Na semana passada, a Sony fez um evento em Londres para falar sobre o PS Vita, revelou MotorStorm RC e Unit 13, dois jogos que serão lançados para o portátil, e permitiu que jornalistas testassem o aparelho. O Playstation Blog mostrou esse vídeo sobre o twitter do Vita:
O Vita deve ser lançado dia 17 de dezembro no Japão e 22 de fevereiro no ocidente!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
DLC: uma adição bem vinda?
Com o advento da Internet nos consoles, as desenvolvedoras começaram a criar conteúdo para download que adiciona coisas aos games. Claro que isso é uma boa ideia, e permite atualizações e correção de bugs, entre outras coisas. Porém, de uns tempos pra cá as empresas vêm exagerando no lançamento de DLCs e ganhando bastante dinheiro em cima de atualizações frequentes. Será que o conteúdo baixável é uma novidade boa?
Os DLCs adicionam novas fases, mapas, personagens, missões, entre outras coisas dependendo do jogo. Como todas as coisas têm um lado bom e um lado ruim, aqui não é exceção. O conteúdo baixado é uma novidade legal pois aumenta a vida útil dos jogos e cria novas experiências. Agora o jogo não acaba quando termina, e muitas vezes as DLCs adicionam coisas importantes.
Mas na maioria das vezes são coisas que poderiam muito bem ter vindo no CD que você comprou com seu suado dinheiro, mas a empresa optou por adicionar o conteúdo para download pago, e ganhar um dinheiro extra. Ou seja, você paga pelo jogo duas vezes! Claro que o preço da DLC é bem inferior ao preço do jogo em si, mas ainda assim é um absurdo pagar por uma parte de um jogo que você comprou.
E o pior é que muitas vezes esse conteúdo está presente no disco do jogo desde seu lançamento, mas a DLC simplesmente o destrava, como é o caso de Soul Calibur IV. Você paga por uma coisa que já tinha comprado, mas estava "trancada" e você precisa da "chave". Já em Portal 2, a DLC foi totalmente gratuita, e serviu para melhorar a experiência pro jogo sem fins lucrativos da empresa. Afinal, se você comprou o jogo, por que pagar por ele de novo?
Cada vez mais as DLCs estão presentes no dia-a-dia dos gamers, fazendo parte do cotidiano e sendo baixadas por muitas pessoas. Claro que é uma adição bem vinda, desde que as produtoras não abusem desse recurso para ganhar dinheiro extra em cima de conteúdo extra.
Os DLCs adicionam novas fases, mapas, personagens, missões, entre outras coisas dependendo do jogo. Como todas as coisas têm um lado bom e um lado ruim, aqui não é exceção. O conteúdo baixado é uma novidade legal pois aumenta a vida útil dos jogos e cria novas experiências. Agora o jogo não acaba quando termina, e muitas vezes as DLCs adicionam coisas importantes.
Mas na maioria das vezes são coisas que poderiam muito bem ter vindo no CD que você comprou com seu suado dinheiro, mas a empresa optou por adicionar o conteúdo para download pago, e ganhar um dinheiro extra. Ou seja, você paga pelo jogo duas vezes! Claro que o preço da DLC é bem inferior ao preço do jogo em si, mas ainda assim é um absurdo pagar por uma parte de um jogo que você comprou.
E o pior é que muitas vezes esse conteúdo está presente no disco do jogo desde seu lançamento, mas a DLC simplesmente o destrava, como é o caso de Soul Calibur IV. Você paga por uma coisa que já tinha comprado, mas estava "trancada" e você precisa da "chave". Já em Portal 2, a DLC foi totalmente gratuita, e serviu para melhorar a experiência pro jogo sem fins lucrativos da empresa. Afinal, se você comprou o jogo, por que pagar por ele de novo?
Cada vez mais as DLCs estão presentes no dia-a-dia dos gamers, fazendo parte do cotidiano e sendo baixadas por muitas pessoas. Claro que é uma adição bem vinda, desde que as produtoras não abusem desse recurso para ganhar dinheiro extra em cima de conteúdo extra.
domingo, 4 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Píxels da Semana #63
Sexta feira, dia de notícias no Boteco Gamer! Vamos às principais notícias do mundos dos games:
-Rumores de que o Kinect 2 será lançado junto com o Xbox 720, talvez em 2013! E o aparelho seria tão preciso que até leitura labial ele seria capaz de realizar! Nada confirmado ainda...
-Skyrim é o primeiro game ocidental a tirar a histórica nota máxima na Famitsu! A publicação japonesa mais tradicional da área deu nota 40/40 para o jogo!
-A atualização do 3DS que permitiria gravar vídeos em 3D, entre outras funções novas, e seria lançada em novembro foi adiada para o dia 8 de dezembro.
-Xenoblade Chronicles, RPG japonês sem previsão de lançamento ocidental até então, foi confirmado nas Américas! O jogo deve ser lançado em abril, para Wii.
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Ion Assault HD
Xbox 360
-Voltron
-Elfsquad 7
-Scene it? Movie Night
-Battle Stuff
-Volchaos
-Zombies, Zombies Everywhere!
-NanoSquad
-A Day At GMA's House in Winter
-Turbo Rocket 2
-Dragons vs. Spaceships
Wii
-Marine Life Rescue
-Xmas Puzzle
DS
-Jungle School
-Fix it: Home Improvement Challenge
3DS
-Nano Assault
Destaque da semana: Novembro foi um dos melhores meses de todos os tempos para os games, mas essa ultima semana decepcionou bastante. Nenhum lançamento de peso e nenhuma notícia, o destaque ficou pra Skyrim, jogaço que tirou 40/40 na Famitsu, feito inédito para um game ocidental!
-Rumores de que o Kinect 2 será lançado junto com o Xbox 720, talvez em 2013! E o aparelho seria tão preciso que até leitura labial ele seria capaz de realizar! Nada confirmado ainda...
-Skyrim é o primeiro game ocidental a tirar a histórica nota máxima na Famitsu! A publicação japonesa mais tradicional da área deu nota 40/40 para o jogo!
-A atualização do 3DS que permitiria gravar vídeos em 3D, entre outras funções novas, e seria lançada em novembro foi adiada para o dia 8 de dezembro.
-Xenoblade Chronicles, RPG japonês sem previsão de lançamento ocidental até então, foi confirmado nas Américas! O jogo deve ser lançado em abril, para Wii.
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Ion Assault HD
Xbox 360
-Voltron
-Elfsquad 7
-Scene it? Movie Night
-Battle Stuff
-Volchaos
-Zombies, Zombies Everywhere!
