Seriam legais nos jogos antigos.
Mais um da Dorkly!
domingo, 11 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Píxels da Semana #64
"Mas é claro que o Píxels da Semana vai voltar sexta feira... mais uma vez" como diria Renato Russo! E aqui estão os píxels da semana, mais uma vez!
-Ontem, foi validada a inclusão dos jogos eletrônicos na Lei nº 8.313. E o que o Boteco Gamer tem a ver com noticiário político? Vou explicar. Essa lei garante que os games estejam na área cultural para que empresas possam destinar à produção de games parte do dinheiro que seria roubado pelo governo iria para o Imposto de Renda. Agora, além dos jogos serem oficialmente considerados cultura, estamos cada vez mais perto da diminuição dos preços de games no Brasil! Caso os jogos eletrônicos sejam incluídos nos benefícios da Lei de Informática, os preços podem cair até 45%.
-Aplicativo oficial da Live, rede online do Xbox, foi lançado para iPhone e iPad!
-Playstation Vita vai ser lançado essa semana na terra do Sol nascente! Ah, esses japoneses sortudos...
Lançamentos da Semana
Playstation 3
-The Adventures of Tintin: The Game
-Just Dance 3
Xbox 360
-The Adventures of Tintin: The Game
Wii
-JAWS: Ultimate Predator
-Fortune Street
-Drawsome! Sketch Quest
-Drawsome! Artist
-Oregon Trail
-The Adventures of Tintin: The Game
3DS
-Mario Kart 7
-F1 2011
-Oregon Trail
-The Adventures of Tintin: The Game
-Face Racers: Photo Finish
Destaque da semana: A aprovação dos games na Lei nº 8.313 foi, com certeza, o grande destaque da semana! O PS Vita e Mario Kart 7 também!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Review #25 - Batman: Arkham City
Um dos jogos que está concorrendo ao Game Of The Year do Boteco Gamer, e mais um jogaço do Homem Morcego, Arkham City é um dos melhores jogos de 2011. Confira porque no review!
Ficha técnica:
Produtora: Warner Bros.
Desenvolvedora: Rocksteady Studios
Gênero: Action/Adventure
Plataformas: PS3, X360, Wii U*
Data de Lançamento: 18 de outubro (*a versão pra Wii U só sai em 2012)
Apresentação: 10
Gráficos: 9,5
Som: 10
Jogabilidade: 8,0
Diversão: 9,0
Vida útil: 9,5
NOTA: 9,5
Muitos personagens saem das páginas das histórias em quadrinhos para os filmes e os games, mas nem todos são bem sucedidos. Não é o caso do cavaleiro das trevas. Batman está de volta aos consoles em mais uma aventura incrível!
O jogo se passa pouco tempo depois dos eventos de Arkham Asylum. Os presos foram transferidos para uma enorme área no meio de Gotham City. É uma verdadeira cidade dentro da cidade, porém apenas habitada por bandidos e vilões. E o milionário Bruce Wayne é trancafiado nesse lugar inóspito. Então o Homem Morcego se vê obrigado a descobrir o que os seus piores inimigos estão tramando...
É possível controlar outros personagens, como a Mulher Gato. Aliás, existem muitos personagens, jogáveis ou não. Arkham City é uma verdadeira homenagem ao legado do Batman, reunindo em um só jogo, todos os grandes vilões do melhor detetive do mundo. O jogo tem muitas missões secundárias, mas seu estilo de "mundo aberto" não chega a ser um GTA. Assemelha-se a Zelda, com um sistema parecido com as dungeons de Hyrule, ou seja, a quest principal está dividida em várias missões que te levam aos vilões como Duas Caras, Pinguim ou Coringa. E assim a história vai prosseguindo.
Mas a exploração não deixa de ser um ponto forte do jogo. Há muita coisa a se fazer na cidade, e a vida útil do jogo é bem longa. Tecnicamente, o jogo é excelente. Gráficos muito bons, mas a câmera atrapalha um pouco às vezes. Parte sonora excelente, legendas em português (apesar de eu preferir jogar em inglês), e muitas cutscenes incríveis. O sistema de combate é o ponto fraco do jogo. Basta apertar o mesmo botão repetidas vezes e todos os inimigos são dizimados, um por um. A menos que eles estejam armados, o que requere uma estratégia mais elaborada para acabar com eles sem ser visto.
Arkham City é um jogo incrível, mas se você for fã do herói, a experiência se torna mais fantástica ainda. O jogador se sente na pele do Cavaleiro das Trevas, encurralado por todos os vilões famosos numa cidade perigosa. O clima sombrio, característico do Batman, se mantém do começo ao fim, e sair pelas ruas com uma capa e um cinto de utilidades, espancando bandidos, nunca foi tão divertido.
O jogo é recomendadíssimo a todos, seja você um fã de Batman que amarrava a toalha em volta do pescoço na infância, ou um mero gamer alheio à série. Arkham City é um jogaço, um dos melhores de 2011, e é por isso que está na enquete de Game of the Year do Boteco Gamer!
Ficha técnica:
Produtora: Warner Bros.
Desenvolvedora: Rocksteady Studios
Gênero: Action/Adventure
Plataformas: PS3, X360, Wii U*
Data de Lançamento: 18 de outubro (*a versão pra Wii U só sai em 2012)
Apresentação: 10
Gráficos: 9,5
Som: 10
Jogabilidade: 8,0
Diversão: 9,0
Vida útil: 9,5
NOTA: 9,5
Muitos personagens saem das páginas das histórias em quadrinhos para os filmes e os games, mas nem todos são bem sucedidos. Não é o caso do cavaleiro das trevas. Batman está de volta aos consoles em mais uma aventura incrível!
O jogo se passa pouco tempo depois dos eventos de Arkham Asylum. Os presos foram transferidos para uma enorme área no meio de Gotham City. É uma verdadeira cidade dentro da cidade, porém apenas habitada por bandidos e vilões. E o milionário Bruce Wayne é trancafiado nesse lugar inóspito. Então o Homem Morcego se vê obrigado a descobrir o que os seus piores inimigos estão tramando...
É possível controlar outros personagens, como a Mulher Gato. Aliás, existem muitos personagens, jogáveis ou não. Arkham City é uma verdadeira homenagem ao legado do Batman, reunindo em um só jogo, todos os grandes vilões do melhor detetive do mundo. O jogo tem muitas missões secundárias, mas seu estilo de "mundo aberto" não chega a ser um GTA. Assemelha-se a Zelda, com um sistema parecido com as dungeons de Hyrule, ou seja, a quest principal está dividida em várias missões que te levam aos vilões como Duas Caras, Pinguim ou Coringa. E assim a história vai prosseguindo.
