentava, já naquela época, vários modos de jogo como amistosos, ligas, copas, disputas de pênaltis e treinamentos.

Houve uma grande evolução gráfica do SNES pro N64/PS1, que possibilitou várias melhorias nos jogos de futebol, tornando eles mais realistas e melhorando a jogabilidade, pois os novos gráficos tridimensionais da época acabaram contribuindo muito nesse quesito, não só nos games de futebol, mas em todos os gêneros.
Se jogos como FIFA e PES fazem sucesso hoje, isso se deve aos primórdios do futebol nos consoles, e o game que começou a popularizar o gênero foi International Superstar Soccer. O Deja Vú foi sobre o ISS98, mas também se refere a toda  a série, que durou até 2003. O jogo teve uma excelente recepção, e ganhou notas como 8 da EGM e 87% do Gamerankings.

O que mais podemos falar de uma série que foi responsável pelo nascimento do mito Allejo, não?

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A diferença entre ser ista e ser fag

Existe muita discussão sobre a questão se vale a pena ser ista ou não.  Entretanto, esta, normalmente, é causada pela falta de esclarecimento das pessoas sobre a diferença entre ser ista e fag. Eu, por exemplo, sou nintendista, sonysta e caixista (Microsoft). Como? Eu explico.

Tanto a Nintendo quanto a Sony quanto a Microsoft fazem trabalhos que, cada uma por seus próprios méritos,  merecem ser aplaudidos de pé. Deste modo, é ista todo aquele que reconhece e aprecia o esforço da empresa para deixar seus consumidores felizes. Existe o problema, porém, de alguém achar o trabalho de uma das empresas tão bom que abrem mão da liberdade de escolha para comprar apenas os consoles e portáteis de uma delas. Esse é conhecido como Nintendofag, Sonyfag ou Microsoftfag. Acima eu disse problema pois quando alguém decide se tornar fag, defende a todo custo uma empresa e pega o console dela mesmo sabendo que o da concorrência é melhor.

Desse modo, deixo aqui um conselho deste humilde blogueiro parafraseando o chefe. Não se torne fag. Mesmo que você goste mais de uma empresa do que de outra saiba reconhecer os pontos em que a outra é melhor e reconhecer quando um console é melhor que o outro. Não há nada demais em gostar mais de uma empresa do que da outra. Mas abrir mão da sua liberdade de escolha sem ganhar nada com isso é muito, muito ruim.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Wii U: tiro no pé ou sacada de mestre?

Estamos acostumados a ter gerações bem definidas, e quando uma geração acaba a outra começa logo em seguida, sem dúvida nenhuma. Mas parece que a Nintendo resolveu mudar um pouco essa lógica e lançou dois consoles na mesma geração. Ou será que ela encurtou a geração lançando um videogame da próxima?
Não é possível negar que o Wii U é o assunto do momento no mundo dos games. Geralmente quando um console é lançado, logo os concorrentes saem junto e acabam dividindo os holofotes. Mas dessa vez, o Wii U foi anunciado e por enquanto não há sinal de um Playstation 4 ou Xbox 720. Apesar de vários rumores pipocarem na internet, ainda não existe nada concreto por parte da Sony ou da Microsoft, muito pelo contrário: ambas dizem que pretendem manter seus consoles atuais por vários anos ainda.

Entretanto o Wii U ainda é um grande mistério. Apesar do nome, parece que ele não tem a mesma proposta do antecessor, e pretende ampliar seu mercado para conquistar o público hardcore que havia perdido espaço no Wii, mas sem abrir mão dos casuais. Pode ser que essa missão seja difícil, mas todos sabemos do histórico da Big N.
A Nintendo é especialista em inventar coisas e revolucionar o jeito de se jogar. Foi assim quando ela salvou os videogames com o NES (não fosse pelo Nintendinho, talvez não teríamos consoles caseiros... mas isso é história para outro post), foi assim com o Game and Watch, foi assim com o Virtual Boy (apesar dele não ter dado lá muito certo, convenhamos...), foi assim com o Nintendo 64 e seus gráficos tridimensionais, foi assim com o DS e sua touchscreen e também com o Wii.