-NanoSquad
-A Day At GMA's House in Winter
-Turbo Rocket 2
-Dragons vs. Spaceships
Wii
-Marine Life Rescue
-Xmas Puzzle
DS
-Jungle School
-Fix it: Home Improvement Challenge
3DS
-Nano Assault
Destaque da semana: Novembro foi um dos melhores meses de todos os tempos para os games, mas essa ultima semana decepcionou bastante. Nenhum lançamento de peso e nenhuma notícia, o destaque ficou pra Skyrim, jogaço que tirou 40/40 na Famitsu, feito inédito para um game ocidental!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Checkpoint #18
Como todo começo de mês, aqui está a sessão Checkpoint para dar os recados do blog, então vamos a eles!
-Acabou a votação do segundo turno do prêmio Top Blog 2011, e Boteco Gamer não entrou no Top 3 para a finalíssima, mas estamos no Top 100, e isso já é uma grande vitória! Primeiro ano de blog, e já somos um dos 100 melhores do país! Muito obrigado a todos os que votaram!!!
-Já passamos dos 37 mil acessos, e só em novembro foram mais de 3.500! Agradeço mais uma vez, a todos os que acessam o blog!
-A enquete sobre pirataria mostrou que 33% dos leitores não compraram nenhum jogo original esse ano, o que significa que 67% comprou, o que é bom! Sendo que 22% compraram 5 ou mais originais!
-Como estamos em dezembro, vamos eleger os melhores games de 2011 em várias categorias, mas a mais importante fica por conta de vocês! Qual foi o melhor jogo do ano? Vote na enquete, que vai até o fim do mês!
Até o próximo checkpoint!
-Acabou a votação do segundo turno do prêmio Top Blog 2011, e Boteco Gamer não entrou no Top 3 para a finalíssima, mas estamos no Top 100, e isso já é uma grande vitória! Primeiro ano de blog, e já somos um dos 100 melhores do país! Muito obrigado a todos os que votaram!!!
-Já passamos dos 37 mil acessos, e só em novembro foram mais de 3.500! Agradeço mais uma vez, a todos os que acessam o blog!
-A enquete sobre pirataria mostrou que 33% dos leitores não compraram nenhum jogo original esse ano, o que significa que 67% comprou, o que é bom! Sendo que 22% compraram 5 ou mais originais!
-Como estamos em dezembro, vamos eleger os melhores games de 2011 em várias categorias, mas a mais importante fica por conta de vocês! Qual foi o melhor jogo do ano? Vote na enquete, que vai até o fim do mês!
Até o próximo checkpoint!
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Especial - Lego
Uma das coisas que mais marcaram a infância de muitos hoje é tema de vários games. Quem diria que as peças montáveis e coloridas de Lego seriam usadas para "montar" jogos de videogame?
A saga das peças famosas nos jogos começou no PC com Lego Island, lançado em 1997. O game era um action-adventure com cara de sandbox, e que lembra muito Minecraft, principalmente pelo visual. O jogo não tinha um objetivo definido, e você podia cumprir missões como entregar pizzas ou ficar apenas rondando a ilha. É possível customizar o cenário, e tudo é feito de lego, claro!
Depois de vários outros lançamentos como Lego Chess, Lego Racers, Lego Creator, Lego Loco, Legoland, as peças montáveis se tornaram um mito dos games após a parceria com a Warner para fazer Lego Creator: Harry Potter. A partir daí, a franquia deslanchou e fez parte de vários outros universos como Indiana Jones, Star Wars, Piratas do Caribe e Batman.
Os jogos de Lego são sempre muito divertidos, e apresentam releituras dos filmes de uma forma mais cartunesca e engraçada, misturando os elementos da série ou filme com as pecinhas de montar. E cada vez mais os games fazem sucesso, seja qual for a película abordada.
O futuro da franquia já está garantido também. Em 2012, dois jogos já estão confirmados: LEGO Batman 2: DC Super Heroes, para PS3, X360, Wii, 3DS, e os consoles ainda não lançados Vita e Wii U. Também teremos LEGO City Stories para 3DS e Wii U. Sem falar de jogos que ainda não estão confirmados.
Enfim, Lego veio para ficar no mundo dos games, e é muito bem-vindo!
Tema sugerido pelo leitor @gustavocruz094
A saga das peças famosas nos jogos começou no PC com Lego Island, lançado em 1997. O game era um action-adventure com cara de sandbox, e que lembra muito Minecraft, principalmente pelo visual. O jogo não tinha um objetivo definido, e você podia cumprir missões como entregar pizzas ou ficar apenas rondando a ilha. É possível customizar o cenário, e tudo é feito de lego, claro!
Depois de vários outros lançamentos como Lego Chess, Lego Racers, Lego Creator, Lego Loco, Legoland, as peças montáveis se tornaram um mito dos games após a parceria com a Warner para fazer Lego Creator: Harry Potter. A partir daí, a franquia deslanchou e fez parte de vários outros universos como Indiana Jones, Star Wars, Piratas do Caribe e Batman.
Os jogos de Lego são sempre muito divertidos, e apresentam releituras dos filmes de uma forma mais cartunesca e engraçada, misturando os elementos da série ou filme com as pecinhas de montar. E cada vez mais os games fazem sucesso, seja qual for a película abordada.
O futuro da franquia já está garantido também. Em 2012, dois jogos já estão confirmados: LEGO Batman 2: DC Super Heroes, para PS3, X360, Wii, 3DS, e os consoles ainda não lançados Vita e Wii U. Também teremos LEGO City Stories para 3DS e Wii U. Sem falar de jogos que ainda não estão confirmados.
Enfim, Lego veio para ficar no mundo dos games, e é muito bem-vindo!
Tema sugerido pelo leitor @gustavocruz094
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Review #24 - Rayman Origins
A Ubisoft reviveu o herói sem braços Rayman em uma aventura multiplataforma. Confira o review do game aqui no Boteco Gamer:
Ficha Técnica:
Produtora: Ubisoft
Desenvolvedora: Ubisoft
Gênero: Plataforma
Plataformas: PS3, Wii, X360, 3DS*, PS Vita*
Data de Lançamento: 15 de novembro (*as versões de Vita e 3DS ainda não têm data confirmada)
Apresentação: 10
Gráficos: 10
Som: 10
Jogabilidade: 9,0
Diversão: 10
Vida útil: 8,0
NOTA: 9,0
Os videogames evoluíram. Os jogos também se desenvolveram. Ao longo dos anos, muita tecnologia foi implementada, mas a função principal dos games nunca vai mudar: diversão. E essa é a palavra que define Rayman Origins. Nada de gráficos próximos da realidade, roteiros dignos de Hollywood ou física aplicada. A essência do jogo é a diversão, pura e simples. E ele cumpre com maestria esse papel.