Mas a exploração não deixa de ser um ponto forte do jogo. Há muita coisa a se fazer na cidade, e a vida útil do jogo é bem longa. Tecnicamente, o jogo é excelente. Gráficos muito bons, mas a câmera atrapalha um pouco às vezes. Parte sonora excelente, legendas em português (apesar de eu preferir jogar em inglês), e muitas cutscenes incríveis. O sistema de combate é o ponto fraco do jogo. Basta apertar o mesmo botão repetidas vezes e todos os inimigos são dizimados, um por um. A menos que eles estejam armados, o que requere uma estratégia mais elaborada para acabar com eles sem ser visto.
Arkham City é um jogo incrível, mas se você for fã do herói, a experiência se torna mais fantástica ainda. O jogador se sente na pele do Cavaleiro das Trevas, encurralado por todos os vilões famosos numa cidade perigosa. O clima sombrio, característico do Batman, se mantém do começo ao fim, e sair pelas ruas com uma capa e um cinto de utilidades, espancando bandidos, nunca foi tão divertido.
O jogo é recomendadíssimo a todos, seja você um fã de Batman que amarrava a toalha em volta do pescoço na infância, ou um mero gamer alheio à série. Arkham City é um jogaço, um dos melhores de 2011, e é por isso que está na enquete de Game of the Year do Boteco Gamer!
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Top 10 - Piores capas de 2011
A empresa se dá ao trabalho de produzir um jogo. Os desenvolvedores se empenham ao máximo para tornar o game num sucesso. Então, um dos últimos processos da criação de um game é idealizar a capa para finalizá-lo e mandar para as lojas. E é ai que um designer faz seu trabalho para desenhar uma boxart incrível que seja o atrativo do jogo nas prateleiras. Mas nem sempre isso dá certo. E olha que capas ruins não são raridade. O Boteco Gamer selecionou 10 capas esquisitas, confira as piores de 2011:
10 - Wappy Dog
Capas com animais são sempre bizarras, mas se for um cachorro enorme, sorridente e robótico, a bizarrice é elevada ao cubo.
9 - The Smurfs Dance Party
Quando criaturas azuis da nossa infância e adolescentes com roupas extravagantes se reúnem para dançar, o resultado não é dos mais agradáveis...
8- Bulletstorm: Limited Edition
Além de parecer um tênis pisando num monte de fezes caninas, a capa ainda mostra uma palavra constrangedora que algumas meninas adoram dizer ao se despedir, XOXO.
7- Fortune Street
Poluição visual com personagens famosos.
6- Fix It: Home Improvement Challenge
Poluição visual com ferramentas e wiimotes.
5- Jimmie Johnson's Anything With An Engine
Uma mistura de Mario Kart, Corrida Maluca e um cara que não pode fazer comercial da Gillete.
4- Jerry Rice And Nitus' Dog Football
A ideia de fazer um jogo com animais praticando esportes já seria esquisita o suficiente, mas essa capa com um chihuahua vesgo e um poodle que parece a Hebe potencializou a esquisitice do jogo.
3- Fantastic Pets
Já disse o que eu penso de animais na capa de um jogo? E se eles forem um cavalo com asas de morcego ou um gato roxo com um chifre?
2- Kevin Van Dam Big Bass Challenge
Tem como algo ser mais bizarro que isso? (tem, só o 1º lugar mesmo...)
1- Gummy Bears Magical Medallion
Eu já falei o que penso de capas com animais, certo? Não contente em ter um Pedobear, a capa desse ilustre jogo tem uma rosca ambulante. Quer algo mais sugestivo?
E essas são as 10 piores capas de games em 2011!
10 - Wappy Dog
Capas com animais são sempre bizarras, mas se for um cachorro enorme, sorridente e robótico, a bizarrice é elevada ao cubo.
9 - The Smurfs Dance Party
Quando criaturas azuis da nossa infância e adolescentes com roupas extravagantes se reúnem para dançar, o resultado não é dos mais agradáveis...
8- Bulletstorm: Limited Edition
Além de parecer um tênis pisando num monte de fezes caninas, a capa ainda mostra uma palavra constrangedora que algumas meninas adoram dizer ao se despedir, XOXO.
7- Fortune Street
Poluição visual com personagens famosos.
6- Fix It: Home Improvement Challenge
Poluição visual com ferramentas e wiimotes.
5- Jimmie Johnson's Anything With An Engine
Uma mistura de Mario Kart, Corrida Maluca e um cara que não pode fazer comercial da Gillete.
4- Jerry Rice And Nitus' Dog Football
A ideia de fazer um jogo com animais praticando esportes já seria esquisita o suficiente, mas essa capa com um chihuahua vesgo e um poodle que parece a Hebe potencializou a esquisitice do jogo.
3- Fantastic Pets
Já disse o que eu penso de animais na capa de um jogo? E se eles forem um cavalo com asas de morcego ou um gato roxo com um chifre?
Tem como algo ser mais bizarro que isso? (tem, só o 1º lugar mesmo...)
1- Gummy Bears Magical Medallion
Eu já falei o que penso de capas com animais, certo? Não contente em ter um Pedobear, a capa desse ilustre jogo tem uma rosca ambulante. Quer algo mais sugestivo?
E essas são as 10 piores capas de games em 2011!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Vídeo: Twittando do PS Vita!
Na semana passada, a Sony fez um evento em Londres para falar sobre o PS Vita, revelou MotorStorm RC e Unit 13, dois jogos que serão lançados para o portátil, e permitiu que jornalistas testassem o aparelho. O Playstation Blog mostrou esse vídeo sobre o twitter do Vita:
O Vita deve ser lançado dia 17 de dezembro no Japão e 22 de fevereiro no ocidente!
O Vita deve ser lançado dia 17 de dezembro no Japão e 22 de fevereiro no ocidente!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
DLC: uma adição bem vinda?
Com o advento da Internet nos consoles, as desenvolvedoras começaram a criar conteúdo para download que adiciona coisas aos games. Claro que isso é uma boa ideia, e permite atualizações e correção de bugs, entre outras coisas. Porém, de uns tempos pra cá as empresas vêm exagerando no lançamento de DLCs e ganhando bastante dinheiro em cima de atualizações frequentes. Será que o conteúdo baixável é uma novidade boa?
Os DLCs adicionam novas fases, mapas, personagens, missões, entre outras coisas dependendo do jogo. Como todas as coisas têm um lado bom e um lado ruim, aqui não é exceção. O conteúdo baixado é uma novidade legal pois aumenta a vida útil dos jogos e cria novas experiências. Agora o jogo não acaba quando termina, e muitas vezes as DLCs adicionam coisas importantes.
