Nos últimos dias, as duas franquias rivais de futebol, FIFA e PES, tiveram algumas notícias importantes, o que mostra que tanto a EA quanto a Konami estão se preparando para a versão 2013 de seus jogos. Pelo jeito os próximos lançamentos serão excelentes, e parece que terão muitas novidades por aí. Vamos começar com a capa de FIFA 13 que foi divulgada:
O FIFA também contará com a narração de Tiago Leifert e comentários de Caio Ribeiro aqui no Brasil. Isso é provavelmente uma resposta ao concorrente, que tem Silvio Luiz e Mauro Beting narrando as partidas. A Eletronic Arts prometeu melhoras no modo carreira do jogo, que não é dos melhores atualmente, e provavelmente a jogabilidade também deve ser aprimorada, mesmo sendo esse o ponto forte do game. As cobranças de falta vão ter muito mais possibilidades para jogadas ensaiadas e os jogadores vão ter mais dificuldade de dominar a bola quando estão sob pressão. Ou seja, o realismo vai continuar sendo o tom do game.
Outra novidade é o estádio The King Fahd, da Arábia Saudita:
Já a Konami, apesar de não ter anunciado oficialmente nada, deixou vazar uma informação muito importante: os novos comandos de PES 2013! Isso mesmo, o game vai ter seus controles reformulados, apesar de não ter nenhuma mudança absurdamente drástica. Parece que a jogabilidade do game vai ficar mais agradável pelo menos...
A briga pelo segmento de jogos de futebol vai esquentar... quem tem a ganhar com isso somos nós, jogadores, que teremos games melhores a nossa disposição.
terça-feira, 26 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Como vai ser o próximo Smash?
A Nintendo anunciou semana passada que o próximo game da série Super Smash Bros estará a cargo da Namco-Bandai, empresa de jogos como Tekken, Ace Combat, Pac-Man e Soulcalibur, e será lançado no 3DS e Wii U. O próprio criador da série, Masahiro Sakurai, disse que o projeto ainda está no início, e a Namco-Bandai prometeu que vai organizar um dream team para desenvolver o novo Smash, e que vai utilizar toda a experiência que tem com jogos de luta.
Ou seja, se você é fã de Tekken, já pode esperar que o Smash vai ter uma jogabilidade, se não parecida, inspirada na do tradicional game de luta. Isso vai ajudar muito a série, dando a ela um toque diferente e aprimorando um dos pontos cruciais do jogo, que é o próprio gameplay. A Nintendo não tem tanta experiência com games do gênero, e delegar o desenvolvimento à Namco-Bandai foi uma excelente ideia, que vai abrilhantar mais ainda a franquia.
O próprio anúncio, por parte da Big N, foi muito bem feito e fez com que vários receios dos fãs desaparecessem e se transformassem em expectativa. Apesar de ser um dos melhores games do Wii, Super Smash Bros Brawl tinha erros, e a parceria com a Namco-Bandai foi uma forma de mostrar que tudo vai ser corrigido no quarto jogo da série, e que todos podem ficar tranquilos, além de tentar tirar a atenção do Playstation All-Stars Battle Royale, o novo concorrente de Smash.
As duas empresas já haviam trabalhado juntas em Starfox Assault, Mario Kart Arcade GP, entre outros, e é claro que uma parceria entre Nintendo e Namco-Bandai só poderia render bons frutos. Mesmo assim, provavelmente a essência do jogo não deve mudar drasticamente, até porque Smash não é um jogo de luta convencional, e a mecânica diferenciada é exatamente uma das chaves para o sucesso da série. Porém, a parte técnica do jogo, como o balanceamento dos lutadores e a física aplicada deve ser melhorada com o novo time de desenvolvimento.
Provavelmente as mudanças mais significativas estarão nos extras do jogo, como o modo história e a interação entre o Wii U e o 3DS, que será o atrativo principal do Smash 4. Outra possibilidade é que alguns personagens da Namco-Bandai estejam presentes no game, o que não seria nenhuma novidade depois do Sonic em Brawl, e seria bem interessante. Já pensou numa luta entre Mario e Pac-Man?
Ou seja, se você é fã de Tekken, já pode esperar que o Smash vai ter uma jogabilidade, se não parecida, inspirada na do tradicional game de luta. Isso vai ajudar muito a série, dando a ela um toque diferente e aprimorando um dos pontos cruciais do jogo, que é o próprio gameplay. A Nintendo não tem tanta experiência com games do gênero, e delegar o desenvolvimento à Namco-Bandai foi uma excelente ideia, que vai abrilhantar mais ainda a franquia.
O próprio anúncio, por parte da Big N, foi muito bem feito e fez com que vários receios dos fãs desaparecessem e se transformassem em expectativa. Apesar de ser um dos melhores games do Wii, Super Smash Bros Brawl tinha erros, e a parceria com a Namco-Bandai foi uma forma de mostrar que tudo vai ser corrigido no quarto jogo da série, e que todos podem ficar tranquilos, além de tentar tirar a atenção do Playstation All-Stars Battle Royale, o novo concorrente de Smash.
As duas empresas já haviam trabalhado juntas em Starfox Assault, Mario Kart Arcade GP, entre outros, e é claro que uma parceria entre Nintendo e Namco-Bandai só poderia render bons frutos. Mesmo assim, provavelmente a essência do jogo não deve mudar drasticamente, até porque Smash não é um jogo de luta convencional, e a mecânica diferenciada é exatamente uma das chaves para o sucesso da série. Porém, a parte técnica do jogo, como o balanceamento dos lutadores e a física aplicada deve ser melhorada com o novo time de desenvolvimento.
Provavelmente as mudanças mais significativas estarão nos extras do jogo, como o modo história e a interação entre o Wii U e o 3DS, que será o atrativo principal do Smash 4. Outra possibilidade é que alguns personagens da Namco-Bandai estejam presentes no game, o que não seria nenhuma novidade depois do Sonic em Brawl, e seria bem interessante. Já pensou numa luta entre Mario e Pac-Man?
domingo, 24 de junho de 2012
Um Joystick, Um Violão #6
Mais uma vez, postamos a série do Marcos Castro, com paródias de videogame!
Canal do Youtube
Canal do Youtube
sábado, 23 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Píxels da Semana #90
Quem diria, hein? A sessão de notícias do Boteco Gamer chegou a sua edição número 90! Eu realmente não imaginava que esse blog ainda estaria ativo após 90 semanas... mas vamos ao que interessa!
-A Nintendo anunciou o 3DS XL! O novo modelo será lançado em 19 de agosto (28 de julho na Europa), e além de ser maior - bem maior - e ter telas enormes, a bateria vai durar até 6 horas e meia, vai custar cerca de 200 dólares, e aguardem por mais informações...
-O novo Super Smash Bros, que será lançado no Wii U e no 3DS, está sendo produzido pela Namco-Bandai! Outros jogos anunciados pela Big N foram Kirby Memorial, Pocket Soccer League Calciobit, Samurai Warriors Chronicles 2, Lost Heroes, Shin Megami Tensei: Devil Summoner Soul Hackers, Animal Crossing e Project X Zone.
-Metal Gear Solid 5 confirmado, mas sem mais detalhes...
-Okami HD anunciado para PS3!
Lançamentos da semana
Playstation 3
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
-Brave: The Video Game
Xbox 360
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
-Steel Battalion: Heavy Armor
-Brave: The Video Game
Wii
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
-Brave: The Video Game
DS
-Pokémon Conquest
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
-Brave: The Video Game
3DS
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
Vita:
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
Destaque da semana: porque a Nintendo não anunciou o 3DS XL na E3?
-A Nintendo anunciou o 3DS XL! O novo modelo será lançado em 19 de agosto (28 de julho na Europa), e além de ser maior - bem maior - e ter telas enormes, a bateria vai durar até 6 horas e meia, vai custar cerca de 200 dólares, e aguardem por mais informações...
-O novo Super Smash Bros, que será lançado no Wii U e no 3DS, está sendo produzido pela Namco-Bandai! Outros jogos anunciados pela Big N foram Kirby Memorial, Pocket Soccer League Calciobit, Samurai Warriors Chronicles 2, Lost Heroes, Shin Megami Tensei: Devil Summoner Soul Hackers, Animal Crossing e Project X Zone.
-Metal Gear Solid 5 confirmado, mas sem mais detalhes...
-Okami HD anunciado para PS3!
Lançamentos da semana
Playstation 3
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
-Brave: The Video Game
Xbox 360
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
-Steel Battalion: Heavy Armor
-Brave: The Video Game
Wii
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
-Brave: The Video Game
DS
-Pokémon Conquest
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
-Brave: The Video Game
3DS
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
Vita:
-LEGO Batman 2: DC Super Heroes
Destaque da semana: porque a Nintendo não anunciou o 3DS XL na E3?
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Assassin's Creed 3: renovação na série!
O Boteco Gamer já contou a história de como Assassin's Creed nasceu, e já se sabe que o game seria apenas um spin-off de Prince of Persia, mas acabou ganhando uma chance e surgiu como uma franquia nova. Então, o primeiro lançamento da série ocorreu em 2007, e foi muito bem aceito. Dois anos após, saiu a continuação, que mudou vários aspectos da jogabilidade. Desde então, todos os jogos lançados mantiveram a mesma engine, até que agora AC3 vem para chutar tudo para o alto e começar do zero!
Os fãs da série vão ter que se acostumar novamente e pegar as manhas do jogo, como se estivesse experimentando um game totalmente novo. Além disso, toda a tecnologia por trás do game foi feita do zero, ou seja, nada é adaptado das versões anteriores. Esse é o motivo pelo qual a série ficou três anos sem um game da série "principal".
Agora, a jogabilidade foi completamente reformulada para se adaptar a Connor, o novo protagonista, que nasceu e cresceu numa tribo indígena e está acostumado a se locomover nas florestas, por entre as árvores. Não teremos mais monumentos históricos como o Coliseu, a Hagia Sophia ou catedrais medievais, afinal o game se passa no "novo mundo", ou seja, a América.
O jeito de jogar vai ser diferente, não só pela ambientação e pelas características de Connor, mas também pelas circunstâncias. Haverão muitas cenas de combate em lugares abertos, em meio à guerra de libertação. Sem falar que agora, não vamos mais nos preocupar tanto com capangas chatos em cima dos telhados, mas sim com lobos e ursos.
Confiram um vídeo do gameplay de AC3, e vejam como vai ficar diferente:
Os fãs da série vão ter que se acostumar novamente e pegar as manhas do jogo, como se estivesse experimentando um game totalmente novo. Além disso, toda a tecnologia por trás do game foi feita do zero, ou seja, nada é adaptado das versões anteriores. Esse é o motivo pelo qual a série ficou três anos sem um game da série "principal".
Agora, a jogabilidade foi completamente reformulada para se adaptar a Connor, o novo protagonista, que nasceu e cresceu numa tribo indígena e está acostumado a se locomover nas florestas, por entre as árvores. Não teremos mais monumentos históricos como o Coliseu, a Hagia Sophia ou catedrais medievais, afinal o game se passa no "novo mundo", ou seja, a América.