Rayman Origins é um dos jogos mais bonitos que eu já vi apesar de gráficos simples e em 2D. Tudo é muito vivo e as cores saltam aos olhos. Muitos elementos se destacam na tela e tudo faz você dar pelo menos um leve sorriso. Desde o checkpoint, que é uma porta com um olho, que para ser aberta é só dar um soco no olho, até algumas plataformas que na verdade são animais com um guarda-chuva, ou um limão espetado num garfo. O jogo é muito alegre e divertido, por isso os gráficos são tão incríveis apesar de tecnicamente simples. A parte sonora é impecável. Músicas que determinam o ritmo do jogo e são muito agradáveis, ao ponto de se cantarolar enquanto joga. Alguns elementos da fase alteram a música, fazendo com que a jogatina esteja sempre fluindo muito bem.
Os controles respondem razoavelmente bem, mas o que torna o jogo difícil é o fato de que Rayman não pode acumular corações para aumentar a vida. Se você tiver um coração, pode levar dano duas vezes. Se não tiver nenhum, qualquer arranhão é fatal. Nas primeiras fases isso não é problema, mas à medida que o game avança, o desafio fica maior, o que é excelente. Origins é um game à moda antiga, sem tutoriais, mas com muita coisa pra coletar e dificuldade no ponto certo.
O design das fases não é nada menos que genial, com muita ação no bom e velho gênero plataforma 2D. E os estágios são bem variados, com fases de água, gelo, fogo, floresta, deserto, entre outros. Até mesmo algumas fases onde você voa montado num mosquito gigante, e atira no maior estilo Space Invaders, mas com progressão lateral. Ou então fases secretas nas quais você persegue um baú de tesouro, e no final, alcança ele e tem sua recompensa. E cada um dos mundos tem uma temática bem interessante, como o deserto que tem tema musical, ou o de gelo, onde quase tudo é feito de comida.
O game tem multiplayer para até quatro jogadores, e uma ampla gama de personagens jogáveis. Não é só o herói sem braços que pode ser controlado, mas todos os amigos dele, e em cores diferentes, que vão sendo destravados ao longo do jogo. A quantidade de coisas para coletar ajuda a aumentar a vida útil do game, mas infelizmente, a duração do jogo é bem pequena. Em um ou dois dias é possível fechar o jogo, pois cada fase pode ser completada em cerca de cinco minutos.
O único defeito de Rayman Origins é que ele acaba. Seria bom se tivesse mais fases para aumentar a quantidade de horas de jogo necessárias. Mas ainda assim Origins é um dos melhores jogos do ano, e o melhor platformer 2D de 2011. Aliás, o game é tão incrível que os mais sedentos por inovação nem vão lembrar que é tudo em duas dimensões, desenhado á mão como um cartum.
Rayman Origins faz jus ao nome, resgata as origens do gênero relembrando os tradicionais platformers da década de 90 mas com um level design muito atual, mesclando clássico e novo. Jogo recomendadíssimo aos fãs do gênero e definitivamente um dos melhores de 2011. Rayman está de volta em grande estilo.
Ficha Técnica:
Produtora: Ubisoft
Desenvolvedora: Ubisoft
Gênero: Plataforma
Plataformas: PS3, Wii, X360, 3DS*, PS Vita*
Data de Lançamento: 15 de novembro (*as versões de Vita e 3DS ainda não têm data confirmada)
Apresentação: 10
Gráficos: 10
Som: 10
Jogabilidade: 9,0
Diversão: 10
Vida útil: 8,0
NOTA: 9,0
Os videogames evoluíram. Os jogos também se desenvolveram. Ao longo dos anos, muita tecnologia foi implementada, mas a função principal dos games nunca vai mudar: diversão. E essa é a palavra que define Rayman Origins. Nada de gráficos próximos da realidade, roteiros dignos de Hollywood ou física aplicada. A essência do jogo é a diversão, pura e simples. E ele cumpre com maestria esse papel.
Rayman Origins é um dos jogos mais bonitos que eu já vi apesar de gráficos simples e em 2D. Tudo é muito vivo e as cores saltam aos olhos. Muitos elementos se destacam na tela e tudo faz você dar pelo menos um leve sorriso. Desde o checkpoint, que é uma porta com um olho, que para ser aberta é só dar um soco no olho, até algumas plataformas que na verdade são animais com um guarda-chuva, ou um limão espetado num garfo. O jogo é muito alegre e divertido, por isso os gráficos são tão incríveis apesar de tecnicamente simples. A parte sonora é impecável. Músicas que determinam o ritmo do jogo e são muito agradáveis, ao ponto de se cantarolar enquanto joga. Alguns elementos da fase alteram a música, fazendo com que a jogatina esteja sempre fluindo muito bem.
Os controles respondem razoavelmente bem, mas o que torna o jogo difícil é o fato de que Rayman não pode acumular corações para aumentar a vida. Se você tiver um coração, pode levar dano duas vezes. Se não tiver nenhum, qualquer arranhão é fatal. Nas primeiras fases isso não é problema, mas à medida que o game avança, o desafio fica maior, o que é excelente. Origins é um game à moda antiga, sem tutoriais, mas com muita coisa pra coletar e dificuldade no ponto certo.
O design das fases não é nada menos que genial, com muita ação no bom e velho gênero plataforma 2D. E os estágios são bem variados, com fases de água, gelo, fogo, floresta, deserto, entre outros. Até mesmo algumas fases onde você voa montado num mosquito gigante, e atira no maior estilo Space Invaders, mas com progressão lateral. Ou então fases secretas nas quais você persegue um baú de tesouro, e no final, alcança ele e tem sua recompensa. E cada um dos mundos tem uma temática bem interessante, como o deserto que tem tema musical, ou o de gelo, onde quase tudo é feito de comida.
O game tem multiplayer para até quatro jogadores, e uma ampla gama de personagens jogáveis. Não é só o herói sem braços que pode ser controlado, mas todos os amigos dele, e em cores diferentes, que vão sendo destravados ao longo do jogo. A quantidade de coisas para coletar ajuda a aumentar a vida útil do game, mas infelizmente, a duração do jogo é bem pequena. Em um ou dois dias é possível fechar o jogo, pois cada fase pode ser completada em cerca de cinco minutos.
O único defeito de Rayman Origins é que ele acaba. Seria bom se tivesse mais fases para aumentar a quantidade de horas de jogo necessárias. Mas ainda assim Origins é um dos melhores jogos do ano, e o melhor platformer 2D de 2011. Aliás, o game é tão incrível que os mais sedentos por inovação nem vão lembrar que é tudo em duas dimensões, desenhado á mão como um cartum.