Mas na maioria das vezes são coisas que poderiam muito bem ter vindo no CD que você comprou com seu suado dinheiro, mas a empresa optou por adicionar o conteúdo para download pago, e ganhar um dinheiro extra. Ou seja, você paga pelo jogo duas vezes! Claro que o preço da DLC é bem inferior ao preço do jogo em si, mas ainda assim é um absurdo pagar por uma parte de um jogo que você comprou.
E o pior é que muitas vezes esse conteúdo está presente no disco do jogo desde seu lançamento, mas a DLC simplesmente o destrava, como é o caso de Soul Calibur IV. Você paga por uma coisa que já tinha comprado, mas estava "trancada" e você precisa da "chave". Já em Portal 2, a DLC foi totalmente gratuita, e serviu para melhorar a experiência pro jogo sem fins lucrativos da empresa. Afinal, se você comprou o jogo, por que pagar por ele de novo?
Cada vez mais as DLCs estão presentes no dia-a-dia dos gamers, fazendo parte do cotidiano e sendo baixadas por muitas pessoas. Claro que é uma adição bem vinda, desde que as produtoras não abusem desse recurso para ganhar dinheiro extra em cima de conteúdo extra.
Os DLCs adicionam novas fases, mapas, personagens, missões, entre outras coisas dependendo do jogo. Como todas as coisas têm um lado bom e um lado ruim, aqui não é exceção. O conteúdo baixado é uma novidade legal pois aumenta a vida útil dos jogos e cria novas experiências. Agora o jogo não acaba quando termina, e muitas vezes as DLCs adicionam coisas importantes.
Mas na maioria das vezes são coisas que poderiam muito bem ter vindo no CD que você comprou com seu suado dinheiro, mas a empresa optou por adicionar o conteúdo para download pago, e ganhar um dinheiro extra. Ou seja, você paga pelo jogo duas vezes! Claro que o preço da DLC é bem inferior ao preço do jogo em si, mas ainda assim é um absurdo pagar por uma parte de um jogo que você comprou.
E o pior é que muitas vezes esse conteúdo está presente no disco do jogo desde seu lançamento, mas a DLC simplesmente o destrava, como é o caso de Soul Calibur IV. Você paga por uma coisa que já tinha comprado, mas estava "trancada" e você precisa da "chave". Já em Portal 2, a DLC foi totalmente gratuita, e serviu para melhorar a experiência pro jogo sem fins lucrativos da empresa. Afinal, se você comprou o jogo, por que pagar por ele de novo?
Cada vez mais as DLCs estão presentes no dia-a-dia dos gamers, fazendo parte do cotidiano e sendo baixadas por muitas pessoas. Claro que é uma adição bem vinda, desde que as produtoras não abusem desse recurso para ganhar dinheiro extra em cima de conteúdo extra.
domingo, 4 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Píxels da Semana #63
Sexta feira, dia de notícias no Boteco Gamer! Vamos às principais notícias do mundos dos games:
-Rumores de que o Kinect 2 será lançado junto com o Xbox 720, talvez em 2013! E o aparelho seria tão preciso que até leitura labial ele seria capaz de realizar! Nada confirmado ainda...
-Skyrim é o primeiro game ocidental a tirar a histórica nota máxima na Famitsu! A publicação japonesa mais tradicional da área deu nota 40/40 para o jogo!
-A atualização do 3DS que permitiria gravar vídeos em 3D, entre outras funções novas, e seria lançada em novembro foi adiada para o dia 8 de dezembro.
-Xenoblade Chronicles, RPG japonês sem previsão de lançamento ocidental até então, foi confirmado nas Américas! O jogo deve ser lançado em abril, para Wii.
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Ion Assault HD
Xbox 360
-Voltron
-Elfsquad 7
-Scene it? Movie Night
-Battle Stuff
-Volchaos
-Zombies, Zombies Everywhere!
-NanoSquad
-A Day At GMA's House in Winter
-Turbo Rocket 2
-Dragons vs. Spaceships
Wii
-Marine Life Rescue
-Xmas Puzzle
DS
-Jungle School
-Fix it: Home Improvement Challenge
3DS
-Nano Assault
Destaque da semana: Novembro foi um dos melhores meses de todos os tempos para os games, mas essa ultima semana decepcionou bastante. Nenhum lançamento de peso e nenhuma notícia, o destaque ficou pra Skyrim, jogaço que tirou 40/40 na Famitsu, feito inédito para um game ocidental!
-Rumores de que o Kinect 2 será lançado junto com o Xbox 720, talvez em 2013! E o aparelho seria tão preciso que até leitura labial ele seria capaz de realizar! Nada confirmado ainda...
-Skyrim é o primeiro game ocidental a tirar a histórica nota máxima na Famitsu! A publicação japonesa mais tradicional da área deu nota 40/40 para o jogo!
-A atualização do 3DS que permitiria gravar vídeos em 3D, entre outras funções novas, e seria lançada em novembro foi adiada para o dia 8 de dezembro.
-Xenoblade Chronicles, RPG japonês sem previsão de lançamento ocidental até então, foi confirmado nas Américas! O jogo deve ser lançado em abril, para Wii.
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Ion Assault HD
Xbox 360
-Voltron
-Elfsquad 7
-Scene it? Movie Night
-Battle Stuff
-Volchaos
-Zombies, Zombies Everywhere!
-NanoSquad
-A Day At GMA's House in Winter
-Turbo Rocket 2
-Dragons vs. Spaceships
Wii
-Marine Life Rescue
-Xmas Puzzle
DS
-Jungle School
-Fix it: Home Improvement Challenge
3DS
-Nano Assault
Destaque da semana: Novembro foi um dos melhores meses de todos os tempos para os games, mas essa ultima semana decepcionou bastante. Nenhum lançamento de peso e nenhuma notícia, o destaque ficou pra Skyrim, jogaço que tirou 40/40 na Famitsu, feito inédito para um game ocidental!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Checkpoint #18
Como todo começo de mês, aqui está a sessão Checkpoint para dar os recados do blog, então vamos a eles!
-Acabou a votação do segundo turno do prêmio Top Blog 2011, e Boteco Gamer não entrou no Top 3 para a finalíssima, mas estamos no Top 100, e isso já é uma grande vitória! Primeiro ano de blog, e já somos um dos 100 melhores do país! Muito obrigado a todos os que votaram!!!
-Já passamos dos 37 mil acessos, e só em novembro foram mais de 3.500! Agradeço mais uma vez, a todos os que acessam o blog!
