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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Review #40 - Rocksmith

Yeah, yeah, yeah, yeah!!!! Chegamos a nossa quadragésima review!! Que, por coincidência é a review de número 40!


Pois é, quarenta análises de games pra vocês. Isso é um marco. Nunca na história desse país um blog foi tão foda (e um redator tão puxa-saco). Mas hoje eu trago para vocês a review de um dos dois games que atingiram a perfeição pra mim (o outro foi Devil May Cry 3). Este game é Rocksmith! Vamos para a review!!
PS.: Ao longo do texto aparecerão links para grandes músicas do rock mundial. Aconselho que vocês cliquem e assistam todos os vídeos. Vale a pena!

Ficha Técnica:


Produtora: Ubisoft San Francisco
Distribuidora: Ubisoft
Gênero: Música
Data de Lançamento: 18 de Outubro de 2011
Plataformas: X360, PS3 e PC

Apresentação: 10
Gráficos: 9,5
Som: 10
Jogabilidade: 10
Diversão: 10
Replay: 10

NOTA: 10




Para os que não sabem, eu sou vocalista e guitarrista da banda DustUp. Que você pode escutar, seguir e fazer favores sexuais curtir aqui. E como guitarrista, aprecio muito a ideia de jogos de música tais como o extinto Guitar Hero e o Rock Band. Porém, Rocksmith alcançou um nível superior. Você pode plugar a sua guitarra no seu console (ou PC) e jogar! Esse fator gerou uma expectativa natural em cima do game antes mesmo do seu lançamento e os roqueiros gamers (como eu) estavam ansiosos para o lançamento do jogo.



O game foi lançado e não decepcionou. Ele traz sucessos de bandas renomadas como Rolling StonesNirvanaRed Hot Chili Peppers e Lynyrd Skynyrd. Começando com a apresentação, esta que te ensina os básicos da guitarra, como o que é uma nota, um acorde etc.


Jogos de música são um dos poucos gêneros que não são alvo de "Graphic Whores" (aqueles que acham que um game só é bom com gráficos que emulam a vida real). Porém, Rocksmith tem gráficos muito bonitos. Não são o ponto forte do game, mas eles não te dão a sensação de você estar jogando um game da idade da pedra.

O som é completamente indispensável em um jogo de música, concorda? Afinal, como você vai tocar guitarra sem som? O único problema do game é que se você não tiver um home theater, você vai sofrer um pouco com o lag, mas nada que acabe com uma boa jogatina musical.


Já deve imaginar o quão orgásmica é a jogabilidade. Ela é tudo que você imaginou e um pouco mais. Não tem como explicar a sensação de plugar a própria guitarra no console e sair tocando as músicas do game. Esse é daqueles momentos que você agradece por ser um gamer, é muito demais.

O game não te deixa entediar. Não quer tocar as músicas? Ok! Você tem minigames que te ensinam algumas técnicas específicas de guitarra. Desde como lidar com as mais diversas escalas até decorar os acordes mais cabulosos.


Se vale a pena comprar o jogo? Valeria a pena mesmo custando o preço de um console. Se você pensa em gastar com aulas de guitarra, compre o Rocksmith! Com ele você aprende, se diverte e vira o próximo Slash! Rocksmith é obrigatório para os que curtem games e música! Até a próxima e curtam a enchurrada de links de músicas. Acreditem, eles valem MUITO a pena serem assistidos! 

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Os videogames no mundo da música

Olá, eu sou o Murilo, um dos mais novos redatores do Boteco Gamer! Também toco baixo na banda DustUp. Irei escrever textos sobre algumas curiosidades relacionadas aos games, Nintendo e na coluna Deja Vú. Espero que gostem!

Com certeza você já se pegou cantarolando alguma melodia de um game, não? Mesmo que ela fora composta com recursos fadados (como os clássicos 8/16 bits ou os MIDI dos anos 90), foram melodias muito bem compostas, o que mostra a qualidade que os sons gamísticos possuem. Agora, cheguemos num consenso: se são recursos com tanta alta qualidade, assim como qualquer instrumento musical, é possível compôr qualquer tipo de música com eles, não? MAS É CLARO!

Quem teria coragem de pegar seu NES e transformar nisso aí?
Pegue sua banda favorita. Agora, imagine ela com pequenos toques de 8 bits na melodia. Seria demais, não?
É mais ou menos essa a premissa do I Fight Dragons, uma banda de NES-Rock (Sim, NES-Rock!) de Chicago, IL, USA. Eles misturam um pop rock com efeitos de 8-bits de NES e Game Boy. Coloquei abaixo alguns vídeos de músicas deles:


(PS: Observem no clipe de Save World Get Girl o membro ali no fundo com uma guitarra do Guitar Hero e um Power Pad)

Aliás, ela não é a única. Existem várias bandas que usam dos mesmos recursos de 8 bits, aliás, existe até uma vertente do hardcore chamada nintendocore. Não preciso dizer nada!
Assim como não é a única, o rock não é a única vertente musical que possui influências dos games. Existem vários remixes e músicas eletrônicas com sons 8 bits, orquestrações de melodias e muito mais.

E você, conhece alguma banda ou grupo que utiliza de influências musicais vindas dos games? Deixe seu comentário com sugestões!