Rayman Origins faz jus ao nome, resgata as origens do gênero relembrando os tradicionais platformers da década de 90 mas com um level design muito atual, mesclando clássico e novo. Jogo recomendadíssimo aos fãs do gênero e definitivamente um dos melhores de 2011. Rayman está de volta em grande estilo.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Análise musical de Super Mario World
Eu já falei sobre o assunto aqui no blog esse mês mas é impossível negar que games e música estejam intimamente ligados. E ás vezes a música não é notada ou não é tida como elemento principal do jogo, mas com certeza cumpre um papel fundamental no gameplay. A influência que os sons exercem no que o jogador sente se mostra muito bem na análise da trilha sonora de Super Mario World feita nesse vídeo.
Genial essa análise! Provando que a música afeta, e muito, os sentimentos, e é parte integrante de todo e qualquer bom jogo.
Dica do leitor @rodrifz
Fonte
Se você que já jogou o game, acha que sabe tudo sobre ele, prepare-se pra descobrir coisas que NUNCA notou em SMW:
Genial essa análise! Provando que a música afeta, e muito, os sentimentos, e é parte integrante de todo e qualquer bom jogo.
Dica do leitor @rodrifz
Fonte
domingo, 27 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Píxels da Semana #62
Mais uma sexta feira, mais uma edição dos píxels da semana!
-Metal Gear Solid 5 confirmado!
-3DS terá conteúdo pago para download, e novos bundles foram anunciados:
Um deles vem com Zelda OoT, e é preto com detalhes em dourado. O outro é vermelho e vem com Super Mario 3D Land.
-Wii brasileiro custará 699 reais, e os jogos da linha "Nintendo Select" como Zelda Twilight Princess e Mario Galaxy serão vendidos por 79 reais. Boa oportunidade pra comprar jogos nesse fim de ano, hein?
-Chrono Trigger vai ganhar mais um relançamento! O RPG feito pelo dream team do desenvolvimento será lançado para iPhone e iPad!
Lançamentos da Semana
Playstation 3
-The King of Fighters XIII
-WWE '12
-Tekken Hybrid
Xbox 360
-The King of Fighters XIII
-WWE '12
-Hole in the Wall: Deluxe Edition
-Karaoke Revolution Glee: Volume 3
-National Geographic Challenge!
Wii
-The Legend of Zelda: Skyward Sword
-WWE '12
-Fishing Resort
-Get Up And Dance
-Power Rangers Samurai
-Jimmie Johnson's Anything With And Engine
-National Geographic Challenge!
DS
-Power Rangers Samurai
PSP
-Corpse Party
-Psycho Soldier
-Ikari Warriors II: Victory Road
3DS
-Sonic Generations
-WWA All Stars
-F1 2011
-Carnival Games: Wild West 3D
-Nano Assault
Destaque da semana: Zelda!
-Metal Gear Solid 5 confirmado!
-3DS terá conteúdo pago para download, e novos bundles foram anunciados:
Um deles vem com Zelda OoT, e é preto com detalhes em dourado. O outro é vermelho e vem com Super Mario 3D Land.
-Wii brasileiro custará 699 reais, e os jogos da linha "Nintendo Select" como Zelda Twilight Princess e Mario Galaxy serão vendidos por 79 reais. Boa oportunidade pra comprar jogos nesse fim de ano, hein?
-Chrono Trigger vai ganhar mais um relançamento! O RPG feito pelo dream team do desenvolvimento será lançado para iPhone e iPad!
Lançamentos da Semana
Playstation 3
-The King of Fighters XIII
-WWE '12
-Tekken Hybrid
Xbox 360
-The King of Fighters XIII
-WWE '12
-Hole in the Wall: Deluxe Edition
-Karaoke Revolution Glee: Volume 3
-National Geographic Challenge!
Wii
-The Legend of Zelda: Skyward Sword
-WWE '12
-Fishing Resort
-Get Up And Dance
-Power Rangers Samurai
-Jimmie Johnson's Anything With And Engine
-National Geographic Challenge!
DS
-Power Rangers Samurai
PSP
-Corpse Party
-Psycho Soldier
-Ikari Warriors II: Victory Road
3DS
-Sonic Generations
-WWA All Stars
-F1 2011
-Carnival Games: Wild West 3D
-Nano Assault
Destaque da semana: Zelda!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Bate Papo #2 - Lucas Patrício
Na semana passada, falamos com a banda DustUp sobre jogos e música. A segunda entrevista do Boteco Gamer é com um grande profissional do ramo de games: Lucas Patrício! Aquele mesmo da Nintendo World, EGW, Rolling Stone, que tem um vlog sobre games no Youtube, etc. Ou seja, o entrevistado de hoje é um grande entendedor do assunto! (@Lucas_Patricio)
Você é um dos grandes nomes do jornalismo de games no Brasil. Como foi o começo da sua carreira?
Lucas Patrício: Eu comecei em 2005 em um programa de TV chamado Santa Games, televisionado na Baixada Santista, São Paulo, na emissora Santa Cecília. Lá eu fazia de tudo; desde jogar, narrar os textos que escrevia e gravar as imagens até reportagens e merchandising nas lojas patrocinadoras. Depois, comecei a escrever nas revistas EGM Brasil e Nintendo World, da editora Tambor - onde fiquei um tempo na redação. Saí da Tambor, mas continuei colaborando para as revistas. Hoje, sou o colaborador mais antigo - completam-se quatro anos agora em novembro. Esse foi o início da minha "carreira com games".
Muita gente (como eu) pensa que o jornalismo "gamístico" é o emprego dos sonhos, por se trabalhar com jogos. Como é a rotina de um jornalista desse ramo?
É um trabalho como qualquer outro do jornalismo. Se você trabalha em uma redação, a sensação é ainda maior. Você tem metas, prazos e obrigações que nem sempre são divertidas. Mas claro que é bom trabalhar com o que se gosta. Eu sempre digo que ser jornalista de games é tão bom para um fã de jogos quanto ser jornalista esportivo para quem ama esporte. É uma questão de fazer o que você gosta, porque assim os resultados sempre são melhores.
Quais são seus games favoritos?
Gosto muito da série Halo e demais jogos de tiro em primeira pessoa. Mas também sou muito fã de Xenogears, Grandia e Final Fantasy VIII.
E quais foram os melhores jogos de 2011 na sua opinião?
Esse ano estou dividido. Ainda não joguei o Skyrim, mas acho que a briga será entre ele, Batman e Modern Warfare 3. Fiquei um pouco decepcionado com Uncharted 3 - que era meu favorito. Super Mario 3D Land também é um jogão e, pessoalmente, Portal 2 é um dos meus favoritos.
O meu blog está com uma enquete sobre pirataria, perguntando quantos jogos originais os leitores compraram esse ano, e cerca de 30% votou em "nenhum". Qual é a sua posição sobre a pirataria no Brasil, e como detê-la?