O jeito de jogar vai ser diferente, não só pela ambientação e pelas características de Connor, mas também pelas circunstâncias. Haverão muitas cenas de combate em lugares abertos, em meio à guerra de libertação. Sem falar que agora, não vamos mais nos preocupar tanto com capangas chatos em cima dos telhados, mas sim com lobos e ursos.
Confiram um vídeo do gameplay de AC3, e vejam como vai ficar diferente:
terça-feira, 19 de junho de 2012
"Indústria" de games
Dizem que a essência dos videogames é a diversão, pura e simples. Nós, jogadores, crescemos acreditando nisso e vivemos muito bem com essa realidade, afinal pensamos que os jogos estão lá prioritariamente para nos divertir e nos fazer relaxar. Mas será que essa ideia está realmente correta?
Antes de mais nada, saibam que sim, os games realmente foram feitos para divertir. Essa não é a questão central do texto de hoje. O "x" da questão é que os jogos estão inseridos num cenário econômico muito maior, e não podemos nos esquecer que por trás de cada píxel está toda uma indústria de games. E quando se fala em indústria, é impossível não relacionar isso a dinheiro.
Os games são a indústria que mais cresce no mundo, obtendo lucros quase duas vezes maiores que os filmes, segundo especialistas. Em 2010, os jogos movimentaram US$60 bilhões, enquanto todas as películas produzidas em Hollywood faturaram "apenas" US$31,8 bilhões. Call of Duty: Modern Warfare 2, lançado em 2009, gerou 550 milhões de dólares em vendas nos primeiros cinco dias. CoD Black Ops bateu esse recorde no ano seguinte, com 650 milhões, que foram batidos ano passado por CoD Modern Warfare 3, que arrecadou singelos 775 milhões de doletas nos primeiros cinco dias, tornando-se o lançamento mais bem-sucedido da história do entretenimento.
Isso é algo bom, certo? Com mais dinheiro as produtoras desenvolvem jogos melhores e quem ganha com isso é o consumidor. Bom, isso não deixa de ser verdade, em termos. Mas toda moeda tem dois lados - até as milhões de moedas que a Activision lucrou com a série Call of Duty. Muitas das empresas possuem capital aberto, ou seja, precisam atrair investimentos e gerar lucro para continuar funcionando. Todos sabemos que nem sempre o melhor jogo é o que vende mais...
É por isso que vários jogos baseados em filmes são produzidos às pressas e porcamente para serem lançados simultaneamente à versão para as telonas. Adaptações de filmes para consoles geralmente decepcionam e não são bem vistas pelos jogadores. Mas mesmo não correspondendo às expectativas, esse tipo de produção costuma vender bem. Afinal, muitos leigos não sabem que estão comprando um game mal feito, apenas por ter o nome do filme que tanto gostam estampado na capa. Outro exemplo são os joguinhos coloridos que assolam os consoles há tempos. Os gamers mais hardcore não gostam, mas é impossível negar que esses jogos vendam muito bem - mais do que merecem.
A necessidade de lucros também faz com que as empresas tenham medo de arriscar e se mantenham sempre numa zona de conforto. A Nintendo é um dos raros exemplos de inovação, e já se deu mal muitas vezes por tentar fazer coisas novas, como no caso do Virtual Boy. Os investidores não querem saber se os games são bons, mas sim se a empresa é lucrativa. Por essas e outras, eventos como a E3 andam sendo cada vez mais reticentes - para não dizer decepcionantes - e com poucas surpresas.
Hideo Kojima, criador de Metal Gear Solid, já disse uma vez que os consoles devem acabar em breve. Essa é a opinião compartilhada por muitas pessoas, e reforçada pelo avanço tecnológico dos smartphones, das smart TVs, entre outros aparelhos que podem tomar o lugar dos videogames num futuro não muito distante. Ou seja, o que faz a indústria de games crescer também pode estar acabando com ela.
Será que os jogos são realmente feitos para a diversão, ou não passam de mais uma parte de um sistema econômico que visa apenas o lucro, sem se preocupar com o bem do consumidor?
Antes de mais nada, saibam que sim, os games realmente foram feitos para divertir. Essa não é a questão central do texto de hoje. O "x" da questão é que os jogos estão inseridos num cenário econômico muito maior, e não podemos nos esquecer que por trás de cada píxel está toda uma indústria de games. E quando se fala em indústria, é impossível não relacionar isso a dinheiro.
Os games são a indústria que mais cresce no mundo, obtendo lucros quase duas vezes maiores que os filmes, segundo especialistas. Em 2010, os jogos movimentaram US$60 bilhões, enquanto todas as películas produzidas em Hollywood faturaram "apenas" US$31,8 bilhões. Call of Duty: Modern Warfare 2, lançado em 2009, gerou 550 milhões de dólares em vendas nos primeiros cinco dias. CoD Black Ops bateu esse recorde no ano seguinte, com 650 milhões, que foram batidos ano passado por CoD Modern Warfare 3, que arrecadou singelos 775 milhões de doletas nos primeiros cinco dias, tornando-se o lançamento mais bem-sucedido da história do entretenimento.
Isso é algo bom, certo? Com mais dinheiro as produtoras desenvolvem jogos melhores e quem ganha com isso é o consumidor. Bom, isso não deixa de ser verdade, em termos. Mas toda moeda tem dois lados - até as milhões de moedas que a Activision lucrou com a série Call of Duty. Muitas das empresas possuem capital aberto, ou seja, precisam atrair investimentos e gerar lucro para continuar funcionando. Todos sabemos que nem sempre o melhor jogo é o que vende mais...
É por isso que vários jogos baseados em filmes são produzidos às pressas e porcamente para serem lançados simultaneamente à versão para as telonas. Adaptações de filmes para consoles geralmente decepcionam e não são bem vistas pelos jogadores. Mas mesmo não correspondendo às expectativas, esse tipo de produção costuma vender bem. Afinal, muitos leigos não sabem que estão comprando um game mal feito, apenas por ter o nome do filme que tanto gostam estampado na capa. Outro exemplo são os joguinhos coloridos que assolam os consoles há tempos. Os gamers mais hardcore não gostam, mas é impossível negar que esses jogos vendam muito bem - mais do que merecem.
Hideo Kojima, criador de Metal Gear Solid, já disse uma vez que os consoles devem acabar em breve. Essa é a opinião compartilhada por muitas pessoas, e reforçada pelo avanço tecnológico dos smartphones, das smart TVs, entre outros aparelhos que podem tomar o lugar dos videogames num futuro não muito distante. Ou seja, o que faz a indústria de games crescer também pode estar acabando com ela.
Será que os jogos são realmente feitos para a diversão, ou não passam de mais uma parte de um sistema econômico que visa apenas o lucro, sem se preocupar com o bem do consumidor?
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Rumores sobre um possível Xbox 720!
Semana passada mesmo eu já falei aqui no blog sobre o que espero da próxima geração de consoles, e que a atual geração já está um tanto quanto saturada. Talvez depois de ler esse post a Microsoft tenha resolvido agilizar a produção de seu Xbox 720, afinal alguns rumores bem interessantes começaram a pipocar.
Um documento de 56 páginas apareceu no Scribd pouco tempo atrás, contendo um verdadeiro dossiê sobre o que nós chamamos de Xbox 720. Porém o arquivo foi removido a pedido de um escritório de advocacia que por acaso tem como um de seus clientes a própria Microsoft. Ao que parece, segundo o documento o próximo console da empresa terá de quatro a seis vezes mais potência que o atual, se é que isso é possível.
A retrocompatibilidade com os jogos do X360 deve estar presente no X720, garantindo que o console tenha uma vasta biblioteca de games disponíveis já desde o lançamento. Além disso, um "Kinect 2.0" vai vir junto com o videogame, trazendo algumas funções melhoradas e suporte a quatro jogadores. Porém o que mais chama a atenção é que os planos da Microsoft aparentemente são transformar o Xbox 720 numa verdadeira central multimídia, indispensável para qualquer sala de estar.
Essa é a tendência que a empresa apresentou na E3 desse ano, com vários aplicativos pro X360 para ajudá-lo a se tornar uma máquina mais completa, e não se limitar apenas aos jogos. Creio que a conectividade realmente seja a palavra de ordem hoje em dia, como pode-se perceber pelos celulares smartphones, nos quais as ligações telefônicas são apenas um mero detalhe.O documento também faz referência a óculos de realidade aumentada, os "Fortaleza Glasses" que também deveriam ser um acessório do console.
Porém, apesar de tudo isso, nada é confirmado e as chances de tudo não passar de fake são muito altas. Até porque não faria sentido a Microsoft deixar de apresentar seu console na E3 e focar tanto em otimizar o Xbox 360, mostrando que ele ainda tem muito tempo pela frente. Mesmo assim, por mais que não seja nada oficial, esses rumores demonstram claramente o que devemos aguardar da próxima geração.
Um documento de 56 páginas apareceu no Scribd pouco tempo atrás, contendo um verdadeiro dossiê sobre o que nós chamamos de Xbox 720. Porém o arquivo foi removido a pedido de um escritório de advocacia que por acaso tem como um de seus clientes a própria Microsoft. Ao que parece, segundo o documento o próximo console da empresa terá de quatro a seis vezes mais potência que o atual, se é que isso é possível.
A retrocompatibilidade com os jogos do X360 deve estar presente no X720, garantindo que o console tenha uma vasta biblioteca de games disponíveis já desde o lançamento. Além disso, um "Kinect 2.0" vai vir junto com o videogame, trazendo algumas funções melhoradas e suporte a quatro jogadores. Porém o que mais chama a atenção é que os planos da Microsoft aparentemente são transformar o Xbox 720 numa verdadeira central multimídia, indispensável para qualquer sala de estar.
Essa é a tendência que a empresa apresentou na E3 desse ano, com vários aplicativos pro X360 para ajudá-lo a se tornar uma máquina mais completa, e não se limitar apenas aos jogos. Creio que a conectividade realmente seja a palavra de ordem hoje em dia, como pode-se perceber pelos celulares smartphones, nos quais as ligações telefônicas são apenas um mero detalhe.O documento também faz referência a óculos de realidade aumentada, os "Fortaleza Glasses" que também deveriam ser um acessório do console.
Porém, apesar de tudo isso, nada é confirmado e as chances de tudo não passar de fake são muito altas. Até porque não faria sentido a Microsoft deixar de apresentar seu console na E3 e focar tanto em otimizar o Xbox 360, mostrando que ele ainda tem muito tempo pela frente. Mesmo assim, por mais que não seja nada oficial, esses rumores demonstram claramente o que devemos aguardar da próxima geração.
domingo, 17 de junho de 2012
Um Joystick, Um Violão #5
Como todo domingo, aqui está mais um vídeo do Marcos Castro fazendo alguma paródia musical-gamística!