-A enquete sobre pirataria mostrou que 33% dos leitores não compraram nenhum jogo original esse ano, o que significa que 67% comprou, o que é bom! Sendo que 22% compraram 5 ou mais originais!
-Como estamos em dezembro, vamos eleger os melhores games de 2011 em várias categorias, mas a mais importante fica por conta de vocês! Qual foi o melhor jogo do ano? Vote na enquete, que vai até o fim do mês!
Até o próximo checkpoint!
-Acabou a votação do segundo turno do prêmio Top Blog 2011, e Boteco Gamer não entrou no Top 3 para a finalíssima, mas estamos no Top 100, e isso já é uma grande vitória! Primeiro ano de blog, e já somos um dos 100 melhores do país! Muito obrigado a todos os que votaram!!!
-Já passamos dos 37 mil acessos, e só em novembro foram mais de 3.500! Agradeço mais uma vez, a todos os que acessam o blog!
-A enquete sobre pirataria mostrou que 33% dos leitores não compraram nenhum jogo original esse ano, o que significa que 67% comprou, o que é bom! Sendo que 22% compraram 5 ou mais originais!
-Como estamos em dezembro, vamos eleger os melhores games de 2011 em várias categorias, mas a mais importante fica por conta de vocês! Qual foi o melhor jogo do ano? Vote na enquete, que vai até o fim do mês!
Até o próximo checkpoint!
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Especial - Lego
Uma das coisas que mais marcaram a infância de muitos hoje é tema de vários games. Quem diria que as peças montáveis e coloridas de Lego seriam usadas para "montar" jogos de videogame?
A saga das peças famosas nos jogos começou no PC com Lego Island, lançado em 1997. O game era um action-adventure com cara de sandbox, e que lembra muito Minecraft, principalmente pelo visual. O jogo não tinha um objetivo definido, e você podia cumprir missões como entregar pizzas ou ficar apenas rondando a ilha. É possível customizar o cenário, e tudo é feito de lego, claro!
Depois de vários outros lançamentos como Lego Chess, Lego Racers, Lego Creator, Lego Loco, Legoland, as peças montáveis se tornaram um mito dos games após a parceria com a Warner para fazer Lego Creator: Harry Potter. A partir daí, a franquia deslanchou e fez parte de vários outros universos como Indiana Jones, Star Wars, Piratas do Caribe e Batman.
Os jogos de Lego são sempre muito divertidos, e apresentam releituras dos filmes de uma forma mais cartunesca e engraçada, misturando os elementos da série ou filme com as pecinhas de montar. E cada vez mais os games fazem sucesso, seja qual for a película abordada.
O futuro da franquia já está garantido também. Em 2012, dois jogos já estão confirmados: LEGO Batman 2: DC Super Heroes, para PS3, X360, Wii, 3DS, e os consoles ainda não lançados Vita e Wii U. Também teremos LEGO City Stories para 3DS e Wii U. Sem falar de jogos que ainda não estão confirmados.
Enfim, Lego veio para ficar no mundo dos games, e é muito bem-vindo!
Tema sugerido pelo leitor @gustavocruz094
A saga das peças famosas nos jogos começou no PC com Lego Island, lançado em 1997. O game era um action-adventure com cara de sandbox, e que lembra muito Minecraft, principalmente pelo visual. O jogo não tinha um objetivo definido, e você podia cumprir missões como entregar pizzas ou ficar apenas rondando a ilha. É possível customizar o cenário, e tudo é feito de lego, claro!
Depois de vários outros lançamentos como Lego Chess, Lego Racers, Lego Creator, Lego Loco, Legoland, as peças montáveis se tornaram um mito dos games após a parceria com a Warner para fazer Lego Creator: Harry Potter. A partir daí, a franquia deslanchou e fez parte de vários outros universos como Indiana Jones, Star Wars, Piratas do Caribe e Batman.
Os jogos de Lego são sempre muito divertidos, e apresentam releituras dos filmes de uma forma mais cartunesca e engraçada, misturando os elementos da série ou filme com as pecinhas de montar. E cada vez mais os games fazem sucesso, seja qual for a película abordada.
O futuro da franquia já está garantido também. Em 2012, dois jogos já estão confirmados: LEGO Batman 2: DC Super Heroes, para PS3, X360, Wii, 3DS, e os consoles ainda não lançados Vita e Wii U. Também teremos LEGO City Stories para 3DS e Wii U. Sem falar de jogos que ainda não estão confirmados.
Enfim, Lego veio para ficar no mundo dos games, e é muito bem-vindo!
Tema sugerido pelo leitor @gustavocruz094
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Review #24 - Rayman Origins
A Ubisoft reviveu o herói sem braços Rayman em uma aventura multiplataforma. Confira o review do game aqui no Boteco Gamer:
Ficha Técnica:
Produtora: Ubisoft
Desenvolvedora: Ubisoft
Gênero: Plataforma
Plataformas: PS3, Wii, X360, 3DS*, PS Vita*
Data de Lançamento: 15 de novembro (*as versões de Vita e 3DS ainda não têm data confirmada)
Apresentação: 10
Gráficos: 10
Som: 10
Jogabilidade: 9,0
Diversão: 10
Vida útil: 8,0
NOTA: 9,0
Os videogames evoluíram. Os jogos também se desenvolveram. Ao longo dos anos, muita tecnologia foi implementada, mas a função principal dos games nunca vai mudar: diversão. E essa é a palavra que define Rayman Origins. Nada de gráficos próximos da realidade, roteiros dignos de Hollywood ou física aplicada. A essência do jogo é a diversão, pura e simples. E ele cumpre com maestria esse papel.
Rayman Origins é um dos jogos mais bonitos que eu já vi apesar de gráficos simples e em 2D. Tudo é muito vivo e as cores saltam aos olhos. Muitos elementos se destacam na tela e tudo faz você dar pelo menos um leve sorriso. Desde o checkpoint, que é uma porta com um olho, que para ser aberta é só dar um soco no olho, até algumas plataformas que na verdade são animais com um guarda-chuva, ou um limão espetado num garfo. O jogo é muito alegre e divertido, por isso os gráficos são tão incríveis apesar de tecnicamente simples. A parte sonora é impecável. Músicas que determinam o ritmo do jogo e são muito agradáveis, ao ponto de se cantarolar enquanto joga. Alguns elementos da fase alteram a música, fazendo com que a jogatina esteja sempre fluindo muito bem.
Os controles respondem razoavelmente bem, mas o que torna o jogo difícil é o fato de que Rayman não pode acumular corações para aumentar a vida. Se você tiver um coração, pode levar dano duas vezes. Se não tiver nenhum, qualquer arranhão é fatal. Nas primeiras fases isso não é problema, mas à medida que o game avança, o desafio fica maior, o que é excelente. Origins é um game à moda antiga, sem tutoriais, mas com muita coisa pra coletar e dificuldade no ponto certo.