Agora a Big N tenta inovar mais uma vez com o Wii U. Ela tem crédito, todos sabemos de seu potencial e sabemos que é difícil ela fazer bobagem. Contudo na opinião desde humilde blogueiro que vos fala, talvez esse tiro saia pela culatra. Posso estar redondamente enganado, mas não estou botando muita fé no Wii U. Ele terá de brigar com dois concorrentes que já estão no mercado há anos e com uma biblioteca de jogos muito maior, e quando os consoles da próxima geração chegarem, podem surpreender o Wii U, que apareceu cedo demais.
Claro que o Wii U pode acabar se tornando um sucesso, assim como seu antecessor, e furar minhas previsões, mas também existe a possibilidade de ele não ser bem-sucedido. Vamos aguardar e ver o que acontece...

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Píxels da Semana #102

Essa semana não teve muita notícia que não fosse relacionada ao novo console da Big N, mas vamos a elas!

-A Nintendo revelou vários detalhes sobre o Wii U! Ele será lançado em 18 de novembro nos EUA e custará 299 dólares!

-Darksiders 2 foi confirmado para Wii U!

-Bayonetta 2 será exclusivo do novo console da Nintendo!

-Os desenvolvedores de Fallout estão trabalhando em mais um RPG!

-Professor Layton vs Ace Attorney será lançado no dia 29 de novembro no Japão, e ainda não há nada confirmado sobre um lançamento ocidental...

Lançamentos da semana
Playstation 3
-Tekken Tag Tournament 2
-NHL 13

Xbox 360

-Tekken Tag Tournament 2
-NHL 13
-NBA Baller Beats

DS
-Bookstore Dream
-Finding Nemo: Escape to the Big Blue Special Edition

3DS
-Finding Nemo: Escape to the Big Blue Special Edition
-Fractured Soul
-Heavy Fire: Special Operations 3D

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Novidades sobre o Wii U

A Nintendo revelou várias informações sobre seu próximo console no evento Wii U preview. Vamos fazer um resumão para você entender melhor como será o sucessor do Wii!
O Wii U será lançado no dia 18 de novembro nos EUA e 8 de dezembro no Japão. O preço inicial do console de 8GB será bem salgado, mas é justificável por ser lançamento: 299 dólares. Também haverá um pacote de 349 doletas, que virá com 32GB, Nintendo Land e alguns acessórios extras. A Big N confirmou alguns jogos que estarão no lançamento japonês e a line-up é muito boa. Entre os games estão Assassin's Creed 3, Monster Hunter 3 Ultimate, Batman Arkham City, New Super Mario Bros U, Nintendo Land, Ninja Gaiden Razor's Edge, Warriors Orochi 3 Hyper e ZombiU.

Os games do Wii U custarão cerca de $60, mas aqui no Brasil graças aos impostos, esse preço será bem mais alto infelizmente. Vários títulos de peso também foram confirmados, mas não para o lançamento, como Epic Mickey 2: The Power of Two, que deve sair no fim do ano, Call of Duty: Black Ops 2, 007 Legends, Wipeout 3, Transformers Prime, Aliens: Colonial Marines, Scribblenauts Unlimited, Tekken Tag Tournament, Bayonetta 2 - que será exclusivo - e a Nintendo prometeu 50 jogos até março de 2013.
Outra novidade interessante é o TVii, serviço que permitirá os jogadores assistirem canais de TV pelo Wii U, e vai integrar o Netflix e Hulu com redes sociais como Facebook e Twitter, e você vai poder ver o que seus amigos estão assistindo, gravar programas e criar uma lista de favoritos. Pelo seu perfil, a Big N também vai sugerir alguns programas e através do Gamepad será possível ver vários detalhes sobre a programação. A notícia ruim é que por enquanto isso não estará disponível no Brasil.