Canal do Youtube
Canal do Youtube
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Píxels da Semana #89
Mais uma semana cheia de notícias, mais um píxels da semana, a sessão jornalística do Boteco Gamer!
-Shigeru Miyamoto revela interesse em fazer um game de tiro em primeira pessoa, mas diz que não tem tempo para fazer algo assim.
-Harmonix, desenvolvedora de Rock Band, anunciou que está fazendo dois "games AAA" de franquias totalmente novas. Ficamos no aguardo de mais notícias...
-Playdead, desenvolvedora de Limbo, está produzindo Project 2, um game de plataforma para PS3 e X360, que apesar de ter gráficos 3D, terá jogabilidade 2D.
-Vita deve ganhar um novo Gran Turismo!
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Lollipop Chainsaw
-DiRT Showdown
Xbox 360
-Lollipop Chainsaw
-DiRT Showdown
-Phantom Breaker
Wii
-Pikmin 2
DS
-iCarly: Groovy Foodie!
-Devil Band: Rock the Underworld
3DS
-Mad Dog McCree
Vita
-Gravity Rush
-Metal Gear Solid HD Collection
Destaque da semana: vários grandes lançamentos, mesmo estando no meio do ano! Boa semana.
-Shigeru Miyamoto revela interesse em fazer um game de tiro em primeira pessoa, mas diz que não tem tempo para fazer algo assim.
-Harmonix, desenvolvedora de Rock Band, anunciou que está fazendo dois "games AAA" de franquias totalmente novas. Ficamos no aguardo de mais notícias...
-Playdead, desenvolvedora de Limbo, está produzindo Project 2, um game de plataforma para PS3 e X360, que apesar de ter gráficos 3D, terá jogabilidade 2D.
-Vita deve ganhar um novo Gran Turismo!
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Lollipop Chainsaw
-DiRT Showdown
Xbox 360
-Lollipop Chainsaw
-DiRT Showdown
-Phantom Breaker
Wii
-Pikmin 2
DS
-iCarly: Groovy Foodie!
-Devil Band: Rock the Underworld
3DS
-Mad Dog McCree
Vita
-Gravity Rush
-Metal Gear Solid HD Collection
Destaque da semana: vários grandes lançamentos, mesmo estando no meio do ano! Boa semana.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Vídeo do gameplay de GTAV?
Está rolando na internet um vídeo do que pode ser o gameplay de GTA V. Parece que o game vai oferecer um modo multiplayer cooperativo e é exatamente isso o que o vídeo mostra, numa cena de ação incrível. Mas ainda não dá pra ter certeza se é fake ou não. Confiram:
Mais um suposto vídeo de GTAV:
Será?
Mais um suposto vídeo de GTAV:
Será?
quarta-feira, 13 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
E cadê a next-gen?
Sim, mais um texto pós-E3 hoje. Mas tem um assunto que vem sendo bastante discutido entre os gamers... a próxima geração de consoles. Não que a geração atual não esteja sendo boa, muito pelo contrário. Tivemos excelentes jogos e vimos franquias incríveis surgirem, além das séries já consagradas que continuaram com o alto nível de qualidade dos games. Mas convenhamos que os jogos estão ficando cada vez maiores e precisando de cada vez mais tecnologia. Consoles atuais estão em seu limite técnico - não econômico - e já se faz necessária a vinda de uma geração mais adequada aos dias de hoje.
O Xbox 360 foi lançado em 2005, e o PS3 no ano seguinte. Ambos eram verdadeiras máquinas em questão de potência gráfica - e ainda são muito impressionantes, sim - mas qualquer aparelho com mais de cinco anos no mercado já se torna um pouco ultrapassado num mundo no qual a tecnologia evolui a cada dia. Com certeza você, caro leitor, tem um celular. E esse celular não deve ser de 2005, estou certo?
A evolução dos jogos nessa geração foi visível. Basta comparar os gráficos dos jogos de quatro ou cinco anos atrás com os atuais, como Crysis 3. Mas o fato de empresas como a Epic e a Square-Enix terem apresentado suas novas engines gráficas para desenvolvimento de jogos da próxima geração já demonstra que tanto X360 quanto PS3 chegaram ao seu limite.
Sem falar que jogos muito grandes como Skyrim ou Prototype acabam tendo seus gráficos prejudicados por causa de seu tamanho. Mas apesar de todas essas evidências, nem Sony, nem Microsoft se pronunciaram quanto aos seus próximos consoles na E3. Isso tudo porque mesmo estando no limite da capacidade, ambos ainda têm muito potencial comercial, que é o que interessa infelizmente.
Graças a isso, é provável que os aguardados X720 e PS4 só apareçam para o mundo daqui a um ou dois anos, fazendo dessa uma geração extremamente longa. Só espero que as empresas tenham a sensibilidade de reconhecer que precisam expandir suas fronteiras pelo bem de seus consumidores. A Nintendo fez isso ao anunciar o Wii U, e pode se dar muito bem caso Sony e Microsoft não façam nada para agilizar o desenvolvimento de um videogame next-gen.
Vamos aguardar pra ver o que acontece...
O Xbox 360 foi lançado em 2005, e o PS3 no ano seguinte. Ambos eram verdadeiras máquinas em questão de potência gráfica - e ainda são muito impressionantes, sim - mas qualquer aparelho com mais de cinco anos no mercado já se torna um pouco ultrapassado num mundo no qual a tecnologia evolui a cada dia. Com certeza você, caro leitor, tem um celular. E esse celular não deve ser de 2005, estou certo?
A evolução dos jogos nessa geração foi visível. Basta comparar os gráficos dos jogos de quatro ou cinco anos atrás com os atuais, como Crysis 3. Mas o fato de empresas como a Epic e a Square-Enix terem apresentado suas novas engines gráficas para desenvolvimento de jogos da próxima geração já demonstra que tanto X360 quanto PS3 chegaram ao seu limite.
Sem falar que jogos muito grandes como Skyrim ou Prototype acabam tendo seus gráficos prejudicados por causa de seu tamanho. Mas apesar de todas essas evidências, nem Sony, nem Microsoft se pronunciaram quanto aos seus próximos consoles na E3. Isso tudo porque mesmo estando no limite da capacidade, ambos ainda têm muito potencial comercial, que é o que interessa infelizmente.
Graças a isso, é provável que os aguardados X720 e PS4 só apareçam para o mundo daqui a um ou dois anos, fazendo dessa uma geração extremamente longa. Só espero que as empresas tenham a sensibilidade de reconhecer que precisam expandir suas fronteiras pelo bem de seus consumidores. A Nintendo fez isso ao anunciar o Wii U, e pode se dar muito bem caso Sony e Microsoft não façam nada para agilizar o desenvolvimento de um videogame next-gen.
Vamos aguardar pra ver o que acontece...
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Perspectivas para o resto do ano
A E3 marca o meio do ano no "calendário gamístico". Tudo o que vimos até agora pode ser classificado como começo de 2012, e daqui até o ano que vem estaremos no final de 2012 praticamente. Com várias datas de lançamento reveladas, agora podemos traçar um panorama mais amplo de como deve ser o resto do ano para os jogadores, principalmente em relação a lançamentos.
Já nessa semana teremos ótimos lançamentos, como Metal Gear Solid HD Collection (Vita) e Pikmin 2 (Wii). Até o fim do mês, sairá também Pokémon Conquest (DS), Resident Evil: Chronicles HD Edition (PS3) e The Amazing Spiderman (Multiplataforma).
Porém no meio do ano, sempre há uma escassez de jogos típica, pois as empresas tentam lançar seus títulos no final do ano, mais perto das datas festivas. Mês que vem, por exemplo, terá apenas The Last Story (Wii) e Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance (3DS) confirmados. Em agosto, se destacam New Super Mario Bros. 2 (3DS), Ragnarok Odyssey (Vita), Counter Strike: Global Offensive (X360, PS3) e Darksiders 2 (X360, PS3).
Já em setembro, se aproximando o final do ano, Far Cry 3 (X360, PS3), Tekken Tag Tournament 2 (X360, PS3), FIFA 13 (Multiplataforma) e Dead or Alive 5 são os principais lançamentos. Entre outubro e dezembro, volta a enxurrada de jogos, com Resident Evil 6 (X360, PS3), Castlevania: Lords of Shadow (3DS), Pikmin 3 (Wii U), Halo 4 (X360), New Super Mario Bros. U (Wii U), Medal of Honor: Warfighter (X360, PS3), Assassin's Creed 3 (X360, PS3), AC3: Liberation (Vita), Forza Horizon (X360), Luigi's Mansion: Dark Moon (3DS), Batman Arkham City: Armored Edition (Wii U), Need For Speed Most Wanted (X360, PS3), entre outros.
Ou seja, agora é uma boa hora para comprar algum game que você esteja afim, pois o meio do ano não é muito movimentado e tem poucos lançamentos. Quando chegar o último trimestre, você provavelmente vai querer pelo menos uns 3 ou 4 jogos, então prepare-se pra mais um semestre excelente!
Já nessa semana teremos ótimos lançamentos, como Metal Gear Solid HD Collection (Vita) e Pikmin 2 (Wii). Até o fim do mês, sairá também Pokémon Conquest (DS), Resident Evil: Chronicles HD Edition (PS3) e The Amazing Spiderman (Multiplataforma).
Porém no meio do ano, sempre há uma escassez de jogos típica, pois as empresas tentam lançar seus títulos no final do ano, mais perto das datas festivas. Mês que vem, por exemplo, terá apenas The Last Story (Wii) e Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance (3DS) confirmados. Em agosto, se destacam New Super Mario Bros. 2 (3DS), Ragnarok Odyssey (Vita), Counter Strike: Global Offensive (X360, PS3) e Darksiders 2 (X360, PS3).
Já em setembro, se aproximando o final do ano, Far Cry 3 (X360, PS3), Tekken Tag Tournament 2 (X360, PS3), FIFA 13 (Multiplataforma) e Dead or Alive 5 são os principais lançamentos. Entre outubro e dezembro, volta a enxurrada de jogos, com Resident Evil 6 (X360, PS3), Castlevania: Lords of Shadow (3DS), Pikmin 3 (Wii U), Halo 4 (X360), New Super Mario Bros. U (Wii U), Medal of Honor: Warfighter (X360, PS3), Assassin's Creed 3 (X360, PS3), AC3: Liberation (Vita), Forza Horizon (X360), Luigi's Mansion: Dark Moon (3DS), Batman Arkham City: Armored Edition (Wii U), Need For Speed Most Wanted (X360, PS3), entre outros.
Ou seja, agora é uma boa hora para comprar algum game que você esteja afim, pois o meio do ano não é muito movimentado e tem poucos lançamentos. Quando chegar o último trimestre, você provavelmente vai querer pelo menos uns 3 ou 4 jogos, então prepare-se pra mais um semestre excelente!
domingo, 10 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Píxels da Semana #88
Nessa semana aconteceu em Los Angeles o maior evento de games do mundo, a E3! O Boteco Gamer fez várias coberturas ao vivo através do twitter e postou alguns resumos do que rolou por lá, mas já é tradicional por aqui postar as principais notícias da semana de sexta feira. Então, vamos ao que aconteceu de mais importante na E3 2012!