O design das fases não é nada menos que genial, com muita ação no bom e velho gênero plataforma 2D. E os estágios são bem variados, com fases de água, gelo, fogo, floresta, deserto, entre outros. Até mesmo algumas fases onde você voa montado num mosquito gigante, e atira no maior estilo Space Invaders, mas com progressão lateral. Ou então fases secretas nas quais você persegue um baú de tesouro, e no final, alcança ele e tem sua recompensa. E cada um dos mundos tem uma temática bem interessante, como o deserto que tem tema musical, ou o de gelo, onde quase tudo é feito de comida.
O game tem multiplayer para até quatro jogadores, e uma ampla gama de personagens jogáveis. Não é só o herói sem braços que pode ser controlado, mas todos os amigos dele, e em cores diferentes, que vão sendo destravados ao longo do jogo. A quantidade de coisas para coletar ajuda a aumentar a vida útil do game, mas infelizmente, a duração do jogo é bem pequena. Em um ou dois dias é possível fechar o jogo, pois cada fase pode ser completada em cerca de cinco minutos.
O único defeito de Rayman Origins é que ele acaba. Seria bom se tivesse mais fases para aumentar a quantidade de horas de jogo necessárias. Mas ainda assim Origins é um dos melhores jogos do ano, e o melhor platformer 2D de 2011. Aliás, o game é tão incrível que os mais sedentos por inovação nem vão lembrar que é tudo em duas dimensões, desenhado á mão como um cartum.
Rayman Origins faz jus ao nome, resgata as origens do gênero relembrando os tradicionais platformers da década de 90 mas com um level design muito atual, mesclando clássico e novo. Jogo recomendadíssimo aos fãs do gênero e definitivamente um dos melhores de 2011. Rayman está de volta em grande estilo.
Ficha Técnica:
Produtora: Ubisoft
Desenvolvedora: Ubisoft
Gênero: Plataforma
Plataformas: PS3, Wii, X360, 3DS*, PS Vita*
Data de Lançamento: 15 de novembro (*as versões de Vita e 3DS ainda não têm data confirmada)
Apresentação: 10
Gráficos: 10
Som: 10
Jogabilidade: 9,0
Diversão: 10
Vida útil: 8,0
NOTA: 9,0
Os videogames evoluíram. Os jogos também se desenvolveram. Ao longo dos anos, muita tecnologia foi implementada, mas a função principal dos games nunca vai mudar: diversão. E essa é a palavra que define Rayman Origins. Nada de gráficos próximos da realidade, roteiros dignos de Hollywood ou física aplicada. A essência do jogo é a diversão, pura e simples. E ele cumpre com maestria esse papel.
Rayman Origins é um dos jogos mais bonitos que eu já vi apesar de gráficos simples e em 2D. Tudo é muito vivo e as cores saltam aos olhos. Muitos elementos se destacam na tela e tudo faz você dar pelo menos um leve sorriso. Desde o checkpoint, que é uma porta com um olho, que para ser aberta é só dar um soco no olho, até algumas plataformas que na verdade são animais com um guarda-chuva, ou um limão espetado num garfo. O jogo é muito alegre e divertido, por isso os gráficos são tão incríveis apesar de tecnicamente simples. A parte sonora é impecável. Músicas que determinam o ritmo do jogo e são muito agradáveis, ao ponto de se cantarolar enquanto joga. Alguns elementos da fase alteram a música, fazendo com que a jogatina esteja sempre fluindo muito bem.
Os controles respondem razoavelmente bem, mas o que torna o jogo difícil é o fato de que Rayman não pode acumular corações para aumentar a vida. Se você tiver um coração, pode levar dano duas vezes. Se não tiver nenhum, qualquer arranhão é fatal. Nas primeiras fases isso não é problema, mas à medida que o game avança, o desafio fica maior, o que é excelente. Origins é um game à moda antiga, sem tutoriais, mas com muita coisa pra coletar e dificuldade no ponto certo.
O design das fases não é nada menos que genial, com muita ação no bom e velho gênero plataforma 2D. E os estágios são bem variados, com fases de água, gelo, fogo, floresta, deserto, entre outros. Até mesmo algumas fases onde você voa montado num mosquito gigante, e atira no maior estilo Space Invaders, mas com progressão lateral. Ou então fases secretas nas quais você persegue um baú de tesouro, e no final, alcança ele e tem sua recompensa. E cada um dos mundos tem uma temática bem interessante, como o deserto que tem tema musical, ou o de gelo, onde quase tudo é feito de comida.
O game tem multiplayer para até quatro jogadores, e uma ampla gama de personagens jogáveis. Não é só o herói sem braços que pode ser controlado, mas todos os amigos dele, e em cores diferentes, que vão sendo destravados ao longo do jogo. A quantidade de coisas para coletar ajuda a aumentar a vida útil do game, mas infelizmente, a duração do jogo é bem pequena. Em um ou dois dias é possível fechar o jogo, pois cada fase pode ser completada em cerca de cinco minutos.
O único defeito de Rayman Origins é que ele acaba. Seria bom se tivesse mais fases para aumentar a quantidade de horas de jogo necessárias. Mas ainda assim Origins é um dos melhores jogos do ano, e o melhor platformer 2D de 2011. Aliás, o game é tão incrível que os mais sedentos por inovação nem vão lembrar que é tudo em duas dimensões, desenhado á mão como um cartum.
Rayman Origins faz jus ao nome, resgata as origens do gênero relembrando os tradicionais platformers da década de 90 mas com um level design muito atual, mesclando clássico e novo. Jogo recomendadíssimo aos fãs do gênero e definitivamente um dos melhores de 2011. Rayman está de volta em grande estilo.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Análise musical de Super Mario World
Eu já falei sobre o assunto aqui no blog esse mês mas é impossível negar que games e música estejam intimamente ligados. E ás vezes a música não é notada ou não é tida como elemento principal do jogo, mas com certeza cumpre um papel fundamental no gameplay. A influência que os sons exercem no que o jogador sente se mostra muito bem na análise da trilha sonora de Super Mario World feita nesse vídeo.
Genial essa análise! Provando que a música afeta, e muito, os sentimentos, e é parte integrante de todo e qualquer bom jogo.
Dica do leitor @rodrifz
Fonte
Se você que já jogou o game, acha que sabe tudo sobre ele, prepare-se pra descobrir coisas que NUNCA notou em SMW:
Genial essa análise! Provando que a música afeta, e muito, os sentimentos, e é parte integrante de todo e qualquer bom jogo.