Parece que a Nintendo está investindo forte em seu novo console, e pretende entrar na briga e bater de frente com a concorrência. Até o analista Michael Pachter, que nunca botou muita fé na Big N se disse surpreso com o Wii U. Vamos aguardar por mais informações e pra ver como o novo videogame da Nintendo vai se sair...

Review #35 - Darksiders II

Oi, galera! Hoje o melhor vocalista redator de games que eu conheço traz para vocês a review de um jogo muito recente: Darksiders II. Então dá uma pausa na música que você está ouvindo e preste atenção, porque vou dessecar esse jogo para vocês (ou pelo menos, tentar, já que ainda não zerei).





Ficha técnica:

Produtora: Vigil Games
Distribuidora: THQ
Gênero: Hack and Slash
Data de Lançamento: 13 de Agosto de 2012
Plataformas: PC, X360, PS3 e Wii U (Posteriormente)


Apresentação: 9,0
Gráficos: 9,5
Som: 10
Jogabilidade: 10
Diversão: 9,5
Replay: 9,0
NOTA: 9,5
                                                                                                   




Caso você não esteja familiarizado com o universo de Darksiders, farei um resumo parecido com aquele que fiz de Fallout. Darksiders conta a história da guerra entre Céu e Inferno desde a criação de tudo. Um grupo mediador (The Charred Council) cuida de manter o equilíbrio para que nenhum dos lados se sobressaia. Para faze-lo eles utilizam os Quatro Cavaleiros do Apocalipse, sendo eles War, Death, Strife e Fury. 

E é no meio disso que Darksiders II se passa. Após War ter sido condenado pelo Charred Council por seus crimes, Death começa a ignorar quaisquer ordens dadas à ele para procurar o verdadeiro criminoso e provar a inocência de seu irmão. Assim, ele acorda em Forge Lands, terra povoada pelos Makers, que são os criadores (não diga!) de tudo que é conhecido. Os Makers selam um pacto com Death para ambos atingirem seus objetivos (esses que são explicados ao longo do jogo).



Enredo nem um pouco original, não é? Pois é, toda a parte técnica do jogo segue o mesmo preceito. Se você já jogou "God of War", "Prince of Persia" e "Legend of Zelda" vai notar uma semelhança atormentadora de Darksiders II com esses três jogos. O jogo é basicamente uma fusão dos três jogos citados com elementos tímidos de RPG. A apresentação do game deixa um pouco a desejar, não existe nada de especial além do loading do último save. Este resume a história do jogo até onde você jogou.

Os gráficos são bonitos, porém muito inspirados (diria até copiados) de um RPG chamado "Kingdoms of Amalur: Reckoning". Você vai encontrar poucos defeitos gráficos e eu até agora não encontrei nenhum bug no jogo. A parte gráfica e física do game está realmente muito boa.



O som segue a mesma qualidade dos gráficos. Cada compasso da belíssima trilha sonora foi escolhido a dedo pela equipe de som. Nos combates, seus ouvidos banham-se em prazer ao escutar as músicas e nas partes mais calmas, ou de cavalgada em campinas as músicas ambientes são como um banho para a alma. O som é, sem dúvida alguma, nota dez!

A jogabilidade é igual a qualquer bom hack and slash. Uma mira, armas super poderosas, uma quantidade estratosférica de combos violentíssimos que te permite mandar os inimigos para o beleléu para que eles nunca mais retornem. Se você jogou "God of War" ou "Devil May Cry", vai achar cada parte da jogabilidade muito familiar.



O jogo te proporciona muita diversão. Quem gosta de combate, vai ter combates épicos. Quem gosta de puzzles, terá que pensar bastante para passar de determinadas partes. O game vale muito a pena. Porém, se você é amante de novas experiências e procura originalidade nos games, passe longe deste jogo. Porque Darksiders II é uma compilação de clichês de games, uma excelente compilação, mas é uma compilação gigante.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Boteco Filmes #2 - A justiça nunca… é para todos.