-Sony anunciou queda de preço dos jogos lançados no Brasil! Isso mesmo, em coletiva para a imprensa latino americana, a empresa revelou que os games serão tabelados em três preços diferentes. Lançamentos serão vendidos a 149 reais, jogos normais por R$119 e "Greatest Hits" a 99 dinheiros. Vários games também estão sendo traduzidos e dublados para o português-BR.
-Finalmente a Epic mostrou sua Unreal Engine 4 em movimento! Os efeitos estão muito bonitos, mas não parece nada que as engines atuais não possam fazer.
-A Nintendo confirmou vários games de 3DS que serão lançados ainda em 2012. Entre eles, Kingdom Hearts 3D, Epic Mickey, Pokémon Black & White 2, New Super Mario Bros 2, Luigi's Mansion, Castlevania, Paper Mario, The Amazing Spiderman, Scribblenauts Unlimited, Lego Batman 2, Transformers... parece que a line-up do 3DS está excelente até o fim do ano!
-A Square-Enix mostrou uma demo de sua engine também, e essa será utilizada nos games da série Final Fantasy lançados na próxima geração provavelmente. Confiram:
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Virtua Fighter 5 Final Showdown
-Inversion
-Madagascar 3: The Video Game
Xbox 360
-Virtua Fighter 5 Final Showdown
-Inversion
-Madagascar 3: The Video Game
Wii
-Madagascar 3: The Video Game
DS
-Madagascar 3: The Video Game
3DS
-Rayman Origins
-Art of Balance Touch!
-Madagascar 3: The Video Game
Destaque da semana: De tudo o que foi mostrado na E3, o que mais me chamou a atenção, e o que mais surpreendeu a todos foi, sem dúvida, Watch Dogs. A E3 desse ano não foi das melhores, e a grande maioria dos jogos mostrados não eram novidade para ninguém, mas a Ubisoft foi na contramão disso e revelou um game que pegou a todos de surpresa.
-Sony anunciou queda de preço dos jogos lançados no Brasil! Isso mesmo, em coletiva para a imprensa latino americana, a empresa revelou que os games serão tabelados em três preços diferentes. Lançamentos serão vendidos a 149 reais, jogos normais por R$119 e "Greatest Hits" a 99 dinheiros. Vários games também estão sendo traduzidos e dublados para o português-BR.
-Finalmente a Epic mostrou sua Unreal Engine 4 em movimento! Os efeitos estão muito bonitos, mas não parece nada que as engines atuais não possam fazer.
-A Nintendo confirmou vários games de 3DS que serão lançados ainda em 2012. Entre eles, Kingdom Hearts 3D, Epic Mickey, Pokémon Black & White 2, New Super Mario Bros 2, Luigi's Mansion, Castlevania, Paper Mario, The Amazing Spiderman, Scribblenauts Unlimited, Lego Batman 2, Transformers... parece que a line-up do 3DS está excelente até o fim do ano!
-A Square-Enix mostrou uma demo de sua engine também, e essa será utilizada nos games da série Final Fantasy lançados na próxima geração provavelmente. Confiram:
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Virtua Fighter 5 Final Showdown
-Inversion
-Madagascar 3: The Video Game
Xbox 360
-Virtua Fighter 5 Final Showdown
-Inversion
-Madagascar 3: The Video Game
Wii
-Madagascar 3: The Video Game
DS
-Madagascar 3: The Video Game
3DS
-Rayman Origins
-Art of Balance Touch!
-Madagascar 3: The Video Game
Destaque da semana: De tudo o que foi mostrado na E3, o que mais me chamou a atenção, e o que mais surpreendeu a todos foi, sem dúvida, Watch Dogs. A E3 desse ano não foi das melhores, e a grande maioria dos jogos mostrados não eram novidade para ninguém, mas a Ubisoft foi na contramão disso e revelou um game que pegou a todos de surpresa.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Checkpoint #25
Estamos no começo do mês, perto de um feriado, em plena E3 e com muito aviso para o Checkpoint!
-Março e abril tiveram mais de 6000 acessos, mas pelo jeito as visitas não foram tão frequentes em maio, com apenas pouco mais de 4000 views. De qualquer modo, o Boteco Gamer agradece a todos os que visitam o blog. Valeu, galera!
-Como eu sempre digo, não deixem de escutar e baixar o CD demo da banda DustUp!
-Na enquete do mês passado, perguntamos sobre qual console o Boteco Gamer deveria falar mais, e 44% das pessoas votaram no PS3! Seguido por 22% do 3DS, empatado com o Xbox 360 e 11% o Wii. Agradecemos o voto de todo mundo, e esse mês a pergunta é: Qual foi a melhor conferência da E3? Não deixem de votar!
-Sigam o Boteco Gamer no twitter e curtam no facebook!
-Posts mais visitados em maio:
1.Vida útil dos consoles
2.Teorias sobre Assassin's Creed 3
3.Comparativo: 3DS vs PS Vita
4.Zelda vs God of War
5.Comparativo: PES 2012 vs FIFA 2012 (Wii)
6.Top 10 gatas dos games
7.121 anos de Nintendo
8.Deja Vú #11 - Alex Kidd in Miracle World
9.Novidades do FIFA 13
10.Novidades do PES 2013
Até o próximo Checkpoint!
-Março e abril tiveram mais de 6000 acessos, mas pelo jeito as visitas não foram tão frequentes em maio, com apenas pouco mais de 4000 views. De qualquer modo, o Boteco Gamer agradece a todos os que visitam o blog. Valeu, galera!
-Como eu sempre digo, não deixem de escutar e baixar o CD demo da banda DustUp!
-Na enquete do mês passado, perguntamos sobre qual console o Boteco Gamer deveria falar mais, e 44% das pessoas votaram no PS3! Seguido por 22% do 3DS, empatado com o Xbox 360 e 11% o Wii. Agradecemos o voto de todo mundo, e esse mês a pergunta é: Qual foi a melhor conferência da E3? Não deixem de votar!
-Sigam o Boteco Gamer no twitter e curtam no facebook!
-Posts mais visitados em maio:
1.Vida útil dos consoles
2.Teorias sobre Assassin's Creed 3
3.Comparativo: 3DS vs PS Vita
4.Zelda vs God of War
5.Comparativo: PES 2012 vs FIFA 2012 (Wii)
6.Top 10 gatas dos games
7.121 anos de Nintendo
8.Deja Vú #11 - Alex Kidd in Miracle World
9.Novidades do FIFA 13
10.Novidades do PES 2013
Até o próximo Checkpoint!
E3 2012: Resumão das conferências da Sony e Nintendo
As duas últimas conferências da E3 foram bastante interessantes, mas nada muito surpreendente. Definitivamente essa não foi uma daquelas E3 bombásticas, mas foi bastante sólida e podemos ficar tranquilos pois teremos muitos games bons em todas as plataformas nos próximos meses. Confiram o resumão das conferências da Sony e da Nintendo!
Sony
Principais jogos:
-Beyond: Two Souls
-Playstation All-Stars Battle Royale
-Assassin's Creed 3: Liberation
-God of War Ascension A conferência da Sony teve vários jogos bons, e o que mais chamou a atenção foi o "Smash da Sony", ou o PS All-Stars Battle Royale. Unindo várias franquias de sucesso no Playstation num jogo de luta bem divertido, bastante inspirado em Smash Bros. Também teve um Assassin's Creed exclusivo para Vita, e com uma protagonista mulher! Apesar de tudo, nenhuma novidade muito impactante.
Nintendo
Principais jogos:
-Pikmin 3
-New Super Mario Bros U
-Mass Effect 3, Batman Arkham City, Tekken Tag Tournament, Assassin's Creed 3, Darksiders 2, Ninja Gaiden 3 e mais um exército de jogos pro Wii U
-Zombi U
-New Super Mario Bros 2 (3DS)
E uma apresentação em vídeo do Wii U
O foco da conferência foi, com certeza, o Wii U. E o console não decepcionou, provando ter vários jogos bons no lançamento, apoio maciço das third parties e equilíbrio entre jogos hardcore e casuais, além de gráficos muito bons e um controle que promete muita inovação. O 3DS ficou meio esquecido nessa conferência, mas também teve bons anúncios, como NSMB2, Luigi's Mansion, Kingdom Hearts e Epic Mickey.
Sony
Principais jogos:
-Beyond: Two Souls
-Playstation All-Stars Battle Royale
-Assassin's Creed 3: Liberation
-God of War Ascension A conferência da Sony teve vários jogos bons, e o que mais chamou a atenção foi o "Smash da Sony", ou o PS All-Stars Battle Royale. Unindo várias franquias de sucesso no Playstation num jogo de luta bem divertido, bastante inspirado em Smash Bros. Também teve um Assassin's Creed exclusivo para Vita, e com uma protagonista mulher! Apesar de tudo, nenhuma novidade muito impactante.
Nintendo
Principais jogos:
-Pikmin 3
-New Super Mario Bros U
-Mass Effect 3, Batman Arkham City, Tekken Tag Tournament, Assassin's Creed 3, Darksiders 2, Ninja Gaiden 3 e mais um exército de jogos pro Wii U
-Zombi U
-New Super Mario Bros 2 (3DS)
E uma apresentação em vídeo do Wii U
O foco da conferência foi, com certeza, o Wii U. E o console não decepcionou, provando ter vários jogos bons no lançamento, apoio maciço das third parties e equilíbrio entre jogos hardcore e casuais, além de gráficos muito bons e um controle que promete muita inovação. O 3DS ficou meio esquecido nessa conferência, mas também teve bons anúncios, como NSMB2, Luigi's Mansion, Kingdom Hearts e Epic Mickey.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
E3 2012: Resumão da conferência da Ubisoft
Acabou de acabar a conferência da Ubisoft na E3 e, com certeza, foi a que mais empolgou, a que mais causou vergonha alheia, mas apesar de tudo a melhor até aqui. Lá vão os pitacos do Boteco Gamer...
Principais jogos:
-Far Cary 3
-Splinter Cell: Blacklist
-Avengers: Battle For The Earth
-Rayman Legends
-Zombi U
-Assassin's Creed 3
-Watch Dogs
A conferência começou comgostosas moças formosas dançando no palco ao som de música pop, e um homem cantando incompreensivelmente. Nem parecia uma conferência de E3, e com certeza vai render gifs de humor para os fóruns de games até a próxima E3. Mas logo tudo melhorou com Far Cry 3, que trouxe ação, peitos, tiros, peitos, insanidade, peitos e tudo isso numa ilha paradisíaca.