Dica do leitor @rodrifz
Fonte
domingo, 27 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Píxels da Semana #62
Mais uma sexta feira, mais uma edição dos píxels da semana!
-Metal Gear Solid 5 confirmado!
-3DS terá conteúdo pago para download, e novos bundles foram anunciados:
Um deles vem com Zelda OoT, e é preto com detalhes em dourado. O outro é vermelho e vem com Super Mario 3D Land.
-Wii brasileiro custará 699 reais, e os jogos da linha "Nintendo Select" como Zelda Twilight Princess e Mario Galaxy serão vendidos por 79 reais. Boa oportunidade pra comprar jogos nesse fim de ano, hein?
-Chrono Trigger vai ganhar mais um relançamento! O RPG feito pelo dream team do desenvolvimento será lançado para iPhone e iPad!
Lançamentos da Semana
Playstation 3
-The King of Fighters XIII
-WWE '12
-Tekken Hybrid
Xbox 360
-The King of Fighters XIII
-WWE '12
-Hole in the Wall: Deluxe Edition
-Karaoke Revolution Glee: Volume 3
-National Geographic Challenge!
Wii
-The Legend of Zelda: Skyward Sword
-WWE '12
-Fishing Resort
-Get Up And Dance
-Power Rangers Samurai
-Jimmie Johnson's Anything With And Engine
-National Geographic Challenge!
DS
-Power Rangers Samurai
PSP
-Corpse Party
-Psycho Soldier
-Ikari Warriors II: Victory Road
3DS
-Sonic Generations
-WWA All Stars
-F1 2011
-Carnival Games: Wild West 3D
-Nano Assault
Destaque da semana: Zelda!
-Metal Gear Solid 5 confirmado!
-3DS terá conteúdo pago para download, e novos bundles foram anunciados:
Um deles vem com Zelda OoT, e é preto com detalhes em dourado. O outro é vermelho e vem com Super Mario 3D Land.
-Wii brasileiro custará 699 reais, e os jogos da linha "Nintendo Select" como Zelda Twilight Princess e Mario Galaxy serão vendidos por 79 reais. Boa oportunidade pra comprar jogos nesse fim de ano, hein?
-Chrono Trigger vai ganhar mais um relançamento! O RPG feito pelo dream team do desenvolvimento será lançado para iPhone e iPad!
Lançamentos da Semana
Playstation 3
-The King of Fighters XIII
-WWE '12
-Tekken Hybrid
Xbox 360
-The King of Fighters XIII
-WWE '12
-Hole in the Wall: Deluxe Edition
-Karaoke Revolution Glee: Volume 3
-National Geographic Challenge!
Wii
-The Legend of Zelda: Skyward Sword
-WWE '12
-Fishing Resort
-Get Up And Dance
-Power Rangers Samurai
-Jimmie Johnson's Anything With And Engine
-National Geographic Challenge!
DS
-Power Rangers Samurai
PSP
-Corpse Party
-Psycho Soldier
-Ikari Warriors II: Victory Road
3DS
-Sonic Generations
-WWA All Stars
-F1 2011
-Carnival Games: Wild West 3D
-Nano Assault
Destaque da semana: Zelda!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Bate Papo #2 - Lucas Patrício
Na semana passada, falamos com a banda DustUp sobre jogos e música. A segunda entrevista do Boteco Gamer é com um grande profissional do ramo de games: Lucas Patrício! Aquele mesmo da Nintendo World, EGW, Rolling Stone, que tem um vlog sobre games no Youtube, etc. Ou seja, o entrevistado de hoje é um grande entendedor do assunto! (@Lucas_Patricio)
Você é um dos grandes nomes do jornalismo de games no Brasil. Como foi o começo da sua carreira?
Lucas Patrício: Eu comecei em 2005 em um programa de TV chamado Santa Games, televisionado na Baixada Santista, São Paulo, na emissora Santa Cecília. Lá eu fazia de tudo; desde jogar, narrar os textos que escrevia e gravar as imagens até reportagens e merchandising nas lojas patrocinadoras. Depois, comecei a escrever nas revistas EGM Brasil e Nintendo World, da editora Tambor - onde fiquei um tempo na redação. Saí da Tambor, mas continuei colaborando para as revistas. Hoje, sou o colaborador mais antigo - completam-se quatro anos agora em novembro. Esse foi o início da minha "carreira com games".
Muita gente (como eu) pensa que o jornalismo "gamístico" é o emprego dos sonhos, por se trabalhar com jogos. Como é a rotina de um jornalista desse ramo?
É um trabalho como qualquer outro do jornalismo. Se você trabalha em uma redação, a sensação é ainda maior. Você tem metas, prazos e obrigações que nem sempre são divertidas. Mas claro que é bom trabalhar com o que se gosta. Eu sempre digo que ser jornalista de games é tão bom para um fã de jogos quanto ser jornalista esportivo para quem ama esporte. É uma questão de fazer o que você gosta, porque assim os resultados sempre são melhores.
Quais são seus games favoritos?
Gosto muito da série Halo e demais jogos de tiro em primeira pessoa. Mas também sou muito fã de Xenogears, Grandia e Final Fantasy VIII.
E quais foram os melhores jogos de 2011 na sua opinião?
Esse ano estou dividido. Ainda não joguei o Skyrim, mas acho que a briga será entre ele, Batman e Modern Warfare 3. Fiquei um pouco decepcionado com Uncharted 3 - que era meu favorito. Super Mario 3D Land também é um jogão e, pessoalmente, Portal 2 é um dos meus favoritos.
O meu blog está com uma enquete sobre pirataria, perguntando quantos jogos originais os leitores compraram esse ano, e cerca de 30% votou em "nenhum". Qual é a sua posição sobre a pirataria no Brasil, e como detê-la?
Pirataria é crime, ponto final. Eu só compro jogos originais e incentivo todos a fazer o mesmo. O problema é que o jogador brasileiro ficou mal acostumado com a época do PlayStation 2 onde os jogos originais eram bem mais difíceis de se encontrar. Hoje, existe mercado de usados e jogos a ótimos preços. Quem compra um console por mais de R$1,000 não pode dizer que não tem dinheiro para os jogos. É só perder a mania de querer ter todos ao mesmo tempo.
Como você vê o futuro do Brasil nos games, agora que estamos ganhando importância internacional?
O Brasil não é mais promessa. Em 2011 ele se tornou realidade. Em menos de cinco anos vamos ultrapassar o mercado Mexicano e nos tornar o mais importante da América depois do Canadá e dos Estados Unidos. Somos um país de economia forte, estamos muito bem vistos pelas empresas internacionais. É um ótimo momento para ser gamer no Brasil.
