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quinta-feira, 14 de março de 2013

O Poder e a Influência dos Personagens de Video Game

Eu sei, eu sei. Eu me comprometi a trazer reviews com frequência, mas não está dando para fechar os jogos que eu comprei. Sinto muito, mas creio que esse texto vai ficar legal. Vou mostrar o quanto os personagens de games podem influenciar nas nossas vidas e também apontar alguns que são meus personagens favoritos (e outros que se tornaram ícones tão grandes que são quase unânimes). Então vamos lá!


Não é fácil criar um personagem. Ele precisa ser original, carismático, forte. Se for um herói, ele precisa ter um grande senso de justiça, coragem e amor para com os outros. Se for um vilão, o cuidado chega a ser maior. É mais fácil você atrair o amor de um jogador do que o ódio. São poucos os vilões que são cruéis e desumanos o suficiente para se tornarem históricos. Vou organizar em tópicos, parecido com o que fiz para descrever os personagens na review sobre o melhor jogo de todos os tempos da última semana

Dante & Vergil (Séries Devil May Cry): Quem me conhece, sabe que é mais que previsível essa minha escolha. Decidi por os dois juntos para ocupar menos espaço. Esses personagens moldaram parte da minha personalidade, juro. Enquanto Dante é irreverente ao extremo e não perde a oportunidade de lançar uma boa piada, Vergil é calmo, concentrado, frio e está sempre pronto para matar quem for preciso para alcançar o poder que tanto deseja. Obrigado Dante e Vergil!


Shao Kahn (Séries Mortal Kombat): Quem nunca ouviu um "Finish Him" ou um "Fatality" proferido pela voz do epic boss Shao Kahn? Egocêntrico e poderoso ao extremo, Shao Kahn é um ícone dos jogos de luta por matar quem quer que seja para conseguir o comando de Earthrealm. Shao Kahn é um vilão excepcional. O único melhor que ele, para mim é:

Albert Wesker (Séries Resident Evil): Frio, traidor, manipulador, poderoso e muitos outras qualidades que o tornam um vilão acima de qualquer outro. Wesker é o tipo de vilão que atrai o seu ódio por suas atitudes totalmente desumanas, mas também atrai a simpatia por seu estilo fucking boss! Wesker talvez seja o melhor vilão da história dos video games, pelo menos do cenário mainstream ele com certeza é.


Dovahkiin (The Elder Scrolls V: Skyrim): O escolhido. O cara que é salvo por um dragão com a lâmina de um machado a poucos centímetros do seu pescoço. O Dovahkiin (ou Dragonborn para os íntimos) é um personagem que entrou para o rol dos grandes personagens devido a massividade de seu jogo. E devido a uma frase que se tornou muito popular: "FUS RO DAH!"

Link (Séries The Legend of Zelda): Muito do que conheço do Link vem de grandes amigos meus que são fãs de sua série. O pouco que vi do Link me fez perceber que um grande personagem não precisa dizer uma palavra para se tornar um ícone. O necessário é apenas um senso de justiça incrível e uma coragem admirável.


Ezio Auditore da Firenze (Séries Assassin's Creed): Pra não perder a moral com o chefe, vamos falar do garanhão dos garanhões: Ezio. Talvez um dos personagens que mais evoluiu ao longo de sua série. Em sua primeira aparição, era apenas um mulherengo sem planos maiores. Sua evolução foi tão grande que foi, aos poucos, se tornando um dos homens mais sábios e experientes de sua época. Um bom exemplo para os desencaminhados, não?

Seria muito bom também ter a participação de vocês nos comentários. Citem grandes personagens que te marcaram. Por quê eles te marcaram. E ainda tenho um personagem histórico para falar. Sim, eu não me esqueci dele. Antes de partir para as menções honrosas, vamos falar do:

Mario (Tão grande que sua série leva seu nome, então é isso aí): Não sou o maior fã do Mario, devo admitir. Mas eu aprendi que devo sempre valorizar quem fez a história. E o Mario foi um dos responsáveis pela história dos games ser tão grande como ela é hoje. Então, o que me resta fazer é abaixar a cabeça, e mandar a frase que todo gamer deve dizer: Obrigado, Mario!


Menções honrosas: M. Bison (Street Fighter), Jin Kazama (Tekken), CJ (GTA: San Andreas), John Marston (Red Dead Redemption), Alex Mercer (Prototype), Kratos (God of War), Sora (Kingdom Hearts), Jimmy Hopkins (Bully), Sonic (Séries Sonic), Solid Snake (Metal Gear Solid), Agent 47 (Hitman), 649 pokémons (menos o Luvdisc) e por aí vai. Não vou citar todo mundo. Espero que vocês façam isso nos comentários.