Olá pessoal! O filme de hoje é um daqueles que fazem a gente refletir bastante. “Justiça para todos”, de 1979, é um clássico de Al Pacino que está no topo dos filmes que conseguem como qualquer outro misturar crítica e inteligência, na minha humilde opinião. Se passa nos Estados Unidos da década de 70 para a de 80, e relata a vida de Arthur Kirkland, um advogado único. Desde sua formação acadêmica, Arthur percebeu que a vida de advogado não é aquela que ele sonhava. Trabalha horas a fio todos os dias, pensa em desistir, mas ainda acredita que tudo irá melhorar. Trabalha defendendo casos de pessoas simples, que não podem pagar um bom advogado, e sofre com a pressão do Juiz Fleming, um rígido  conservador que seque todas as regras do direito na mais fina ordem, sempre ignorando o lado emocional e humano dos casos que Arthur leva ao seu julgamento. São inimigos declarados.
Justia Para Todos : foto
Em um momento da história, o juiz Fleming é acusado de estupro e violência sexual por uma jovem, e escolhe Arthur para defendê-lo, o mais qualificado da equipe de advogados. Fleming se sente humilhado, pois precisa da ajuda daquele que tanto desprezava, que considerava como um advogado dos pobres e ladrões. Mas ao mesmo tempo usa Arthur como uma estratégia infalível de defesa. Se o “advogado dos pobres” aceitar o seu caso, todos realmente acreditarão que ele é inocente, afinal, como eram inimigos públicos, o advogado só defenderia Fleming se este realmente fosse inocente.
Anos antes, Fleming condenou um cliente de Arthur defendido com toda a força como inocente. Todas as provas, testemunhas e relatos davam razão à ele. O juiz negou, e o condenou.  Arthur coloca a liberdade de seu cliente como condição para aceitar o caso do juiz.
Basicamente, este é o enredo, o máximo que posso falar sem dar spoilers.
  • Ficha Técnica
     
     
    And Justice for All (Justiça para todos)
    • Lançamento - 1979 (114min) 
    • Dirigido por -  Norman Jewison
    • Estrelando – Al Pacino, John Forsythe e Jack Warden

    • Gênero – Drama e Suspense




 
Mas o principal desse filme está no que acontece na mente de Arthur. É ai que o filme se destaca entre tantos outros que já mostraram cenários de julgamentos e temas parecidos. A grande mensagem de todo o filme é: Será que nosso sistema de justiça realmente está correto? Será que o mais pobre dos pobres e o mais rico dos ricos têm as mesmas oportunidades e chances de ser defendido perante a justiça? Um bandido merece a mesma defesa, o gasto de tempo e de um tribunal do que um inocente?. Ele permeia por estas questões, é um baita “tapa na cara da sociedade”, como diria nosso temperamental colega Datena.
Sua trama aparentemente linear possui momentos de grande emoção, dor, esperança e raiva. Do ponto de vista técnico, o filme conta com boas tomadas de câmera e passagens de cena, mesmo não se destacando em excelência por isso. Sua trilha sonora é razoável, nada fora do comum. Mas sua impressão nas telas é incrível. A interpretação de Al Pacino é perfeita. E o enredo, mais perfeito ainda.
Abaixo o trailer, que só achei no áudio original. Mas nele o que conta mais são as imagens. Dão uma boa ideia do filme em geral!
Ah, mais uma coisinha. O começo desse filme está estre os melhores de todos. É simples, mas genialmente fantástico.
Vale a pena conferir!



segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Ditadura dos gráficos

“Os videogames foram feitos para divertir”. Essa é uma verdade universal que todos conhecemos muito bem, desde quando éramos pequenos gafanhotos, simples jovens jogando nossos queridos videogames e controlando incompreensíveis borrões de píxels na pequena tela de uma TV de tubo. Antigamente, ninguém se importava se o game era em 8-bit ou se não tinha 30 animações diferentes para o mesmo personagem a cada movimento. As pessoas jogavam com o simples e exclusivo intuito de se divertir, sem compromisso.

