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quinta-feira, 11 de julho de 2013

FamiTracker, o compositor de chiptunes!

Boooooooooom dia/tarde/noite/madrugada meus caros amigos botequeiros!

Pode ser que muitos de vocês já saibam (se leram a nossa seção sobre a equipe do blog) que sou músico. Pode ser que vocês leram lá também que eu sou um gamer nostálgico, que ama jogos que tenham poeira em cima e tudo mais. Obviamente que o carinha aqui iria sentir vontade de compôr músicas em 8-bits (chiptunes), os famosos sonzinhos simples e limitados presentes nos queridos consoles dos anos 80 (NES, Master System e por aí vai). Então eu fui à pesquisa de um meio simples de conseguir essa façanha, e me deparei com o FamiTracker.

Mas que raios é isso, Murilo?
Bem, para explicar exatamente o que o FamiTracker é, eu tenho que explicar o que é um tracker.

Um tracker é qualquer tipo de software de composição no qual você define o tempo e as notas a serem tocadas em faixas específicas (tracks, daí o nome). Foram os trackers os originadores dos famosos sons MIDI.
E, bem, já deu para entender que o FamiTracker é um tracker de chiptunes! Ele é na verdade mais focado no NES (Nintendinho) e nas suas especificações, mas isso não muda nada. E cara... Que programa daora! Você pode fazer tudo o que imaginar nele, desde covers e adaptações até composições próprias!

Um pequeno exemplo de cover...

...adaptação...



E MINHA PRIMEIRA MELODIA DO FAMITRACKER! Nada muito complexo, mas está aí!

Para todos que se interessarem no maravilhoso mundo de composições em 8-bits, recomendo esta série de vídeos feita pelo YouTuber 8BitDanooct1, um cara que, aparentemente, manja do FamiTracker! Devo todo o meu pouco conhecimento à ele!
E, para concluir, uma pequena melodia famosa que me surpreendi pela complexidade da mesma quando achei um cover no YouTube...


Até a próxima meus amigos!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Os videogames no mundo da música

Olá, eu sou o Murilo, um dos mais novos redatores do Boteco Gamer! Também toco baixo na banda DustUp. Irei escrever textos sobre algumas curiosidades relacionadas aos games, Nintendo e na coluna Deja Vú. Espero que gostem!

Com certeza você já se pegou cantarolando alguma melodia de um game, não? Mesmo que ela fora composta com recursos fadados (como os clássicos 8/16 bits ou os MIDI dos anos 90), foram melodias muito bem compostas, o que mostra a qualidade que os sons gamísticos possuem. Agora, cheguemos num consenso: se são recursos com tanta alta qualidade, assim como qualquer instrumento musical, é possível compôr qualquer tipo de música com eles, não? MAS É CLARO!

Quem teria coragem de pegar seu NES e transformar nisso aí?
Pegue sua banda favorita. Agora, imagine ela com pequenos toques de 8 bits na melodia. Seria demais, não?
É mais ou menos essa a premissa do I Fight Dragons, uma banda de NES-Rock (Sim, NES-Rock!) de Chicago, IL, USA. Eles misturam um pop rock com efeitos de 8-bits de NES e Game Boy. Coloquei abaixo alguns vídeos de músicas deles:


(PS: Observem no clipe de Save World Get Girl o membro ali no fundo com uma guitarra do Guitar Hero e um Power Pad)

Aliás, ela não é a única. Existem várias bandas que usam dos mesmos recursos de 8 bits, aliás, existe até uma vertente do hardcore chamada nintendocore. Não preciso dizer nada!
Assim como não é a única, o rock não é a única vertente musical que possui influências dos games. Existem vários remixes e músicas eletrônicas com sons 8 bits, orquestrações de melodias e muito mais.

E você, conhece alguma banda ou grupo que utiliza de influências musicais vindas dos games? Deixe seu comentário com sugestões!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Deja Vú #16 - Mega Man

Uma das maiores franquias do mundo, não só nos games, invade o Deja Vú dessa semana!
Lançado para o NES em 1987, Mega Man é um game de plataforma 2D, muito comum para a época, mas que fez muito sucesso, apesar de só ter chegado a Europa 3 anos mais tarde. Uma das inovações é a progressão não linear do jogo. É possível escolher a fase que o protagonista vai encarar. Há um menu onde o jogador vê o chefe das fases e decide em qual ele vai jogar. Após detonar o vilão, ele absorve o poder dele, e parte para outra tela de sua escolha.

Além disso, o game também chamou atenção pela dificuldade, bastante elevada para os padrões da época, e por ser um dos primeiros jogos da Capcom focado especialmente nos consoles caseiros, e não nos arcades. Mega Man consiste basicamente num jogo de plataforma com progressão lateral, em que o robô que dá nome ao game pode atirar, pular e deslizar. O vilão principal é Dr. Wily, assistente de Dr. Wright, criador do protagonista. (Como a Capcom gosta desse sobrenome Wright, não?)
Hoje em dia, a série principal ainda existe, e com os gráficos 8-bit, mantendo a tradição mesmo com toda a tecnologia e potência dos consoles atuais. O último lançamento foi Mega Man 10. Outro fator que demonstra a qualidade do game são os reviews. Um 8 da IGN e um 4.1/5 da Nintendo Power, além de figurar entre os 100 melhores games de todos os tempos segundo a publicação da Big N. Vários remakes e spin-offs são lançados e o personagem já ganhou vida nos mangás e animes, provando o sucesso da franquia!