Pois é, fico por aqui com mais um texto. Mais uma vez, falem quais foram os personagens marcantes da vida de vocês. Eu mesmo esqueci de um monte e tirei alguns por falta de espaço, mas devem ter pelo menos 150 personagens históricos nos games. Nós do Boteco Gamer sabemos que o blog que vocês vão ler é uma escolha de vocês. Por isso estamos gratos por terem escolhido os serviços do Boteco Gamer. Haha, piadas à parte. Obrigado pela preferência, até mais e rumo aos 100.000 acessos!!!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Review #48 - Dark Souls

Não, esse game não é um lançamento. Mas ele é sensacional ao cubo e precisa de uma menção honrosa aqui no blog. Então venho aqui falar de um dos melhores jogos que já joguei (e com certeza o mais difícil): Dark Souls!!!

Ficha Técnica: 

Produtora: From Software
Distribuidora: Namco Bandai Games / From Software (Japão)
Gênero: RPG
Data de Lançamento: 4 de Outubro de 2011
Plataformas: X360, PS3 e PC

Apresentação: 10
Enredo: 6,0
Gráficos: 10
Som: 10
Jogabilidade: 10
Diversão: 10
Replay: 10

NOTA: 9,5



No mundo dos games já existiram jogos ridículamente fáceis, jogos médios, jogos difíceis, jogos estuprantemente difíceis e Alex Kidd. Acima de todos eles está Dark Souls! Este jogo é um dilúvio de dificuldade e, se você que estiver lendo isso é do tipo de gamer que curte arremessar um controle na hora da raiva, tenha em mente que esse jogo NÃO foi feito para você. São poucos os que conseguem fechar Dark Souls (o titio aqui foi um deles, sorry for it).

Deixando a introdução de lado: "Como é o jogo, Cadu?". Bem, o game começa da maneira mais didática possível. Você tem UMA ÚNICA OPÇÃO para escolher: New Game. E assim você começa o jogo. O enredo do game gira em torno do fogo ter desaparecido e a maldição dos hollows ter se espalhado. Cabe a você salvar toda a humanidade (nossa, que original). Dark Souls não chama atenção por conta do enredo, definitivamente.


Falando agora do audio e gráficos do game: São, ambos, excelentes. Você não consegue perceber falhas gráficas (pelo menos, eu não percebi) em Dark Souls. E, apesar de não haver trilha sonora (exceto em boss fights), o som do game é sensacional! 

Agora, por quê o game é tão difícil? Bem, existem alguns fatores. Entre eles, está a ausência de um mapa. Você não tem uma bússola apontando o seu objetivo. Isso acaba levando o jogador a enfrentar batalhas erradas e caminhos equivocados. Outro fator que contribui para a dificuldade excessiva é a inteligência artificial dos inimigos. Eles não são padronizados como a maioria dos inimigos em jogos de aventura. Eles se adaptam ao calor da luta e atacam muito bem em grupo.


O game possui dois extremos: Diversão e frustração. Ambos andam lado-a-lado. Muitas vezes pensei em desistir de Dark Souls. Mas acabei encarando como um desafio a mais. E é assim que o game deve ser encarado: Como um grande desafio de, no mínimo, trinta horas. O jogo é excelente para aqueles que não têm tanto dinheiro e não podem comprar tantos jogos. O game tem as trinta horas mínimas da campanha e ainda possui o modo New Game+. O qual você recomeça o game, com todos os seus itens, porém, com inimigos muito mais fortes.

Dark Souls é um game fenomenal que, infelizmente, não pôde levar muitos louros em 2011 por ter uma competição direta com Skyrim e ter ficado na sombra do mesmo. Recomendadíssimo para quem curte um bom RPG ou um desafio gigante no mundo dos games. É um jogo para poucos, mas esses poucos terão sua vida marcada. Você NUNCA vai esquecer de Dark Souls. Ele fará parte das suas memórias gamers para sempre!


Então é isso. Até mais, galera! Curtam esse excelente game bastante! Fica aqui a minha boa sorte para vocês que vão encarar esse jogo. Até mais!!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Deja Vú #52 - Devil May Cry 3: Dante's Awakening

Novo demais para um Deja Vú e velho demais para uma Review. Tive esse dilema, perguntei para o chefe e ele me aconselhou a fazer um Deja Vú. Hoje vou trazer para vocês o mito, a excelência, a plenitude total quando se fala em jogos de video game na opinião deste humilde blogueiro músico. Hoje trago: Devil May Cry 3: Dante's Awakening. O meu jogo favorito de todos que eu já joguei na minha vida.


Desenvolvido e publicado pela gloriosa Capcom, Devil May Cry 3 veio com uma pressão gigante sobre suas costas: Contornar o game horrível que tinha sido Devil May Cry 2. Não era uma missão fácil, mas Tsuyoshi Tanaka conseguiu não só a missão de afugentar a má impressão de DMC 2. Conseguiu também colocar DMC 3 no rol dos melhores games de PS2 e conseguiu fazer com que eu me tornasse um devoto da série. Quero que fique claro que eu não vou poupar elogios para este game, sou um fã incontestável da série e escrevo aqui como uma criança mesmo, o Dante é meu herói.