Pirataria é crime, ponto final. Eu só compro jogos originais e incentivo todos a fazer o mesmo. O problema é que o jogador brasileiro ficou mal acostumado com a época do PlayStation 2 onde os jogos originais eram bem mais difíceis de se encontrar. Hoje, existe mercado de usados e jogos a ótimos preços. Quem compra um console por mais de R$1,000 não pode dizer que não tem dinheiro para os jogos. É só perder a mania de querer ter todos ao mesmo tempo.
Como você vê o futuro do Brasil nos games, agora que estamos ganhando importância internacional?
O Brasil não é mais promessa. Em 2011 ele se tornou realidade. Em menos de cinco anos vamos ultrapassar o mercado Mexicano e nos tornar o mais importante da América depois do Canadá e dos Estados Unidos. Somos um país de economia forte, estamos muito bem vistos pelas empresas internacionais. É um ótimo momento para ser gamer no Brasil.
E pra terminar, dê um recado pra todos os leitores do Boteco Gamer!
Agradeço o convite e convido todos a acompanhar meu trabalho nas revistas EGW e Nintendo World e no site INFO, da editora Abril. Quem quiser conversar, só me seguir no Twitter: @Lucas_Patricio
O Boteco Gamer agradece muito a participação do Lucas Patrício!
É isso aí, esse foi mais um Bate Papo!
Você é um dos grandes nomes do jornalismo de games no Brasil. Como foi o começo da sua carreira?
Lucas Patrício: Eu comecei em 2005 em um programa de TV chamado Santa Games, televisionado na Baixada Santista, São Paulo, na emissora Santa Cecília. Lá eu fazia de tudo; desde jogar, narrar os textos que escrevia e gravar as imagens até reportagens e merchandising nas lojas patrocinadoras. Depois, comecei a escrever nas revistas EGM Brasil e Nintendo World, da editora Tambor - onde fiquei um tempo na redação. Saí da Tambor, mas continuei colaborando para as revistas. Hoje, sou o colaborador mais antigo - completam-se quatro anos agora em novembro. Esse foi o início da minha "carreira com games".
Muita gente (como eu) pensa que o jornalismo "gamístico" é o emprego dos sonhos, por se trabalhar com jogos. Como é a rotina de um jornalista desse ramo?
É um trabalho como qualquer outro do jornalismo. Se você trabalha em uma redação, a sensação é ainda maior. Você tem metas, prazos e obrigações que nem sempre são divertidas. Mas claro que é bom trabalhar com o que se gosta. Eu sempre digo que ser jornalista de games é tão bom para um fã de jogos quanto ser jornalista esportivo para quem ama esporte. É uma questão de fazer o que você gosta, porque assim os resultados sempre são melhores.
Quais são seus games favoritos?
Gosto muito da série Halo e demais jogos de tiro em primeira pessoa. Mas também sou muito fã de Xenogears, Grandia e Final Fantasy VIII.
E quais foram os melhores jogos de 2011 na sua opinião?
Esse ano estou dividido. Ainda não joguei o Skyrim, mas acho que a briga será entre ele, Batman e Modern Warfare 3. Fiquei um pouco decepcionado com Uncharted 3 - que era meu favorito. Super Mario 3D Land também é um jogão e, pessoalmente, Portal 2 é um dos meus favoritos.
O meu blog está com uma enquete sobre pirataria, perguntando quantos jogos originais os leitores compraram esse ano, e cerca de 30% votou em "nenhum". Qual é a sua posição sobre a pirataria no Brasil, e como detê-la?
Pirataria é crime, ponto final. Eu só compro jogos originais e incentivo todos a fazer o mesmo. O problema é que o jogador brasileiro ficou mal acostumado com a época do PlayStation 2 onde os jogos originais eram bem mais difíceis de se encontrar. Hoje, existe mercado de usados e jogos a ótimos preços. Quem compra um console por mais de R$1,000 não pode dizer que não tem dinheiro para os jogos. É só perder a mania de querer ter todos ao mesmo tempo.
Como você vê o futuro do Brasil nos games, agora que estamos ganhando importância internacional?
O Brasil não é mais promessa. Em 2011 ele se tornou realidade. Em menos de cinco anos vamos ultrapassar o mercado Mexicano e nos tornar o mais importante da América depois do Canadá e dos Estados Unidos. Somos um país de economia forte, estamos muito bem vistos pelas empresas internacionais. É um ótimo momento para ser gamer no Brasil.
E pra terminar, dê um recado pra todos os leitores do Boteco Gamer!
Agradeço o convite e convido todos a acompanhar meu trabalho nas revistas EGW e Nintendo World e no site INFO, da editora Abril. Quem quiser conversar, só me seguir no Twitter: @Lucas_Patricio
O Boteco Gamer agradece muito a participação do Lucas Patrício!
É isso aí, esse foi mais um Bate Papo!
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Black Friday: um "boom" nas vendas de games!
Desde o começo do ano, eu venho cobrindo os lançamentos de todos os jogos e noticiando tudo nos Píxels da Semana, a sessão de notícias do blog que é publicada toda sexta feira. E em agosto eu até cheguei a falar sobre uma seca de jogos, que talvez seria resolvida no final do ano. A partir do fim de setembro, os bons lançamentos começaram a surgir em maior número. Novembro tem sido o melhor mês do ano, com vário jogos bons. E isso tem um motivo!
E é o mesmo motivo da multidão dessa foto. NÃO! Não, é o apocalipse zumbi (ainda). É a "Black Friday", ou "sexta feira negra" numa tradução literal. Esse é o dia de ação de graças nos EUA, o dia mais importante para o comércio norte americano. Mais até que o natal. Se você já ouviu falar sobre a Black Friday, sabe que é uma loucura, e que videogames são vendidos como água. E a preço de banana.
Se você estiver disposto a aguentar uma fila absurda, empurra-empurra e toda a promiscuidade de uma liquidação dessas, pode levar, por exemplo um Wii por 99 doletas, ou um X360 por $139. Mas além de consoles, os jogos também ficam a preços baixíssimos, como Batman por $28 e Assassin's Creed por $34. E é ai que entra a seca do meio do ano. As produtoras aguardam essa época pra lançar seus games e vender mais.
Zelda Skyward Sword, Uncharted 3, Assassin's Creed Revelations, Batman Arkham City, Rayman Origins, Mario 3D Land, Skyrim, Gears of War, Modern Warfare 3, Battlefield 3, Metal Gear Solid... todos esses jogaços foram lançados nas últimas semanas para aproveitar o fluxo de vendas gigantesco da Black Friday.
E é isso que explica a falta de jogos no meio do ano e o boom de lançamentos em novembro.