Splinter Cell já havia sido apresentado pela Microsoft, mas ganhou outro trailer, igualmente incrível, apesar de não mostrar muito o jogo em si, apenas cenas em computação gráfica. Assim como Avengers: Battle For The Earth, que foi revelado mas só com um trailer, sem nada do gameplay.
A partir daí, o Wii U foi o foco da conferência, com a apresentação de alguns exclusivos, dentre os quais se destacam Rayman Legends, que utiliza muitas funções da touchscreen do gamepad no meio do jogo, e Zombi U que foi revelado mas sem maiores detalhes.
O ponto alto da conferência foi, claro, Assassin's Creed 3. E após um belo trailer em CG, a Ubi mostrou o gameplay ao vivo, e deu pra tirar algumas conclusões. O time de desenvolvimento inovou muito na série, e adaptou a jogabilidade para o novo cenário, ambientado num lugar menos civilizado, portanto os fãs terão de reaprender a jogar Assassin's Creed. Toda a malícia que os gamers adquiriram para escalar prédios e andar livremente por cidades históricas terá que ser reformulada, pois agora o protagonista vive na floresta e escala árvores. Tudo foi muito bem adaptado e parece fluir normalmente, o que é um alívio para os fãs.
A conferência terminou com o anúncio de um game um tanto quanto curioso: Watch Dogs, que conta uma complexa trama envolvendo hackers, ataques cibernéticos, tiros, muita ação e um clima bem denso. Pelo jeito esse é o novo projeto grandioso da Ubi.
Às 22h tem a conferência da Sony, e amanhã às 13h, a da Nintendo! Até mais!
Principais jogos:
-Far Cary 3
-Splinter Cell: Blacklist
-Avengers: Battle For The Earth
-Rayman Legends
-Zombi U
-Assassin's Creed 3
-Watch Dogs
A conferência começou com
Splinter Cell já havia sido apresentado pela Microsoft, mas ganhou outro trailer, igualmente incrível, apesar de não mostrar muito o jogo em si, apenas cenas em computação gráfica. Assim como Avengers: Battle For The Earth, que foi revelado mas só com um trailer, sem nada do gameplay.
A partir daí, o Wii U foi o foco da conferência, com a apresentação de alguns exclusivos, dentre os quais se destacam Rayman Legends, que utiliza muitas funções da touchscreen do gamepad no meio do jogo, e Zombi U que foi revelado mas sem maiores detalhes.
O ponto alto da conferência foi, claro, Assassin's Creed 3. E após um belo trailer em CG, a Ubi mostrou o gameplay ao vivo, e deu pra tirar algumas conclusões. O time de desenvolvimento inovou muito na série, e adaptou a jogabilidade para o novo cenário, ambientado num lugar menos civilizado, portanto os fãs terão de reaprender a jogar Assassin's Creed. Toda a malícia que os gamers adquiriram para escalar prédios e andar livremente por cidades históricas terá que ser reformulada, pois agora o protagonista vive na floresta e escala árvores. Tudo foi muito bem adaptado e parece fluir normalmente, o que é um alívio para os fãs.
A conferência terminou com o anúncio de um game um tanto quanto curioso: Watch Dogs, que conta uma complexa trama envolvendo hackers, ataques cibernéticos, tiros, muita ação e um clima bem denso. Pelo jeito esse é o novo projeto grandioso da Ubi.
Às 22h tem a conferência da Sony, e amanhã às 13h, a da Nintendo! Até mais!
E3 2012: Resumão da conferência da EA
A Eletronic Arts acabou de apresentar sua conferência na E3, e aqui estão as impressões do Boteco Gamer, como sempre!
Principais jogos:
-Dead Space
-Madden
-SimCity Social
-Medal of Honor
-FIFA 13
-Need For Speed Most Wanted
-Crysis 3
A conferência teve alguns momentos bons, principalmente no final, com a surpresa da parceria entre EA e UFC, e a certeza de ótimos games de luta pela frente. Tudo começou com Dead Space 3, que parece muito bom pelo que foi apresentado. Não há muita novidade para quem já está acostumado com a série. Outro "mais do mesmo" foi Madden NFL, que promete melhorias nos gráficos e física, assim como FIFA - e qualquer outro game que seja lançado anualmente, convenhamos.
A EA não negou a fama de gostar de dinheiro e aproveitou a conferência para fazer um merchã do pacote de expansão de Battlefield 3...
Uma novidade interessante foi o SimCity Social, para o Facebook. Esse deve ser o primeiro SimCity multiplayer, e as suas ações vão interferir nas cidades vizinhas pelo que disseram. A interação entre os jogadores vai ser bem intensa pelo fato de ser um jogo dentro de uma rede social, e pelo jeito finalmente o Facebook vai ter um jogo bom.
Medal of Honor foi uma surpresa grata, pois ressurgiu das cinzas como um forte concorrente no segmento de FPS, que já está mais do que saturado. O game parece muito bom, e a série amadureceu bastante desde os jogos antigos. Crysis - sim, mais um FPS - também está excelente, e nem é necessário comentar sobre seus gráficos. A novidade fica para a ambientação mais selvagem.
Porém o que mais me chamou a atenção foi o novo Need For Speed. Parece que após alguns anos decaindo, a série finalmente se reencontrou e vai ter um jogo de peso novamente. Vamos aguardar mais informações.
Não se esqueçam que às 19h, daqui a pouco, tem a conferência da Ubisoft. Fiquem ligados no twitter do Boteco Gamer para a cobertura em tempo real da E3 2012!
Principais jogos:
-Dead Space
-Madden
-SimCity Social
-Medal of Honor
-FIFA 13
-Need For Speed Most Wanted
-Crysis 3
A conferência teve alguns momentos bons, principalmente no final, com a surpresa da parceria entre EA e UFC, e a certeza de ótimos games de luta pela frente. Tudo começou com Dead Space 3, que parece muito bom pelo que foi apresentado. Não há muita novidade para quem já está acostumado com a série. Outro "mais do mesmo" foi Madden NFL, que promete melhorias nos gráficos e física, assim como FIFA - e qualquer outro game que seja lançado anualmente, convenhamos.
A EA não negou a fama de gostar de dinheiro e aproveitou a conferência para fazer um merchã do pacote de expansão de Battlefield 3...
Uma novidade interessante foi o SimCity Social, para o Facebook. Esse deve ser o primeiro SimCity multiplayer, e as suas ações vão interferir nas cidades vizinhas pelo que disseram. A interação entre os jogadores vai ser bem intensa pelo fato de ser um jogo dentro de uma rede social, e pelo jeito finalmente o Facebook vai ter um jogo bom.
Medal of Honor foi uma surpresa grata, pois ressurgiu das cinzas como um forte concorrente no segmento de FPS, que já está mais do que saturado. O game parece muito bom, e a série amadureceu bastante desde os jogos antigos. Crysis - sim, mais um FPS - também está excelente, e nem é necessário comentar sobre seus gráficos. A novidade fica para a ambientação mais selvagem.
Porém o que mais me chamou a atenção foi o novo Need For Speed. Parece que após alguns anos decaindo, a série finalmente se reencontrou e vai ter um jogo de peso novamente. Vamos aguardar mais informações.
Não se esqueçam que às 19h, daqui a pouco, tem a conferência da Ubisoft. Fiquem ligados no twitter do Boteco Gamer para a cobertura em tempo real da E3 2012!
E3 2012: Resumão da conferência da Microsoft
A conferência da Microsoft acabou há poucos instantes, e se você não viu, saiba que não perdeu muita coisa. Mas pudemos ver alguns trailers muito bons, e um serviço chamou bastante a atenção: SmartGlass. Saiba de tudo conferindo nosso resumão!
Principais games:
-Halo 4
-Splinter Cell: Blacklist
-FIFA 13
-Madden NFL
-Fable: The Journey
-Gears of War
-Forza Horizon
-Tomb Raider
-Resident Evil 6
-Call of Duty: Black Ops 2
O Xbox terá vários serviços multimídia, como acesso aos canais ESPN, transmissão da NBA, NHL e serviço de música. Além disso, o Kinect vai possibilitar comandos de voz para, por exemplo, navegar na internet (que agora terá o Explorer como navegador) ou procurar filmes pelo gênero, como foi mostrado na conferência ao vivo.
Mas o que mais me chamou a atenção é que a Microsoft deu um jeito de imitar o controle do Wii U. Através de qualquer smartphone (Android, iOS ou W7) ou tablet será possível interagir com o console, tanto nos games quanto nas outras funcionalidades. O SmartGlass, como foi chamado, parece muito interessante!
Há também um game que promete ser o "futuro do fitness" em parceria com a Nike. Para quem gosta desse tipo de jogo, e precisa entrar em forma, talvez o Nike Plus Kinect Training seja uma boa opção.
Por último, mas não menos importante, um game desconhecido me chamou atenção: Ascend, que parece uma mistura de God of War com Shadow of the Colossus. Um game com várias referências à mitologia, e com inimigos gigantescos, e foi a novidade que eu, particularmente, gostei mais no que diz respeito a jogos. Afinal, foi a única novidade nesse aspecto praticamente.
A conferência da Microsoft começou muito bem, mas acabou deixando a desejar. Pouca novidade, apenas vimos o que já era conhecido.
Às 17h tem a conferência da EA, acompanhem a cobertura em tempo real no twitter do Boteco Gamer!
Principais games:
-Halo 4
-Splinter Cell: Blacklist
-FIFA 13
-Madden NFL
-Fable: The Journey
-Gears of War
-Forza Horizon
-Tomb Raider
-Resident Evil 6
-Call of Duty: Black Ops 2
O Xbox terá vários serviços multimídia, como acesso aos canais ESPN, transmissão da NBA, NHL e serviço de música. Além disso, o Kinect vai possibilitar comandos de voz para, por exemplo, navegar na internet (que agora terá o Explorer como navegador) ou procurar filmes pelo gênero, como foi mostrado na conferência ao vivo.
Mas o que mais me chamou a atenção é que a Microsoft deu um jeito de imitar o controle do Wii U. Através de qualquer smartphone (Android, iOS ou W7) ou tablet será possível interagir com o console, tanto nos games quanto nas outras funcionalidades. O SmartGlass, como foi chamado, parece muito interessante!
Há também um game que promete ser o "futuro do fitness" em parceria com a Nike. Para quem gosta desse tipo de jogo, e precisa entrar em forma, talvez o Nike Plus Kinect Training seja uma boa opção.
Por último, mas não menos importante, um game desconhecido me chamou atenção: Ascend, que parece uma mistura de God of War com Shadow of the Colossus. Um game com várias referências à mitologia, e com inimigos gigantescos, e foi a novidade que eu, particularmente, gostei mais no que diz respeito a jogos. Afinal, foi a única novidade nesse aspecto praticamente.
A conferência da Microsoft começou muito bem, mas acabou deixando a desejar. Pouca novidade, apenas vimos o que já era conhecido.
Às 17h tem a conferência da EA, acompanhem a cobertura em tempo real no twitter do Boteco Gamer!
domingo, 3 de junho de 2012
Um Joystick, Um Violão #3
Mais um vídeo da série, como sempre feito pelo humorista Marcos Castro!