O jogo conta a origem de Dante. Filho do rei dos demônios: Sparda. O jogo conta a ambição de seu irmão, Vergil, pelo poder, conta como Dante conseguiu a espada Force Edge e como o portal do mundo dos demônios foi selado. E o jogo começa com Arkham (servo de Vergil) convidando Dante a se juntar ao seu irmão para buscar o poder que, segundo o próprio Vergil, é deles por direito. Dante não demora para expulsar Arkham de seu escritório, porém, Arkham traz consigo um grupo de demônios. E é aí que a ação começa. Mostrei a primeira cena de DMC 3 para muitas pessoas e a reação de todas é a mesma: "Caramba! O Dante é MUITO foda!" E ele é mesmo, jovens...


Algo que tenho a acrescentar, falando do enredo do game e porque acho ele tão fantástico, é que nós temos cinco personagens que tocam o enredo para frente: Dante, Vergil, Arkham, Lady e Jester. E o enredo consegue ser absolutamente fenomenal com apenas cinco personagens. Isso é genial!


Os gráficos, para a época (2005), estavam mais ou menos, lógico que isso não interfere em nada a qualidade do game, mas para os "graphic whores" isso pode ser um problema. A jogabilidade tinha sido aprimorada e é a melhor da série. Dante é capaz de usar até cinco armas de fogo e cinco armas brancas. Seis estilos de luta diferentes todos com suas próprias sequências e combos, marca registrada da série. Dante não aplica golpes robóticos como a maioria dos personagens de Hack and Slash. Dante ataca com estilo, aplicando golpes "like a fucking boss".
Trazendo um pouco sobre os personagens do game, vou fazer uma análise em tópicos de cada um, já que são poucos:


Dante: O cara! O mito! Um dos melhores dos games! Não existem adjetivos bons o suficiente para retratar este personagem. Ele é carismático, super-poderoso, irreverente e encara todos os problemas da vida como uma piada. Ele pode estar de cara com a morte, mas ele estará com um sorriso no rosto e tirando uma com a cara do inimigo, por mais ameaçador que este possa parecer.


Vergil: Irmão gêmeo de Dante, é completamente o contrário. Vergil é calmo, frio tão super-poderoso quanto seu irmão. Vergil busca o poder supremo que seu pai havia selado há muito tempo atrás e quer usá-lo para conquistar o planeta.


Lady (Mary): Filha de Arkham, Lady (seu nome de nascimento é Mary) procura se vingar de seu pai por este ter assassinado sua mãe. Conhece Dante durante a campanha e começa a desenvolver um laço afetivo com o mesmo.
(Os nomes de Dante, Vergil e Mary foram inspirados no livro "A Divina Comédia" de Dante Alighieri)



Arkham: Um feiticeiro poderoso, que quer comandar o mundo ao lado de Vergil. Possui os segredos da Temen Ni Gru e de rituais demoníacos ancestrais.








Jester: Um personagem completamente caricato, claramente inspirado em The Joker (ou Coringa) dos quadrinhos do Batman. É um palhaço, espírito habitante da Temen Ni Gru e possui conhecimentos de magias demoníacas também. Vive fazendo piadas com Dante e as cenas dos dois juntos são sempre as mais engraçadas.

O jogo conta também com seis dificuldades diferentes. Cada uma delas libera alguma coisa nova para o jogo. O game também possui um modo chamado Bloody Palace, que funciona como um survival. Você se utiliza de suas habilidades para subir níveis e chegar à supremacia.

Com um "elenco" avassalador, Devil May Cry 3 conseguiu notas muito boas, como um 9,6 da IGN e um 36/40 da lendária Famitsu. A única crítica acerca do game foi a dificuldade do mesmo. Muitas revistas e sites especializados o acusaram de ser difícil demais. Na minha opinião, isso não é um problema. Uma alta dificuldade te estimula a melhorar no jogo.

Melhor cena do game: JACKPOT!

Eu, sinceramente, não encontrei defeitos em Devil May Cry 3: Dante's Awakening em sete anos jogando e o meu maior deleite foi ter lançado Devil May Cry: HD Collection para X360. Eu não tenho mais um PS2 e dependia do brother Felipe para jogar esse game incrível. Hoje posso curtir meus momentos de infância e encontrar meus dois maiores heróis: Dante e Vergil. Obrigado, Devil May Cry!!!

É isso aí, galera. Fico por aqui com um último post de 2012 mais do que especial! Boas festa para todos vocês, que 2013 seja um mar de felicidades, bebidas, dinheiro (contanto que não tire o meu), mulheres (ou homens) e, principalmente, que seja um ano melhor para os games do que 2012 foi. Porque vamos combinar: Não tivemos um game realmente épico esse ano. Tivemos excelentes lançamentos, mas não obtivemos um Skyrim ou um Skyward Sword como foi ano passado. Então é isso, FELIZ 2013 para todos e até ano que vem!!! 8D