E é o mesmo motivo da multidão dessa foto. NÃO! Não, é o apocalipse zumbi (ainda). É a "Black Friday", ou "sexta feira negra" numa tradução literal. Esse é o dia de ação de graças nos EUA, o dia mais importante para o comércio norte americano. Mais até que o natal. Se você já ouviu falar sobre a Black Friday, sabe que é uma loucura, e que videogames são vendidos como água. E a preço de banana.
Se você estiver disposto a aguentar uma fila absurda, empurra-empurra e toda a promiscuidade de uma liquidação dessas, pode levar, por exemplo um Wii por 99 doletas, ou um X360 por $139. Mas além de consoles, os jogos também ficam a preços baixíssimos, como Batman por $28 e Assassin's Creed por $34. E é ai que entra a seca do meio do ano. As produtoras aguardam essa época pra lançar seus games e vender mais.
Zelda Skyward Sword, Uncharted 3, Assassin's Creed Revelations, Batman Arkham City, Rayman Origins, Mario 3D Land, Skyrim, Gears of War, Modern Warfare 3, Battlefield 3, Metal Gear Solid... todos esses jogaços foram lançados nas últimas semanas para aproveitar o fluxo de vendas gigantesco da Black Friday.
E é isso que explica a falta de jogos no meio do ano e o boom de lançamentos em novembro.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
A importância da inovação
Muitas séries incríveis e de muito sucesso começam a decair nas vendas e na recepção da crítica ao longo dos anos, mesmo mantendo o nível de seus games. Esse fenômeno acontece por uma coisa simples, mas às vezes bem difícil de solucionar: ausência de inovação! Um bom exemplo pra ilustrar essa situação é Need For Speed.
A série teve seu auge na geração passada, principalmente nos incríveis jogos de Play 2. Os produtores seguiram a linha de pensamento que diz que em time que está ganhando não se mexe, e mantiveram todas as características da franquia nos jogos que vieram a seguir. Tecnicamente, os games não são ruins, mas parecia mais do mesmo. Ontem eu disse no review de Modern Warfare 3 que mais do mesmo não era algo ruim, mas essa afirmação é verdadeira até certo ponto.
A falta de mudanças em uma série que tem lançamentos frequentes como NFS, e até CoD, pode fazer os jogos ficarem estagnados. Os games mais recentes de Need For Speed tentam mudar esse quadro, mas as inovações deles não têm sido bem vindas pelo público. Pior ainda se a concorrência inovar e mudar para melhor. Esse é o caso de PES.
A série de jogos de futebol da Konami sempre foi líder do segmento. Porém nos últimos anos, a EA Sports caprichou e conseguiu aprimorar o FIFA até que ele conquistasse os fãs do concorrente e tomasse a frente nas vendas. Agora os games da série PES vem tentando inovar, em vão, para retomar a ponta.
Talvez esse tenha sido um dos fatores para a "morte" da série Guitar Hero, e da queda brusca de Tony Hawk. Ambas tiveram seus ápices no Playstation 2, não inovaram desde então, e foram passadas para trás por Rock Band e Skate. Mas e quando o game inova e era melhor ter ficado como antes?
O grande rival do Mario nos anos 90 sempre teve jogos de sucesso que são clássicos até hoje. Sonic é um ícone dos videogames. Porém, com a descontinuação dos consoles da Sega e a transição do 2D para o 3D, o ouriço não conseguiu emplacar mais nenhum jogo. E as tentativas de inovar não foram poucas. Contando histórias clássicas, como em Sonic and the Secret Rings, Sonic Riders, Sonic Unleashed, Sonic and the Black Knight, Sonic Colors... cada um com uma mudança significativa, mas que foi um fracasso.
Agora a série tenta resgatar seu prestígio com Sonic Generations, que apesar de um ou outra nota boa em reviews importantes, não vai bem no geral, e não impressionou. Na minha opinião, um game igual Sonic Unleashed, mas sem as fases do "lobisonic" ficaria excelente, e seria um grande passo para voltar ao auge.
Call of Duty é uma série que está no seu auge, mas se os desenvolvedores não pensarem em ótimas formas de inovação para os próximos jogos, é bem possível que a franquia tome o mesmo rumo de NFS, Tony Hawk, Guitar Hero e Sonic, infelizmente. E é bom lembrar que a concorrência no gênero FPS é bem acirrada...
Enfim, inovar é bom ou não? Claro que é, e faz bem para a série. Porém as mudanças têm que ser para melhor, para que a franquia tenha novos ares e não caia no esquecimento. Essa é a importância da inovação!
A série teve seu auge na geração passada, principalmente nos incríveis jogos de Play 2. Os produtores seguiram a linha de pensamento que diz que em time que está ganhando não se mexe, e mantiveram todas as características da franquia nos jogos que vieram a seguir. Tecnicamente, os games não são ruins, mas parecia mais do mesmo. Ontem eu disse no review de Modern Warfare 3 que mais do mesmo não era algo ruim, mas essa afirmação é verdadeira até certo ponto.
A falta de mudanças em uma série que tem lançamentos frequentes como NFS, e até CoD, pode fazer os jogos ficarem estagnados. Os games mais recentes de Need For Speed tentam mudar esse quadro, mas as inovações deles não têm sido bem vindas pelo público. Pior ainda se a concorrência inovar e mudar para melhor. Esse é o caso de PES.
A série de jogos de futebol da Konami sempre foi líder do segmento. Porém nos últimos anos, a EA Sports caprichou e conseguiu aprimorar o FIFA até que ele conquistasse os fãs do concorrente e tomasse a frente nas vendas. Agora os games da série PES vem tentando inovar, em vão, para retomar a ponta.
Talvez esse tenha sido um dos fatores para a "morte" da série Guitar Hero, e da queda brusca de Tony Hawk. Ambas tiveram seus ápices no Playstation 2, não inovaram desde então, e foram passadas para trás por Rock Band e Skate. Mas e quando o game inova e era melhor ter ficado como antes?
O grande rival do Mario nos anos 90 sempre teve jogos de sucesso que são clássicos até hoje. Sonic é um ícone dos videogames. Porém, com a descontinuação dos consoles da Sega e a transição do 2D para o 3D, o ouriço não conseguiu emplacar mais nenhum jogo. E as tentativas de inovar não foram poucas. Contando histórias clássicas, como em Sonic and the Secret Rings, Sonic Riders, Sonic Unleashed, Sonic and the Black Knight, Sonic Colors... cada um com uma mudança significativa, mas que foi um fracasso.
Agora a série tenta resgatar seu prestígio com Sonic Generations, que apesar de um ou outra nota boa em reviews importantes, não vai bem no geral, e não impressionou. Na minha opinião, um game igual Sonic Unleashed, mas sem as fases do "lobisonic" ficaria excelente, e seria um grande passo para voltar ao auge.