E pra terminar, dê um recado pra todos os leitores do Boteco Gamer!
Agradeço o convite e convido todos a acompanhar meu trabalho nas revistas EGW e Nintendo World e no site INFO, da editora Abril. Quem quiser conversar, só me seguir no Twitter: @Lucas_Patricio
O Boteco Gamer agradece muito a participação do Lucas Patrício!
É isso aí, esse foi mais um Bate Papo!
Você é um dos grandes nomes do jornalismo de games no Brasil. Como foi o começo da sua carreira?
Lucas Patrício: Eu comecei em 2005 em um programa de TV chamado Santa Games, televisionado na Baixada Santista, São Paulo, na emissora Santa Cecília. Lá eu fazia de tudo; desde jogar, narrar os textos que escrevia e gravar as imagens até reportagens e merchandising nas lojas patrocinadoras. Depois, comecei a escrever nas revistas EGM Brasil e Nintendo World, da editora Tambor - onde fiquei um tempo na redação. Saí da Tambor, mas continuei colaborando para as revistas. Hoje, sou o colaborador mais antigo - completam-se quatro anos agora em novembro. Esse foi o início da minha "carreira com games".
Muita gente (como eu) pensa que o jornalismo "gamístico" é o emprego dos sonhos, por se trabalhar com jogos. Como é a rotina de um jornalista desse ramo?
É um trabalho como qualquer outro do jornalismo. Se você trabalha em uma redação, a sensação é ainda maior. Você tem metas, prazos e obrigações que nem sempre são divertidas. Mas claro que é bom trabalhar com o que se gosta. Eu sempre digo que ser jornalista de games é tão bom para um fã de jogos quanto ser jornalista esportivo para quem ama esporte. É uma questão de fazer o que você gosta, porque assim os resultados sempre são melhores.
Quais são seus games favoritos?
Gosto muito da série Halo e demais jogos de tiro em primeira pessoa. Mas também sou muito fã de Xenogears, Grandia e Final Fantasy VIII.
E quais foram os melhores jogos de 2011 na sua opinião?
Esse ano estou dividido. Ainda não joguei o Skyrim, mas acho que a briga será entre ele, Batman e Modern Warfare 3. Fiquei um pouco decepcionado com Uncharted 3 - que era meu favorito. Super Mario 3D Land também é um jogão e, pessoalmente, Portal 2 é um dos meus favoritos.
O meu blog está com uma enquete sobre pirataria, perguntando quantos jogos originais os leitores compraram esse ano, e cerca de 30% votou em "nenhum". Qual é a sua posição sobre a pirataria no Brasil, e como detê-la?
Pirataria é crime, ponto final. Eu só compro jogos originais e incentivo todos a fazer o mesmo. O problema é que o jogador brasileiro ficou mal acostumado com a época do PlayStation 2 onde os jogos originais eram bem mais difíceis de se encontrar. Hoje, existe mercado de usados e jogos a ótimos preços. Quem compra um console por mais de R$1,000 não pode dizer que não tem dinheiro para os jogos. É só perder a mania de querer ter todos ao mesmo tempo.
Como você vê o futuro do Brasil nos games, agora que estamos ganhando importância internacional?
O Brasil não é mais promessa. Em 2011 ele se tornou realidade. Em menos de cinco anos vamos ultrapassar o mercado Mexicano e nos tornar o mais importante da América depois do Canadá e dos Estados Unidos. Somos um país de economia forte, estamos muito bem vistos pelas empresas internacionais. É um ótimo momento para ser gamer no Brasil.
E pra terminar, dê um recado pra todos os leitores do Boteco Gamer!
Agradeço o convite e convido todos a acompanhar meu trabalho nas revistas EGW e Nintendo World e no site INFO, da editora Abril. Quem quiser conversar, só me seguir no Twitter: @Lucas_Patricio
O Boteco Gamer agradece muito a participação do Lucas Patrício!
É isso aí, esse foi mais um Bate Papo!
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Black Friday: um "boom" nas vendas de games!
Desde o começo do ano, eu venho cobrindo os lançamentos de todos os jogos e noticiando tudo nos Píxels da Semana, a sessão de notícias do blog que é publicada toda sexta feira. E em agosto eu até cheguei a falar sobre uma seca de jogos, que talvez seria resolvida no final do ano. A partir do fim de setembro, os bons lançamentos começaram a surgir em maior número. Novembro tem sido o melhor mês do ano, com vário jogos bons. E isso tem um motivo!
E é o mesmo motivo da multidão dessa foto. NÃO! Não, é o apocalipse zumbi (ainda). É a "Black Friday", ou "sexta feira negra" numa tradução literal. Esse é o dia de ação de graças nos EUA, o dia mais importante para o comércio norte americano. Mais até que o natal. Se você já ouviu falar sobre a Black Friday, sabe que é uma loucura, e que videogames são vendidos como água. E a preço de banana.
Se você estiver disposto a aguentar uma fila absurda, empurra-empurra e toda a promiscuidade de uma liquidação dessas, pode levar, por exemplo um Wii por 99 doletas, ou um X360 por $139. Mas além de consoles, os jogos também ficam a preços baixíssimos, como Batman por $28 e Assassin's Creed por $34. E é ai que entra a seca do meio do ano. As produtoras aguardam essa época pra lançar seus games e vender mais.
Zelda Skyward Sword, Uncharted 3, Assassin's Creed Revelations, Batman Arkham City, Rayman Origins, Mario 3D Land, Skyrim, Gears of War, Modern Warfare 3, Battlefield 3, Metal Gear Solid... todos esses jogaços foram lançados nas últimas semanas para aproveitar o fluxo de vendas gigantesco da Black Friday.
E é isso que explica a falta de jogos no meio do ano e o boom de lançamentos em novembro.
E é o mesmo motivo da multidão dessa foto. NÃO! Não, é o apocalipse zumbi (ainda). É a "Black Friday", ou "sexta feira negra" numa tradução literal. Esse é o dia de ação de graças nos EUA, o dia mais importante para o comércio norte americano. Mais até que o natal. Se você já ouviu falar sobre a Black Friday, sabe que é uma loucura, e que videogames são vendidos como água. E a preço de banana.
Se você estiver disposto a aguentar uma fila absurda, empurra-empurra e toda a promiscuidade de uma liquidação dessas, pode levar, por exemplo um Wii por 99 doletas, ou um X360 por $139. Mas além de consoles, os jogos também ficam a preços baixíssimos, como Batman por $28 e Assassin's Creed por $34. E é ai que entra a seca do meio do ano. As produtoras aguardam essa época pra lançar seus games e vender mais.