Mas a tecnologia começou a evoluir cada vez mais em relação à capacidade gráfica dos consoles, os píxels se transformaram em polígonos, e estes começaram a tomar formas mais realistas e definidas, até que hoje sua tia te vê jogando LA Noire e pergunta que filme você está assistindo. Claro que a evolução nos jogos é sempre bem-vinda e abre novos horizontes para os desenvolvedores, afinal vários gêneros como FPS e sandbox seriam inviáveis alguns anos atrás, e hoje dominam as prateleiras.
Essas novidades acabaram deslumbrando demais algumas pessoas, e os gráficos foram, pouco a pouco, conquistando mais espaço até se tornar, para muitos, o aspecto mais importante num jogo. Hoje em dia é normal ouvir críticas a games pelo simples fato deles não apresentarem um visual tão realista quanto outros jogos da geração. Muitos deixam de jogar algum título só porque os gráficos não são bons, sem nem se importar com o fator diversão. Um bom exemplo disso é No More Heroes, para Wii e PS3, que tem um visual notavelmente mal feito.

Na verdade, o game pode ser interpretado como uma crítica a essa febre atual por ter muitas referências a jogos antigos e por seus gráficos serem ruins quase que de propósito. Apesar desse aspecto, o jogo em si é excelente, com personagens cativantes e uma história bem elaborada, mas seria um sucesso muito maior se fosse mais bonito. O que conta mais hoje é um visual impactante, muito diferente de anos atrás, quando as pessoas nem tinham toda essa sensibilidade para julgar os gráficos de um game, tanto que o jogo foi portado para o PS3 mais a diante.
Parece que as pessoas não jogam mais videogames, mas assistem aos jogos, atentos à cada serrilhado que aparece. E a verdade universal do começo do texto está ficando obsoleta e deixando de se tornar verdade. Quando algum jogo aposta na diversão em detrimento dos gráficos, é taxado de casual e infantil, e os tais “gamers hardcore” torcem o nariz, por mais inovador e divertido que o game possa ser. É lógico que todos gostam de um jogo incrivelmente realista, mas será que não precisamos começar a dar mais valor à diversão, assim como fazíamos antes da “ditadura dos gráficos”?

Texto originalmente publicado por mim no Player Two

domingo, 9 de setembro de 2012

sábado, 8 de setembro de 2012

Píxels da Semana #101

Vamos às principais notícias dos últimos sete dias no mundo dos games!

-Bethesda não tem planos para o Wii U ainda... parece que a desenvolvedora não está botando fé no novo console da Big N.

-New Super Mario Bros 2 vendeu 240 mil unidades nos EUA na primeira semana!

-Madden NFL 13 vendeu 1,65 milhão na primeira semana!

-Em 23 de outubro, o PS3 vai receber a trilogia do Killzone em um pacote por 40 doletas!

-PS Vita pode ter sido hackeado! Talvez seja possível usar softwares não oficiais no console em um futuro próximo, o que deve possibilitar uso de pirataria caso a Sony não tome medidas para evitar...

-X360 recebeu DLC exclusiva de Skyrim, chamada Hearthfire!

Lançamentos da Semana
Playstation 3
-ZEN Pinball 2
-Pinball FX 2: Plants vs Zombies

Xbox 360
-Mark of the Ninja
-Pinball FX 2: Plants vs Zombies

DS
-Crazy Hunter

3DS
-Balloon Pop Remix
-Heyawake by Nikoli

Vita
-ZEN Pinball 2

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Deja Vú #43 - Pitfall

Hoje a sessão nostálgica do blog relembra um clássico do Atari!