Call of Duty é uma série que está no seu auge, mas se os desenvolvedores não pensarem em ótimas formas de inovação para os próximos jogos, é bem possível que a franquia tome o mesmo rumo de NFS, Tony Hawk, Guitar Hero e Sonic, infelizmente. E é bom lembrar que a concorrência no gênero FPS é bem acirrada...
Enfim, inovar é bom ou não? Claro que é, e faz bem para a série. Porém as mudanças têm que ser para melhor, para que a franquia tenha novos ares e não caia no esquecimento. Essa é a importância da inovação!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Review #23 - Call of Duty: Modern Warfare 3
Mais um jogo fantástico da série CoD, batendo vários recordes de vendas, e é claro que o review desse jogaço não poderia passar em branco! Confira aqui no Boteco Gamer:
A parte sonora é muito boa. Principalmente no modo single player, no qual todos os diálogos são dublados e legendados, e vários gritos no meio da luta quebram o tédio do barulho de tiros. Destaque para as flashbangs, que, ao explodirem perto de você, causam um efeito muito interessante, que deixa a tela muito clara, a câmera lenta e confusa, e um som agudo que faz você se sentir meio atordoado no momento. Nada que te prejudique, mas é realmente muito legal.
O único problema do modo single player é a duração. Com apenas umas 5 ou 6 horas de jogo, é possível terminar o modo história. Mas vale a pena, pois as missões são fantásticas, e bem variadas. O jogo conta o final da 3ª Guerra Mundial, e se passa em várias localizações como França, Alemanha, Rússia, EUA, Somália e Serra Leoa, entre outras. O modo multiplayer não é muito diferente dos jogos anteriores. Tem algumas coisas a mais, mas nada que realmente mude muito. Mas é claro que aumenta drasticamente a vida útil do game.
Modern Warfare 3 reafirmou a franquia mais do que nunca e elevou mais ainda o status de Call of Duty como uma das séries mais importantes do mundo dos games, tendo o maior lançamento de todos os tempos, vendendo mais do que qualquer filme, jogo ou livro nas primeiras 24 horas. Pra quem gosta de muitos tiros pra todo lado, é uma boa pedida nesse fim de ano. Pegue seu rifle e divirta-se!
Ficha técnica:
Produtora: Activision
Desenvolvedoras: Infinity Ward, Sledgehammer, Raven, Treyarch e Neversoft
Gênero: FPS (Tiro em primeira pessoa)
Plataformas: Xbox 360, Wii, Playstation 3 e DS
Data de lançamento: 8 de novembro
Apresentação: 9,0
Gráficos: 9,0
Som: 10,0
Jogabilidade: 9,5
Diversão: 10,0
Vida útil: 9,0
NOTA: 9,0
Algumas franquias de games fazem sucesso, outras não. Mas certas séries tornam-se ícones e se eternizam nos corações dos jogadores com grandes lançamentos. Call of Duty é, sem dúvida, uma dessas. Enquanto alguns segmentos são muito disputados, o gênero FPS vem tendo quase que um monopólio de CoD, que apesar de enfrentar a resistência de títulos como Battlefield, se mantém na liderança de forma inegável. Cada Call of Duty lançado causa um impacto enorme, e após Black Ops, muitas pessoas pensavam que a série tinha alcançado seu ápice. Ledo engano.
Modern Warfare 3 chegou quebrando recordes e mais recordes, e não é pra menos. Desde os primeiros instantes do jogo, é perceptível o capricho com o qual ele foi produzido. Apresentação sólida, com menus intuitivos, gráficos que não revolucionam, mas mantém o nível da série - o que não é nada mal - e o bom e velho "feeling" de CoD. MW3 é mais do mesmo? Sim. Mas é exatamente o que os fãs querem, nada de inovações ingratas, somente o feijão com arroz que consagrou a série.
A parte sonora é muito boa. Principalmente no modo single player, no qual todos os diálogos são dublados e legendados, e vários gritos no meio da luta quebram o tédio do barulho de tiros. Destaque para as flashbangs, que, ao explodirem perto de você, causam um efeito muito interessante, que deixa a tela muito clara, a câmera lenta e confusa, e um som agudo que faz você se sentir meio atordoado no momento. Nada que te prejudique, mas é realmente muito legal.
O único problema do modo single player é a duração. Com apenas umas 5 ou 6 horas de jogo, é possível terminar o modo história. Mas vale a pena, pois as missões são fantásticas, e bem variadas. O jogo conta o final da 3ª Guerra Mundial, e se passa em várias localizações como França, Alemanha, Rússia, EUA, Somália e Serra Leoa, entre outras. O modo multiplayer não é muito diferente dos jogos anteriores. Tem algumas coisas a mais, mas nada que realmente mude muito. Mas é claro que aumenta drasticamente a vida útil do game.
Modern Warfare 3 reafirmou a franquia mais do que nunca e elevou mais ainda o status de Call of Duty como uma das séries mais importantes do mundo dos games, tendo o maior lançamento de todos os tempos, vendendo mais do que qualquer filme, jogo ou livro nas primeiras 24 horas. Pra quem gosta de muitos tiros pra todo lado, é uma boa pedida nesse fim de ano. Pegue seu rifle e divirta-se!
domingo, 20 de novembro de 2011
Zelda: 25 anos de memórias
Uma imagem bem legal que eu encontrei no site Brawl in the Family, de onde eu tiro várias tirinhas postadas aqui. Os fãs de Zelda vão gostar da homenagem:
Quase como uma linha do tempo! Lembrando que Zelda Skyward Sword lança HOJE!
Quase como uma linha do tempo! Lembrando que Zelda Skyward Sword lança HOJE!
sábado, 19 de novembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Píxels da Semana #61
E aqui estamos, mais uma sexta feira para a sessão mais tradicional do blog, trazendo notícias do mundo dos games. Lá vem os píxels da semana!
-Halo 4 foi confirmado para Xbox 360!
-Os jogos indicados a Game of the Year no Video Game Awards 2011 foram divulgados:
- Batman: Arkham City
- The Elder Scrolls V: Skyrim
- The Legend of Zelda: Skyward Sword
- Portal 2
- Uncharted 3: Drake's Deception
-Zelda Skyward Sword recebeu um review negativo! O site Gamespot deu nota 7,5 para o jogo, algo que destoa bastante dos outros reviews. No gamerankings, Skyward Sword tem 22 reviews, todos muito positivos, sendo 9 com notas máximas, e apenas o do Gamespot com nota abaixo de 80%. Aguardem o review do Boteco Gamer...
-Xbox 360 será fabricado no Brasil e vendido a 700 reais no país todo! Detalhe: atualmente, a única fábrica do console fica na China, portanto seremos o único país do mundo a ter uma fábrica filial do X360! Brasil-sil-sil!