Zelda Skyward Sword, Uncharted 3, Assassin's Creed Revelations, Batman Arkham City, Rayman Origins, Mario 3D Land, Skyrim, Gears of War, Modern Warfare 3, Battlefield 3, Metal Gear Solid... todos esses jogaços foram lançados nas últimas semanas para aproveitar o fluxo de vendas gigantesco da Black Friday.
E é isso que explica a falta de jogos no meio do ano e o boom de lançamentos em novembro.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
A importância da inovação
Muitas séries incríveis e de muito sucesso começam a decair nas vendas e na recepção da crítica ao longo dos anos, mesmo mantendo o nível de seus games. Esse fenômeno acontece por uma coisa simples, mas às vezes bem difícil de solucionar: ausência de inovação! Um bom exemplo pra ilustrar essa situação é Need For Speed.
A série teve seu auge na geração passada, principalmente nos incríveis jogos de Play 2. Os produtores seguiram a linha de pensamento que diz que em time que está ganhando não se mexe, e mantiveram todas as características da franquia nos jogos que vieram a seguir. Tecnicamente, os games não são ruins, mas parecia mais do mesmo. Ontem eu disse no review de Modern Warfare 3 que mais do mesmo não era algo ruim, mas essa afirmação é verdadeira até certo ponto.
A falta de mudanças em uma série que tem lançamentos frequentes como NFS, e até CoD, pode fazer os jogos ficarem estagnados. Os games mais recentes de Need For Speed tentam mudar esse quadro, mas as inovações deles não têm sido bem vindas pelo público. Pior ainda se a concorrência inovar e mudar para melhor. Esse é o caso de PES.
A série de jogos de futebol da Konami sempre foi líder do segmento. Porém nos últimos anos, a EA Sports caprichou e conseguiu aprimorar o FIFA até que ele conquistasse os fãs do concorrente e tomasse a frente nas vendas. Agora os games da série PES vem tentando inovar, em vão, para retomar a ponta.
Talvez esse tenha sido um dos fatores para a "morte" da série Guitar Hero, e da queda brusca de Tony Hawk. Ambas tiveram seus ápices no Playstation 2, não inovaram desde então, e foram passadas para trás por Rock Band e Skate. Mas e quando o game inova e era melhor ter ficado como antes?
O grande rival do Mario nos anos 90 sempre teve jogos de sucesso que são clássicos até hoje. Sonic é um ícone dos videogames. Porém, com a descontinuação dos consoles da Sega e a transição do 2D para o 3D, o ouriço não conseguiu emplacar mais nenhum jogo. E as tentativas de inovar não foram poucas. Contando histórias clássicas, como em Sonic and the Secret Rings, Sonic Riders, Sonic Unleashed, Sonic and the Black Knight, Sonic Colors... cada um com uma mudança significativa, mas que foi um fracasso.
Agora a série tenta resgatar seu prestígio com Sonic Generations, que apesar de um ou outra nota boa em reviews importantes, não vai bem no geral, e não impressionou. Na minha opinião, um game igual Sonic Unleashed, mas sem as fases do "lobisonic" ficaria excelente, e seria um grande passo para voltar ao auge.
Call of Duty é uma série que está no seu auge, mas se os desenvolvedores não pensarem em ótimas formas de inovação para os próximos jogos, é bem possível que a franquia tome o mesmo rumo de NFS, Tony Hawk, Guitar Hero e Sonic, infelizmente. E é bom lembrar que a concorrência no gênero FPS é bem acirrada...
Enfim, inovar é bom ou não? Claro que é, e faz bem para a série. Porém as mudanças têm que ser para melhor, para que a franquia tenha novos ares e não caia no esquecimento. Essa é a importância da inovação!
A série teve seu auge na geração passada, principalmente nos incríveis jogos de Play 2. Os produtores seguiram a linha de pensamento que diz que em time que está ganhando não se mexe, e mantiveram todas as características da franquia nos jogos que vieram a seguir. Tecnicamente, os games não são ruins, mas parecia mais do mesmo. Ontem eu disse no review de Modern Warfare 3 que mais do mesmo não era algo ruim, mas essa afirmação é verdadeira até certo ponto.
A falta de mudanças em uma série que tem lançamentos frequentes como NFS, e até CoD, pode fazer os jogos ficarem estagnados. Os games mais recentes de Need For Speed tentam mudar esse quadro, mas as inovações deles não têm sido bem vindas pelo público. Pior ainda se a concorrência inovar e mudar para melhor. Esse é o caso de PES.
A série de jogos de futebol da Konami sempre foi líder do segmento. Porém nos últimos anos, a EA Sports caprichou e conseguiu aprimorar o FIFA até que ele conquistasse os fãs do concorrente e tomasse a frente nas vendas. Agora os games da série PES vem tentando inovar, em vão, para retomar a ponta.
Talvez esse tenha sido um dos fatores para a "morte" da série Guitar Hero, e da queda brusca de Tony Hawk. Ambas tiveram seus ápices no Playstation 2, não inovaram desde então, e foram passadas para trás por Rock Band e Skate. Mas e quando o game inova e era melhor ter ficado como antes?
O grande rival do Mario nos anos 90 sempre teve jogos de sucesso que são clássicos até hoje. Sonic é um ícone dos videogames. Porém, com a descontinuação dos consoles da Sega e a transição do 2D para o 3D, o ouriço não conseguiu emplacar mais nenhum jogo. E as tentativas de inovar não foram poucas. Contando histórias clássicas, como em Sonic and the Secret Rings, Sonic Riders, Sonic Unleashed, Sonic and the Black Knight, Sonic Colors... cada um com uma mudança significativa, mas que foi um fracasso.
Agora a série tenta resgatar seu prestígio com Sonic Generations, que apesar de um ou outra nota boa em reviews importantes, não vai bem no geral, e não impressionou. Na minha opinião, um game igual Sonic Unleashed, mas sem as fases do "lobisonic" ficaria excelente, e seria um grande passo para voltar ao auge.
Call of Duty é uma série que está no seu auge, mas se os desenvolvedores não pensarem em ótimas formas de inovação para os próximos jogos, é bem possível que a franquia tome o mesmo rumo de NFS, Tony Hawk, Guitar Hero e Sonic, infelizmente. E é bom lembrar que a concorrência no gênero FPS é bem acirrada...
Enfim, inovar é bom ou não? Claro que é, e faz bem para a série. Porém as mudanças têm que ser para melhor, para que a franquia tenha novos ares e não caia no esquecimento. Essa é a importância da inovação!
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