Lançado em setembro de 1982 para Atari 2600, Pitfall! segue a tendência da época de jogos no estilo plataforma. Ou seja, o game está completando 30 anos de existência e ainda se mantém atual e divertido.
O jogo conta a história de Pitfall Harry, que deve avançar por meio de uma floresta e passar por vários obstáculos e inimigos como buracos, areia movediça, fogo, troncos, cobras, escorpiões, morcegos, entre outros.

Há quem diga que George Lucas se inspirou em Pitfall! para fazer seu sucesso Indiana Jones. O game também lembra muito Tarzan além de ter influenciado vários jogos de plataforma que vieram depois dele. Desenvolvido por David Crane, que começou com um simples esboço de um homenzinho correndo e acabou ficando cerca de 1000 horas programando até que o jogo nasceu.

Pitfall foi inovador por desenvolver gráficos mais realistas de um homem correndo, o que possibilitou a evolução dos platformers. Apesar de hoje não passar de um borrão de pixels, em sua época o game tinha um visual muito bom, e ajudou a dar seguimento a um gênero que foi seguido por nada menos que Mario, Alex Kidd, Sonic e outros jogos memoráveis. Jogos de plataforma atuais também sofrem influências de Pitfall, e até jogos para celular como Temple Run são muito parecidos.

Pitfall foi um grande sucesso em sua época, com bons números de vendas e influencia até jogos atuais. Em 1983 uma série de televisão foi feita baseada na história de Pitfall Harry, apesar dela não ter vingado. Várias sequências e remakes foram feitas para consoles desde Commodore 64 até celulares. E o game continua sendo jogado até hoje, mesmo 30 anos depois de seu lançamento.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Casual, hardcore... afinal, o que seria isso?

Desde o início da geração atual dos videogames e do lançamento do Wii, tem-se observado a necessidade da indústria e dos gamers de rotular os jogos e os consoles entre casual e hardcore. + afinal, o que significa isso?

Existem dois meios de considerar a classificação casual e hardcore: a antiga e a atual. A antiga seria aquela que você utilizava quando era mais novo, que se referia ao gamer. Por exemplo, um cara que passa 10h jogando The Legend of Zelda seria um gamer hardcore, já aquele seu primo que te visitou pra jogar um pouco de Street Fighter com você seria um casual.
Atualmente (ou melhor dizendo, desde que a Nintendo descobriu o mercado dos gamers casuais com o Wii e o DS) surgiu uma nova classificação, aquela que diferencia se o jogo é casual ou hardcore. Por exemplo, um jogo casual seria Wii Sports ou Angry Birds; um jogo hardcore seria Call of Duty ou God of War. Mas será que a gente poderia se utilizar apenas desses dois conceitos para a classificação de um jogo?


Na minha opinião, qualquer jogo pode ser um jogo casual ou hardcore. O que depende disso é a praticidade que ele teria para ser casual ou a complexidade para ser hardcore. Você pode tanto sacar seu smartphone na fila do banco pra dar uma jogada em Temple Run quanto ficar treinando por horas a sua pontuação. Ou então você pode tanto fazer as missões do GTA e zerar o jogo quanto quebrar tudo. Existem mais zilhões de exemplos, mas se eu for citar todos esse texto nunca acaba.


E não confunda: jogo casual não é o mesmo que infantil, assim como jogo hardcore não é o mesmo que adulto! Pokémon é um jogo que exige dedicação, tempo e estratégia, mas que não deixa de ser um jogo infantil. Assim como qualquer jogo sangrento do tipo "mate os zumbis no menor tempo possível" que pode existir para qualquer plataforma seja adulto e casual.

Enfim, esse assunto rende muuuuuito papo. É polêmico que nem mamilos. Se você se interessou, aconselho escutar o episódio Casual vs Hardcore do podcast 99Vidas (local de onde, aliás, tirei a ideia para esse texto).
E você, qual o seu método de classificação? Ou prefere nem classificar e aproveitar logo a jogatina? Deixe nos comentários sua opinião!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Persona 4: Arena e Super Mario Galaxy 2.5/Split Screen

Há algum tempo atrás foi lançado o novo jogo da serie Persona, da qual sou fã, Persona 4: Arena. Como o próprio nome já diz, ele coloca os personagens principais do Persona 4 pra lutar em uma arena no melhor estilo Street Fighter.