Canal do Youtube
Canal do Youtube
sábado, 2 de junho de 2012
Melhor Easter Egg de todos os tempos!
Olhem só o Easter Egg que a Rockstar colocou em Max Payne 3:
Muito bom!
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Píxels da Semana #87
A E3 está chegando e os rumores pipocam na internet cada vez mais. A próxima semana vai ter muita novidade, mas enquanto não chega, vamos nos programar para a cobertura do evento mais importante do mundo dos games! E vamos às notícias dessa semana:
-Rumor: Novo modelo de 3DS poderá ser mostrado na E3!
Obs.: reparem no segundo analógico!
-A Konami fez sua conferência da E3 na madrugada de ontem pra hoje, e pra você que vai prestar vestibular e não pode ficar acordado até as 4 horas da manhã, confiram os trailers:
-Trailer de Tomb Raider -Trailer de PES 2013 -Trailer de Metal Gear Rising: Revengeance -Trailer de Castlevania: Lords of Shadow 2
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Atelier Meruru: Apprentice of Arland
DS
-99 seconds
3DS
-Deer Drive Legends 3D
-Kakuro by Nikoli
Vita: Resistance: Burning Skies
Destaque da semana: em semana de E3 é difícil ter bons lançamentos. Mas em relação à novidades, temos muitas. PES 2013 mostrou que o Cristiano Ronaldo será muito real no game, mas nada de novo sobre a jogabilidade. Tomb Raider aprendeu muito com Uncharted. Metal Gear Rising pode ser um pouco exagerado mas parece um ótimo game, principalmente vindo de Hideo Kojima. Sobre Castlevania, não dá pra dizer muita coisa, pois o trailer não mostra o gameplay do jogo.
Fiquem ligados na nossa cobertura da E3! Confiram o cronograma:
Segunda, 04/06:
Microsoft - 13h30
EA - 17h
Ubisoft - 19h
Sony - 22h
Terça, 05/06:
Nintendo - 13h
Acompanhem em tempo real pelo twitter do Boteco Gamer, e aguardem por resumos aqui no blog mais tarde!
-Rumor: Novo modelo de 3DS poderá ser mostrado na E3!
Obs.: reparem no segundo analógico!
-A Konami fez sua conferência da E3 na madrugada de ontem pra hoje, e pra você que vai prestar vestibular e não pode ficar acordado até as 4 horas da manhã, confiram os trailers:
-Trailer de Tomb Raider -Trailer de PES 2013 -Trailer de Metal Gear Rising: Revengeance -Trailer de Castlevania: Lords of Shadow 2
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Atelier Meruru: Apprentice of Arland
DS
-99 seconds
3DS
-Deer Drive Legends 3D
-Kakuro by Nikoli
Vita: Resistance: Burning Skies
Destaque da semana: em semana de E3 é difícil ter bons lançamentos. Mas em relação à novidades, temos muitas. PES 2013 mostrou que o Cristiano Ronaldo será muito real no game, mas nada de novo sobre a jogabilidade. Tomb Raider aprendeu muito com Uncharted. Metal Gear Rising pode ser um pouco exagerado mas parece um ótimo game, principalmente vindo de Hideo Kojima. Sobre Castlevania, não dá pra dizer muita coisa, pois o trailer não mostra o gameplay do jogo.
Fiquem ligados na nossa cobertura da E3! Confiram o cronograma:
Segunda, 04/06:
Microsoft - 13h30
EA - 17h
Ubisoft - 19h
Sony - 22h
Terça, 05/06:
Nintendo - 13h
Acompanhem em tempo real pelo twitter do Boteco Gamer, e aguardem por resumos aqui no blog mais tarde!
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Deja Vú #38 - Banjo-Kazooie
Hoje a sessão nostálgica do blog vai relembrar um dos jogos mais simpáticos que já se viu:
Lançado em 30 de junho de 1998 e desenvolvido pela Rare para o Nintendo 64, Banjo-Kazooie é um game de plataforma, mas que inicialmente estava planejado para ser um action/adventure, e para o Super Nintendo. Porém o desenvolvimento do jogo durou quase três anos e ele foi lançado para o console sucessor.
Banjo-Kazooie é o primeiro jogo da série, e conta a história dos dois protagonistas que dão nome ao game e devem impedir os planos da bruxa Gruntilda, que pretende trocar a "beleza" dela com a da irmã de Banjo. O enredo é inspirado tanto em filmes da Disney - com essa história de "espelho, espelho meu, existe alguém mais bela que eu?" - quanto em vários dos jogos já existentes, como Mario, afinal Banjo tem sua irmão raptada.
Aliás, o encanador bigodudo não influenciou apenas no roteiro do jogo, mas também na jogabilidade. Banjo-Kazooie é um platformer tridimensional, no maior estilo Super Mario 64. Essa era uma grande novidade para a época, o que ajudou o game a ser um grande sucesso tanto de vendas quanto de crítica, que pode ser facilmente verificada pelo 9.6 que recebeu da IGN, 9.5 do Gamespot e 5/5 do GamePro, além de ter recebido os prêmios de melhor trilha sonora e melhor design de texturas do ano e figurar no top 25 dos games de N64.
Os gráficos do jogo eram realmente muito bons para a época, e apresentam cenários muito diversos e belos a todo momento. As fases não são lineares, e seguem o esquema dos jogos de plataforma 3D, gênero que inova até hoje, imaginem há 14 anos. Em 2008, após a parceria entre Microsoft e Rare, Banjo-Kazooie foi lançado no Xbox 360 também, mostrando ser um jogo atual mesmo depois de tanto tempo.
Para quem gosta de diversão sem compromisso, Banjo-Kazooie é um prato cheio, e um dos melhores platformers tridimensionais da história. Merece ser, e é jogado até hoje!
Lançado em 30 de junho de 1998 e desenvolvido pela Rare para o Nintendo 64, Banjo-Kazooie é um game de plataforma, mas que inicialmente estava planejado para ser um action/adventure, e para o Super Nintendo. Porém o desenvolvimento do jogo durou quase três anos e ele foi lançado para o console sucessor.
Banjo-Kazooie é o primeiro jogo da série, e conta a história dos dois protagonistas que dão nome ao game e devem impedir os planos da bruxa Gruntilda, que pretende trocar a "beleza" dela com a da irmã de Banjo. O enredo é inspirado tanto em filmes da Disney - com essa história de "espelho, espelho meu, existe alguém mais bela que eu?" - quanto em vários dos jogos já existentes, como Mario, afinal Banjo tem sua irmão raptada.
Os gráficos do jogo eram realmente muito bons para a época, e apresentam cenários muito diversos e belos a todo momento. As fases não são lineares, e seguem o esquema dos jogos de plataforma 3D, gênero que inova até hoje, imaginem há 14 anos. Em 2008, após a parceria entre Microsoft e Rare, Banjo-Kazooie foi lançado no Xbox 360 também, mostrando ser um jogo atual mesmo depois de tanto tempo.
Para quem gosta de diversão sem compromisso, Banjo-Kazooie é um prato cheio, e um dos melhores platformers tridimensionais da história. Merece ser, e é jogado até hoje!
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Perfil #9 - Tetsuya Nomura
Hoje a sessão Perfil vai falar sobre um dos mais jovens e incríveis designers da indústria de games!
Nascido em 8 de outubro de 1970, na cidade de Kochi, Tetsuya Nomura se formou em design gráfico, e é dono de um dos traços mais característicos e inconfundíveis que existem nos games. Você já deve ter notado o quão arrojado é o design dos personagens de jogos como Kingdom Hearts, The World Ends With You e os últimos Final Fantasy. Pois então, a culpa é desse cara!
Com pouco mais de 20 anos de idade, ele foi contratado pela Square para trabalhar em nada menos que Final Fantasy. Ele começou com FFV, e desde então não largou o osso. Seu design se tornou uma das marcas registradas da série, e um de seus trabalhos mais notáveis foi em Final Fantasy VII, tido por muitos como o melhor game da franquia.
Em Chrono Trigger, um dos maiores RPGs da história, com o "dream team do desenvolvimento de games", Nomura trabalhou ao lado de Akira Toriyama no design do jogo. Sim, o desenhista de Dragon Ball, ele mesmo.
Além de quase todos os jogos da série Final Fantasy, Tetsuya Nomura também trabalhou em Parasite Eve, Brave Fencer Musashi e até Super Mario RPG antes de participar da criação de Kingdom Hearts não só como designer mas também como diretor. O crossover entre a Disney e a Square se tornou um grande sucesso sob a sua supervisão, e desde então ele esteve presente no desenvolvimento de todos os KH.
Alguns de seus trabalhos mais recentes mostram que ele continua com seu estilo agressivo de design, como em The World Ends With You, um dos melhores jogos do DS. E atualmente ele trabalha em Kingdom Hearts 3D, Final Fantasy Versus XIII e Kingdom Hearts III, que ainda estão em desenvolvimento.
Do alto de seus 42 anos, sendo quase a metade dedicados ao design de games, Tetsuya Nomura pode parecer jovem mas já é muito experiente e trabalhou em muitos grandes jogos, principalmente do gênero RPG. Fiquem de olho em seus próximos lançamentos!
Nascido em 8 de outubro de 1970, na cidade de Kochi, Tetsuya Nomura se formou em design gráfico, e é dono de um dos traços mais característicos e inconfundíveis que existem nos games. Você já deve ter notado o quão arrojado é o design dos personagens de jogos como Kingdom Hearts, The World Ends With You e os últimos Final Fantasy. Pois então, a culpa é desse cara!
Com pouco mais de 20 anos de idade, ele foi contratado pela Square para trabalhar em nada menos que Final Fantasy. Ele começou com FFV, e desde então não largou o osso. Seu design se tornou uma das marcas registradas da série, e um de seus trabalhos mais notáveis foi em Final Fantasy VII, tido por muitos como o melhor game da franquia.
Em Chrono Trigger, um dos maiores RPGs da história, com o "dream team do desenvolvimento de games", Nomura trabalhou ao lado de Akira Toriyama no design do jogo. Sim, o desenhista de Dragon Ball, ele mesmo.
Além de quase todos os jogos da série Final Fantasy, Tetsuya Nomura também trabalhou em Parasite Eve, Brave Fencer Musashi e até Super Mario RPG antes de participar da criação de Kingdom Hearts não só como designer mas também como diretor. O crossover entre a Disney e a Square se tornou um grande sucesso sob a sua supervisão, e desde então ele esteve presente no desenvolvimento de todos os KH.
Alguns de seus trabalhos mais recentes mostram que ele continua com seu estilo agressivo de design, como em The World Ends With You, um dos melhores jogos do DS. E atualmente ele trabalha em Kingdom Hearts 3D, Final Fantasy Versus XIII e Kingdom Hearts III, que ainda estão em desenvolvimento.
