Pois é, quarenta análises de games pra vocês. Isso é um marco. Nunca na história desse país um blog foi tão foda (e um redator tão puxa-saco). Mas hoje eu trago para vocês a review de um dos dois games que atingiram a perfeição pra mim (o outro foi Devil May Cry 3). Este game é Rocksmith! Vamos para a review!!
PS.: Ao longo do texto aparecerão links para grandes músicas do rock mundial. Aconselho que vocês cliquem e assistam todos os vídeos. Vale a pena!
Ficha Técnica:
Produtora: Ubisoft San Francisco
Distribuidora: Ubisoft
Gênero: Música
Data de Lançamento: 18 de Outubro de 2011
Plataformas: X360, PS3 e PC
Apresentação: 10
Gráficos: 9,5
Som: 10
Jogabilidade: 10
Diversão: 10
Replay: 10
NOTA: 10
Para os que não sabem, eu sou vocalista e guitarrista da banda DustUp. Que você pode escutar, seguir e fazer favores sexuais curtir aqui. E como guitarrista, aprecio muito a ideia de jogos de música tais como o extinto Guitar Hero e o Rock Band. Porém, Rocksmith alcançou um nível superior. Você pode plugar a sua guitarra no seu console (ou PC) e jogar! Esse fator gerou uma expectativa natural em cima do game antes mesmo do seu lançamento e os roqueiros gamers (como eu) estavam ansiosos para o lançamento do jogo.
O game foi lançado e não decepcionou. Ele traz sucessos de bandas renomadas como Rolling Stones, Nirvana, Red Hot Chili Peppers e Lynyrd Skynyrd. Começando com a apresentação, esta que te ensina os básicos da guitarra, como o que é uma nota, um acorde etc.
Jogos de música são um dos poucos gêneros que não são alvo de "Graphic Whores" (aqueles que acham que um game só é bom com gráficos que emulam a vida real). Porém, Rocksmith tem gráficos muito bonitos. Não são o ponto forte do game, mas eles não te dão a sensação de você estar jogando um game da idade da pedra.
O som é completamente indispensável em um jogo de música, concorda? Afinal, como você vai tocar guitarra sem som? O único problema do game é que se você não tiver um home theater, você vai sofrer um pouco com o lag, mas nada que acabe com uma boa jogatina musical.
Já deve imaginar o quão orgásmica é a jogabilidade. Ela é tudo que você imaginou e um pouco mais. Não tem como explicar a sensação de plugar a própria guitarra no console e sair tocando as músicas do game. Esse é daqueles momentos que você agradece por ser um gamer, é muito demais.
O game não te deixa entediar. Não quer tocar as músicas? Ok! Você tem minigames que te ensinam algumas técnicas específicas de guitarra. Desde como lidar com as mais diversas escalas até decorar os acordes mais cabulosos.
Se vale a pena comprar o jogo? Valeria a pena mesmo custando o preço de um console. Se você pensa em gastar com aulas de guitarra, compre o Rocksmith! Com ele você aprende, se diverte e vira o próximo Slash! Rocksmith é obrigatório para os que curtem games e música! Até a próxima e curtam a enchurrada de links de músicas. Acreditem, eles valem MUITO a pena serem assistidos!





Esse poder crescente dos filmes passou até a ditar muitas regras da II Guerra Mundial. Onde atacar, quando atacar e como atacar. Decisões como estas eram baseadas muitas vezes em filmes publicados nos países inimigos, que davam uma brecha para novos ataques. Com o fim do Nazismo, o cinema ganhou um poder que nunca tinha visto. A Guerra Fria se fixou nas telas como nenhum outro confronto mundial já tinha feito. Os filmes do bloco capitalista, principalmente e quase totalmente de produção americana, exaltavam o grande paraíso que eram os EUA e como a URSS era o covil do demônio. Filmes como 007 deixavam bem claro isso, no qual os inimigos eram sempre russos maus, carrancudos e temíveis.O bloco soviético também se utilizou dos filmes para tal, mas o poder cinematográfico americano era tão forte que aniquilou qualquer possibilidade de triunfo do cinema do “socialismo”. Pensar que essa rivalidade nas telas acabou com o fim da Guerra Fria é pura ingenuidade. Até hoje EUA e Rússia trocam críticas em seus filmes.