Usando os personagens de Persona 3 e 4, ele adiciona um pouco mais à rica historia da série. O jogo se passa 2 meses depois dos eventos do último jogo. Foi lançado para os arcades (!), Xbox 360 e Playstation 3. Esperem um review assim que eu consegui-lo.
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A Nintendo é, sem duvida, a empresa que tem mais seguidores e istas. Por conta disso, muitos dos jogos famosos da Big N, principalmente os exclusivos, tem modificações rolando pela internet tanto como as paródias, criação de novos níveis, faze-los mais difíceis e etc., etc., etc... Com Super Mario Galaxy não foi diferente e o jogo recebe não uma mas duas expansões extra oficiais. Como muitos devem saber, Mario Galaxy tem um modo com dois jogadores. Entretanto o 2P fica na monótona tarefa de coletar Star Shards, moedas e auxiliar o 1P. Os fãs da série então criaram um modo com tela dividida:


Esse modo tem previsão de sair no fim do ano! E será distribuído pelo Riivolution, software não oficial da Nintendo.

Outro mod muito bem feito foi o Super Mario Galaxy 2.5. Essa atualização extra-oficial foi feita para melhorar o jogo original. Mario Galaxy não é um jogo curto mas toda vez que o terminamos ficamos com o gostinho de quero mais. Para solucionar esse problema, resolveram criar uma expansão para trazer novos níveis à ele:


O mod caminha a passos largos e já tem seu primeiro nivel totalmente desenvolvido. É possível baixa-lo no site oficial e obter mais informações lá. Pelo jeito, essa modificação não terá data de lançamento e será lançado aos poucos. Também será distribuída pelo Riivolution.

http://www.supermariogalaxy2-5.com/

Não seria interessante que os dois projetos cooperassem e houvesse leveis que só pudessem ser feito com a ajuda de dois jogadores? Quem sabe...

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Checkpoint #29

Como todo começo de mês, aqui está a sessão checkpoint para atualizar os recados do blog!

-O Boteco Gamer tem mais um novo colaborador, além dos outros 3 que já foram apresentados. Ele é o Cadu Tinoco, que já até fez um post! Se você quer escrever para o melhor blog de games da minha rua, entre em contato conosco!

-Este humilde blogueiro que vos escreve também está escrevendo para os leitores do Player Two. Entrem lá para ler meus textos também!

-Essa semana o Boteco Gamer completa 2 anos! Eu agradeço muito a todos os que acessam e aos que me ajudam a tornar tudo isso possível. Por várias vezes eu já pensei em parar com o blog, principalmente pela falta de tempo, mas podem acreditar que essa bagaça vai continuar na ativa por muitos e muitos anos...

-Agosto teve mais de 3300 acessos, e o blog passou das 77 mil visitas!

-A enquete desse mês acabou, e o resultado foi meio estranho. A melhor sessão do blog segundo os leitores são os textos. E a sessão que precisa melhorar... também! Enfim, votem na enquete de setembro:  vocês acham que o Wii U vai fazer sucesso?

-Não deixem de escutar e baixar o CD demo da banda DustUp!

-Sigam o Boteco Gamer no twitter e curtam no facebook!

-Posts mais visitados nos últimos 30 dias:

Até o próximo checkpoint!

domingo, 2 de setembro de 2012

Tema famosos tocados com bobinas de Tesla!

Deixem as aulas de física pra lá. A verdadeira aplicação das bobinas de Tesla, pelo jeito, é tocar temas famosos dos games!
 

Não só dos games, mas dos filmes também. Confiram o tema de Back to the Future:

E a Marcha Imperial, de Star Wars:
Mais uma contribuição do leitor Matheus!

sábado, 1 de setembro de 2012