Do alto de seus 42 anos, sendo quase a metade dedicados ao design de games, Tetsuya Nomura pode parecer jovem mas já é muito experiente e trabalhou em muitos grandes jogos, principalmente do gênero RPG. Fiquem de olho em seus próximos lançamentos!
terça-feira, 29 de maio de 2012
As cinco "eras" dos videogames
Na escola, desde pequenos, aprendemos que o ser humano passou pela pré-história, antiguidade, idade média, moderna e contemporânea. Mas se parar pra pensar, os videogames também podem ser divididos em épocas. Não estou falando daquela velha concepção de gerações de consoles, mas de eras de verdade. Claro que a história dos games não é tão vasta e antiga quanto a humana, mas pode-se dizer que estamos na quinta era gamística, e em breve devemos entrar na sexta. Quer saber o porque?
No começo de tudo havia o que podemos chamar de pré-história dos games, com alguns protótipos que podiam ser controlados, numa época na qual não se sabia nem o que era um videogame. Existem registros de jogos eletrônicos interativos que datam de 1947. Em 58, foi criado "Tennis for Two", que tentava simular um jogo de tênis, e pode ser tido como o primeiro game da história, muito antes do Odyssey. Porém a definição de videogame não é uma unanimidade, portanto fica difícil dizer quando os jogos surgiram.
Após esse tempo obscuro, veio a Era dos Arcades, que corresponde à antiguidade dos videogames. Os consoles caseiros ainda não haviam se difundido, portanto os arcades eram a principal forma de jogo existente. A Sega foi a empresa que deu o pontapé inicial nessa era, com Periscope (1968), Duck Hunt e Grand Prix (1969). Mas foi na década de 70 que os arcades e fliperamas se popularizaram como nunca. Jogos como Pong (1972), Space Invaders (1978) e Pac-Man (1980) marcaram época e se eternizaram como grandes clássicos.
Mas os jogadores começaram a enjoar de jogos simples, por mais viciantes que eles fossem, e a indústria de games entrou em crise. Foi aí que um jovem japonês chamado Shigeru Miyamoto resolveu revolucionar os jogos eletrônicos e desenvolveu Donkey Kong (1981). A partir daí, entramos na Era dos Platformers, correspondente à Idade Média. Com a tecnologia disponível na época não era possível fazer jogos cinematográficos com roteiros hollywoodianos, mas a evolução começou com games lineares e com uma história a ser seguida.
Com os novos jogos, os avanços tecnológicos fizeram-se necessários, e então os consoles caseiros começaram a fazer um sucesso estrondoso, e o "boom" foi iniciado pelo NES e Super Mario Bros., em 1985. Nessa década, games de plataforma como Alex Kidd, Metroid, Mega Man, entre outros jogos dominaram o mercado. Os platformers estão sempre se reinventando, então temos várias reedições posteriores do gênero em outras épocas, como Sonic the Hedgehog (1991, segunda geração), Super Mario 64 (1996, começo dos jogos tridimensionais) e os atuais, como Mario Galaxy.
Já no final da década de 80, aumentou a demanda por jogos mais difíceis, complexos e longos. Então, entramos na Era dos RPGs, a Idade Moderna dos games, que trouxe muitas inovações no que diz respeito ao modo como os jogos eram desenvolvidos. Em vez de fases lineares com o simples intuito de ir sempre para a direita, os RPGs introduziram mundos abertos para exploração, que deram mais liberdade aos jogadores. Curiosamente, uma das maiores influências dos games do gênero vem de Zelda, que é um action/adventure.
Até o final da década de 90, apesar da diversidade de jogos existentes, a época ficou marcada por jogos como Final Fantasy, Dragon Quest, Chrono Trigger, Secret of Mana, Phantasy Star, Pokémon, The Elder Scrolls: Arena, e todos tinham em comum histórias mais envolventes, com temas medievais, muitas missões a se fazer, muito a se explorar pelo mapa, e personagens customizáveis que podiam ser evoluídos. Mas a maioria tinha combate por turnos, o que os tornava monótonos para os jogadores mais casuais e menos habituados a longas jogatinas.
Essa conjuntura pedia jogos mais ativos, e o público acabou se virando para a Idade Contemporânea dos games, na qual temos todos os estilos presentes até hoje, mas um deles acabou se destacando mais que os outros, portanto eu diria que hoje vivemos a Era do FPS, ou First Person Shooter. Os jogos de tiro tomaram conta do cenário atual, e esse domínio coincidiu com o final da década de 90, com o lançamento de jogos como Goldeneye 007, Duke Nukem, Counter Strike e Half-Life.
Com certeza você já jogou algum desses, e sabe muito bem do sucesso estrondoso que fazem. A cada mês vários games do gênero FPS são lançados, nem todos são realmente bons mas a maioria consegue boas vendas, mesmo não inovando muito em relação aos outros. Os jogos de maior destaque são Halo, Medal of Honor e, claro, Call of Duty, um dos maiores sucessos de vendas de todos os tempos.
Apesar dessa divisão de épocas, praticamente todos os gêneros sempre coexistiram, mas alguns tiveram maior influência sobre a indústria de um modo geral, portanto foram os estilos mais importantes em certas épocas. Mas será que não estamos indo em direção a uma nova era de games? Talvez estejamos resgatando os jogos simples, casuais e divertidos, o que se verifica pelo sucesso do Wii, Kinect e jogos de celular como Angry Birds.
Ou então vamos para a era dos jogos online, afinal com o advento da internet nos consoles, estamos cada vez mais dependentes de games com conexão para jogarmos, seja qual for o gênero. Ainda não é possível discernir para onde estamos indo, mas estamos indo para algum lugar, com certeza. A indústria de games é uma das mais dinâmicas que existem, portanto podemos esperar por muitas surpresas nos próximos anos. E o futuro começa agora!
Após esse tempo obscuro, veio a Era dos Arcades, que corresponde à antiguidade dos videogames. Os consoles caseiros ainda não haviam se difundido, portanto os arcades eram a principal forma de jogo existente. A Sega foi a empresa que deu o pontapé inicial nessa era, com Periscope (1968), Duck Hunt e Grand Prix (1969). Mas foi na década de 70 que os arcades e fliperamas se popularizaram como nunca. Jogos como Pong (1972), Space Invaders (1978) e Pac-Man (1980) marcaram época e se eternizaram como grandes clássicos.
Mas os jogadores começaram a enjoar de jogos simples, por mais viciantes que eles fossem, e a indústria de games entrou em crise. Foi aí que um jovem japonês chamado Shigeru Miyamoto resolveu revolucionar os jogos eletrônicos e desenvolveu Donkey Kong (1981). A partir daí, entramos na Era dos Platformers, correspondente à Idade Média. Com a tecnologia disponível na época não era possível fazer jogos cinematográficos com roteiros hollywoodianos, mas a evolução começou com games lineares e com uma história a ser seguida.
Com os novos jogos, os avanços tecnológicos fizeram-se necessários, e então os consoles caseiros começaram a fazer um sucesso estrondoso, e o "boom" foi iniciado pelo NES e Super Mario Bros., em 1985. Nessa década, games de plataforma como Alex Kidd, Metroid, Mega Man, entre outros jogos dominaram o mercado. Os platformers estão sempre se reinventando, então temos várias reedições posteriores do gênero em outras épocas, como Sonic the Hedgehog (1991, segunda geração), Super Mario 64 (1996, começo dos jogos tridimensionais) e os atuais, como Mario Galaxy.
Já no final da década de 80, aumentou a demanda por jogos mais difíceis, complexos e longos. Então, entramos na Era dos RPGs, a Idade Moderna dos games, que trouxe muitas inovações no que diz respeito ao modo como os jogos eram desenvolvidos. Em vez de fases lineares com o simples intuito de ir sempre para a direita, os RPGs introduziram mundos abertos para exploração, que deram mais liberdade aos jogadores. Curiosamente, uma das maiores influências dos games do gênero vem de Zelda, que é um action/adventure.
Até o final da década de 90, apesar da diversidade de jogos existentes, a época ficou marcada por jogos como Final Fantasy, Dragon Quest, Chrono Trigger, Secret of Mana, Phantasy Star, Pokémon, The Elder Scrolls: Arena, e todos tinham em comum histórias mais envolventes, com temas medievais, muitas missões a se fazer, muito a se explorar pelo mapa, e personagens customizáveis que podiam ser evoluídos. Mas a maioria tinha combate por turnos, o que os tornava monótonos para os jogadores mais casuais e menos habituados a longas jogatinas.
Essa conjuntura pedia jogos mais ativos, e o público acabou se virando para a Idade Contemporânea dos games, na qual temos todos os estilos presentes até hoje, mas um deles acabou se destacando mais que os outros, portanto eu diria que hoje vivemos a Era do FPS, ou First Person Shooter. Os jogos de tiro tomaram conta do cenário atual, e esse domínio coincidiu com o final da década de 90, com o lançamento de jogos como Goldeneye 007, Duke Nukem, Counter Strike e Half-Life.
Com certeza você já jogou algum desses, e sabe muito bem do sucesso estrondoso que fazem. A cada mês vários games do gênero FPS são lançados, nem todos são realmente bons mas a maioria consegue boas vendas, mesmo não inovando muito em relação aos outros. Os jogos de maior destaque são Halo, Medal of Honor e, claro, Call of Duty, um dos maiores sucessos de vendas de todos os tempos.
Apesar dessa divisão de épocas, praticamente todos os gêneros sempre coexistiram, mas alguns tiveram maior influência sobre a indústria de um modo geral, portanto foram os estilos mais importantes em certas épocas. Mas será que não estamos indo em direção a uma nova era de games? Talvez estejamos resgatando os jogos simples, casuais e divertidos, o que se verifica pelo sucesso do Wii, Kinect e jogos de celular como Angry Birds.
Ou então vamos para a era dos jogos online, afinal com o advento da internet nos consoles, estamos cada vez mais dependentes de games com conexão para jogarmos, seja qual for o gênero. Ainda não é possível discernir para onde estamos indo, mas estamos indo para algum lugar, com certeza. A indústria de games é uma das mais dinâmicas que existem, portanto podemos esperar por muitas surpresas nos próximos anos. E o futuro começa agora!
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Novidades do FIFA 13
Há algum tempo o Boteco Gamer falou sobre as novidades do PES 2013, então nada mais justo que apresentarmos também o seu concorrente!
A próxima versão do game de futebol da Eletronic Arts trará uma nova tecnologia que promete tornar os gráficos e, principalmente, as feições dos atletas, muito mais realistas - sim, mais ainda. Desenvolvida pela Dimensional Imaging, essa tecnologia deve tornar mais fiel a reprodução dos rostos dos jogadores. Mas não só de gráficos vivem jogos de videogames - ainda bem - e a EA deve melhorar o próximo lançamento da franquia em vários outros aspectos.