Lançamentos da Semana
Playstation 3
-Assassin's Creed: Revelations
-Ultimate Marvel vs. Capcom 3
-Rayman Origins
-Need For Speed: The Run
-Saints Row: The Third
-Dynasty Warriors 7: Xtreme Legends
-Medieval Moves: Dreadmund's Quest
-Carnival Island
-DreamWorks Super Star Karts
-Marvel Super Hero Squad: Comic Combat
Xbox 360
-Assassin's Creed: Revelations
-Ultimate Marvel vs. Capcom 3
-Rayman Origins
-Need For Speed: The Run
-Halo: Combat Evolved Anniversary
-Saints Row: The Third
-Marvel Super Hero Squad: Comic Combat
-Kinect: Disneyland Adventures
-Winter Stars
-Rapala For Kinect
-Kung Fu High Impact
-Victorious: Time to Shine
-The Price is Right: Decades
Wii
-Rayman Origins
-Need For Speed: The Run
-Mario & Sonic at the London Olympic Games 2012
-Zumba Fitness 2
-Marvel Super Hero Squad: Comic Combat
-Cartoon Network: Punch Time Explosion XL
-DreamWorks Super Star Kartz
-Abba: You Can Dance
DS
-Bejelewed 3
-Alvim and the Chipmunks: Chipwrecked
-Beyblade: Metal Masters
-DreamWorks Super Star Kartz
-Victorious: Hollywood Arts Debut
-Fossil Fighters: Champions
-Gremlins Gizmo
-DaGeDar
PSP
-Rumble Trucks
3DS
-Super Mario 3D Land
-Ace Combat: Assault Horizon Legacy
-Need For Speed: The Run
-Cooking Mama 4: Kitchen Magic
-Shinobi
Destaque da Semana: os ótimos lançamentos marcaram essa semana! Assassin's Creed, Need For Speed, Mario, Marvel Vs Capcom, Rayman, Ace Combat... várias séries conhecidas. Eu diria que foi uma das melhores semanas do ano quanto a jogos lançados.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Deja Vú #25 - Crash Bandicoot
A sessão retrô do blog vai retratar um jogo marcante na infância de muitos dos leitores, com certeza. Hoje falaremos de Crash Bandicoot, um dos melhores games de plataforma que existem!
Feito pela Naughty Dog, mesma desenvolvedora de Uncharted, a série teve seu primeiro jogo para Playstation 1 lançado em 1996. Crash Bandicoot trata-se de um game de plataforma 3D no qual o personagem principal é uma espécie de marsupial modificado geneticamente que passa por várias fases em ambientes bastante diversificados para impedir os planos malignos do Dr Neo Cortex.
O cientista maluco envolveu Crash e sua namorada,Tawna, em um experimento para criar um exército de animais mutantes, porém o protagonista fugiu e agora cabe a ele explorar cada uma das fases para salvar Tawna e acabar com o vilão. Acho que essa história parece familiar, não?
A jogabilidade é excelente, algo importante para esse estilo, e os controles respondem muito bem. Os gráficos são ótimos para a época, e possuem uma característica cartunesca, proporcionando mais animação ao protagonista, que está sempre fazendo caras e bocas hilárias. Crash se utiliza de vários golpes, que vão sendo aperfeiçoados ao longo do jogo para se tornarem mais eficazes. As músicas dão o ritmo divertido do jogo, sendo bem variadas e contagiantes.
A forte inspiração em Mario pode ser notada nas caixas com um ponto de interrogação que dão itens ao serem quebradas e nos ambientes que vão desde fases marinhas até desertos, passando por florestas, entre outros estágios, cada um com inimigos e obstáculos diferentes de acordo com a localização. Algumas partes do jogo possuem jogabilidade 2D, aumentando a variedade de fases. Crash coleta frutas vermelhas no jogo, que sempre geram discussão, pois uns dizem ser maçãs, outros acham que são pêssegos, e outros defendem que são mangas.
O jogo foi sucesso de crítica e vendas, sendo um dos jogos de Playstation mais vendido de todos os tempos com mais de 7 milhões de unidades. Crash Bandicoot foi relançado nos Sony Greatest Hits e tem várias sequências tanto para PS1 quanto para outros consoles. A franquia bateu a marca de 40 milhões de jogos vendidos para todas as plataformas e especula-se que um jogo novo da série deverá ser lançado em breve, mas ainda não temos nada concreto. Crash é um jogo que continua atual, e ainda é jogado e lembrado por todos, além de ter marcado a infância desse humilde blogueiro que vos escreve.
Feito pela Naughty Dog, mesma desenvolvedora de Uncharted, a série teve seu primeiro jogo para Playstation 1 lançado em 1996. Crash Bandicoot trata-se de um game de plataforma 3D no qual o personagem principal é uma espécie de marsupial modificado geneticamente que passa por várias fases em ambientes bastante diversificados para impedir os planos malignos do Dr Neo Cortex.
O cientista maluco envolveu Crash e sua namorada,Tawna, em um experimento para criar um exército de animais mutantes, porém o protagonista fugiu e agora cabe a ele explorar cada uma das fases para salvar Tawna e acabar com o vilão. Acho que essa história parece familiar, não?
A jogabilidade é excelente, algo importante para esse estilo, e os controles respondem muito bem. Os gráficos são ótimos para a época, e possuem uma característica cartunesca, proporcionando mais animação ao protagonista, que está sempre fazendo caras e bocas hilárias. Crash se utiliza de vários golpes, que vão sendo aperfeiçoados ao longo do jogo para se tornarem mais eficazes. As músicas dão o ritmo divertido do jogo, sendo bem variadas e contagiantes.
A forte inspiração em Mario pode ser notada nas caixas com um ponto de interrogação que dão itens ao serem quebradas e nos ambientes que vão desde fases marinhas até desertos, passando por florestas, entre outros estágios, cada um com inimigos e obstáculos diferentes de acordo com a localização. Algumas partes do jogo possuem jogabilidade 2D, aumentando a variedade de fases. Crash coleta frutas vermelhas no jogo, que sempre geram discussão, pois uns dizem ser maçãs, outros acham que são pêssegos, e outros defendem que são mangas.
O jogo foi sucesso de crítica e vendas, sendo um dos jogos de Playstation mais vendido de todos os tempos com mais de 7 milhões de unidades. Crash Bandicoot foi relançado nos Sony Greatest Hits e tem várias sequências tanto para PS1 quanto para outros consoles. A franquia bateu a marca de 40 milhões de jogos vendidos para todas as plataformas e especula-se que um jogo novo da série deverá ser lançado em breve, mas ainda não temos nada concreto. Crash é um jogo que continua atual, e ainda é jogado e lembrado por todos, além de ter marcado a infância desse humilde blogueiro que vos escreve.
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