Principalmente a parte tática e a física aplicada ao jogo serão modificadas e aprimoradas. Os impactos devem se tornar mais realistas, tanto entre jogadores como entre eles e a bola. Essa mudança já ocorreu no FIFA 12, e deve ser mais acentuada ainda na próxima versão, afim de proporcionar uma experiência cada vez mais próxima da real.
Como já é de praxe, a inteligência artificial, que já é excelente, vai ser melhorada, tanto nos aspectos ofensivos como nos defensivos. Cobranças de falta táticas e com jogadas ensaiadas também devem ficar mais efetivas e melhores de serem executadas. Por enquanto nenhuma novidade muito específica foi revelada além disso, mas podemos esperar por um game melhor do que o do ano passado.
Isso é muito bom, e demonstra que a EA não se contentou com a liderança de mercado, e pretende continuar sua crescente no segmento futebolístico. Por outro lado, a Konami está tentando voltar com tudo e promete muitas melhorias no PES. Creio que essa briga ficará cada vez mais acirrada e quem tem a ganhar com isso somos nós, gamers, que teremos jogos melhores a cada ano!
A próxima versão do game de futebol da Eletronic Arts trará uma nova tecnologia que promete tornar os gráficos e, principalmente, as feições dos atletas, muito mais realistas - sim, mais ainda. Desenvolvida pela Dimensional Imaging, essa tecnologia deve tornar mais fiel a reprodução dos rostos dos jogadores. Mas não só de gráficos vivem jogos de videogames - ainda bem - e a EA deve melhorar o próximo lançamento da franquia em vários outros aspectos.
Principalmente a parte tática e a física aplicada ao jogo serão modificadas e aprimoradas. Os impactos devem se tornar mais realistas, tanto entre jogadores como entre eles e a bola. Essa mudança já ocorreu no FIFA 12, e deve ser mais acentuada ainda na próxima versão, afim de proporcionar uma experiência cada vez mais próxima da real.
Como já é de praxe, a inteligência artificial, que já é excelente, vai ser melhorada, tanto nos aspectos ofensivos como nos defensivos. Cobranças de falta táticas e com jogadas ensaiadas também devem ficar mais efetivas e melhores de serem executadas. Por enquanto nenhuma novidade muito específica foi revelada além disso, mas podemos esperar por um game melhor do que o do ano passado.
Isso é muito bom, e demonstra que a EA não se contentou com a liderança de mercado, e pretende continuar sua crescente no segmento futebolístico. Por outro lado, a Konami está tentando voltar com tudo e promete muitas melhorias no PES. Creio que essa briga ficará cada vez mais acirrada e quem tem a ganhar com isso somos nós, gamers, que teremos jogos melhores a cada ano!
domingo, 27 de maio de 2012
Um Joystick, Um Violão #2
Continuando a série de vídeos, aqui está a paródia de "Assim Sem Você", por Marcos Castro:
Canal do Youtube
Canal do Youtube
sábado, 26 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Píxels da Semana #86
Sem introduções essa semana... vamos às notícias!
-Novo Devil May Cry foi adiado, mas deve sair em janeiro de 2013!
-Outro game adiado foi Aliens: Colonial Marines.
-Rumor: Wii U terá Starfox x Metroid, crossover entre as duas séries. Não passa de boato ainda, mas pode ser interessante...
-Capa de Resident Evil 6:
Espero sinceramente que mudem essa capa e tirem esse catarr... quer dizer, esse número 6 esquisito.
-Harry Potter for Kinect foi anunciado! O game deve narrar TODOS os episódios da série, e vai contar com vários diferenciais por causa do controle por movimento!
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Tom Clancy's Ghost Recon: Future Soldier
-Dragon's Dogma
-Men in Black: Alien Crisis
-Sorcery
Xbox 360
-Tom Clancy's Ghost Recon: Future Soldier
-Dragon's Dogma
-Men in Black: Alien Crisis
Wii
-Men in Black: Alien Crisis
DS
-Snakenoid Deluxe
3DS
-Mario Tennis Open
Vita
-Table Top Tennis
Destaque da semana: não é exatamente nessa semana, mas a E3 está chegando, e com ela, vários rumores e muita expectativa!
-Novo Devil May Cry foi adiado, mas deve sair em janeiro de 2013!
-Outro game adiado foi Aliens: Colonial Marines.
-Rumor: Wii U terá Starfox x Metroid, crossover entre as duas séries. Não passa de boato ainda, mas pode ser interessante...
-Capa de Resident Evil 6:
Espero sinceramente que mudem essa capa e tirem esse catarr... quer dizer, esse número 6 esquisito.
-Harry Potter for Kinect foi anunciado! O game deve narrar TODOS os episódios da série, e vai contar com vários diferenciais por causa do controle por movimento!
Lançamentos da semana
Playstation 3
-Tom Clancy's Ghost Recon: Future Soldier
-Dragon's Dogma
-Men in Black: Alien Crisis
-Sorcery
Xbox 360
-Tom Clancy's Ghost Recon: Future Soldier
-Dragon's Dogma
-Men in Black: Alien Crisis
Wii
-Men in Black: Alien Crisis
DS
-Snakenoid Deluxe
3DS
-Mario Tennis Open
Vita
-Table Top Tennis
Destaque da semana: não é exatamente nessa semana, mas a E3 está chegando, e com ela, vários rumores e muita expectativa!
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Deja Vú #37 - Prince of Persia
Hoje a sessão nostálgica do Boteco Gamer faz uma viagem ao Oriente Médio, mais especificamente à Pérsia!
Lançado em 1989 para PC, Prince of Persia é um dos melhores e mais inovadores jogos de plataforma dos anos 80. Em uma época na qual os jogadores do gênero estavam acostumados com games simples, Prince of Persia ofereceu algo quase inédito: puzzles. Não que não existiam puzzles nos jogos da época, mas era algo bastante raro em platformers.
Situado antes da transição dos píxels para os polígonos, Prince of Persia mescla com maestria todos os elementos de plataforma com bastante ação, puzzles e ainda dá o pontapé inicial nos movimentos de parkour no games.
As fases de Prince of Persia não se limitavam a andar sempre em um sentido pulando buracos. Não consistia apenas em ir do ponto A ao ponto B. Você precisava escapar de pedras soltas e obstáculos, abrir portas, seguir um caminho irregular, lutar com inimigos, e tudo isso com uma pitada de parkour. Claro que a jogabilidade 2D impedia uma maior complexidade das fases. Mas isso viria nos próximos games da série.
A história se passa na Pérsia antiga, como o nome sugere. Enquanto o sultão lutava numa guerra em um lugar distante, seu principal conselheiro tentou dar um golpe para tomar o poder. Para isso, trancou a filha do sultão numa torre e obrigou-a a se tornar sua esposa. O personagem principal, cujo nome não aparece no game, era o amado da princesa e foi jogado nas catacumbas. O objetivo do jogo é escapar do calabouço e derrotar o conselheiro antes que ele se torne sultão.
Esse conselheiro é uma alusão a Ja'far bin Yahya Barmaki, que existiu de verdade e foi morto por ter um caso com uma princesa. Ele é figura recorrente na literatura e cinema árabe, aparecendo até em contos das mil e uma noites. A Ubisoft conseguiu ambientar muito bem o game, o que possibilitou que as sequências da série também fossem excelentes, e que dessa franquia nascesse Assassin's Creed.
Prince of Persia é muito aclamado por fãs e tem várias versões e relançamentos, sendo uma das séries de maior sucesso da Ubisoft!
Lançado em 1989 para PC, Prince of Persia é um dos melhores e mais inovadores jogos de plataforma dos anos 80. Em uma época na qual os jogadores do gênero estavam acostumados com games simples, Prince of Persia ofereceu algo quase inédito: puzzles. Não que não existiam puzzles nos jogos da época, mas era algo bastante raro em platformers.
Situado antes da transição dos píxels para os polígonos, Prince of Persia mescla com maestria todos os elementos de plataforma com bastante ação, puzzles e ainda dá o pontapé inicial nos movimentos de parkour no games.
As fases de Prince of Persia não se limitavam a andar sempre em um sentido pulando buracos. Não consistia apenas em ir do ponto A ao ponto B. Você precisava escapar de pedras soltas e obstáculos, abrir portas, seguir um caminho irregular, lutar com inimigos, e tudo isso com uma pitada de parkour. Claro que a jogabilidade 2D impedia uma maior complexidade das fases. Mas isso viria nos próximos games da série.
A história se passa na Pérsia antiga, como o nome sugere. Enquanto o sultão lutava numa guerra em um lugar distante, seu principal conselheiro tentou dar um golpe para tomar o poder. Para isso, trancou a filha do sultão numa torre e obrigou-a a se tornar sua esposa. O personagem principal, cujo nome não aparece no game, era o amado da princesa e foi jogado nas catacumbas. O objetivo do jogo é escapar do calabouço e derrotar o conselheiro antes que ele se torne sultão.
Esse conselheiro é uma alusão a Ja'far bin Yahya Barmaki, que existiu de verdade e foi morto por ter um caso com uma princesa. Ele é figura recorrente na literatura e cinema árabe, aparecendo até em contos das mil e uma noites. A Ubisoft conseguiu ambientar muito bem o game, o que possibilitou que as sequências da série também fossem excelentes, e que dessa franquia nascesse Assassin's Creed.
Prince of Persia é muito aclamado por fãs e tem várias versões e relançamentos, sendo uma das séries de maior sucesso da Ubisoft!
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Perfil #8 - Nobuo Uematsu
Semana passada a sessão Perfil falou sobre Koji Kondo, então nada mais justo que hoje falarmos sobre outro grande compositor do mundo dos games!
Nascido em 21 de março de 1959, Nobuo Uematsu, além de um dos mais respeitados compositores de games, é um músico brilhante. Autodidata, começou a tocar piano aos 11 anos, e teve como principal influência ninguém menos que Elton John. Ele se formou na Universidade de Kanagawa, e começou a tocar piano em várias bandas amadoras, até que foi convidado por um funcionário da Square Enix - na época apenas Square - para compor a trilha sonora de Genesis, seu primeiro trabalho no mundo dos games, em 1985.
Uematsu trabalhava em uma loja, e considerou o convite da Square como um simples "bico" para ganhar um dinheiro extra, sem ter a mínima ideia de que isso se tornaria sua carreira. Em 1987, quando a Square passou por dificuldades financeiras e estava à beira da falência, a empresa resolveu fazer um último jogo para tentar se salvar. Seria o famoso "ou vai ou racha". E o nome do game era bem sugestivo: Final Fantasy. O resto é história.
Sim, foi Nobuo Uematsu que criou as memoráveis músicas da maioria dos games da série Final Fantasy. E após a "fantasia final", a Square conseguiu se reerguer, se tornou um mito dos RPGs, comprou a Enix e hoje é uma das maiores empresas de games do mundo. E tudo isso com a ajuda de um dos maiores compositores do mundo eletrônico.
Já em 1995, após vários anos trabalhando com jogos, Uematsu teve a honra de trabalhar num dos melhores jogos da história. A Square reuniu quase que um "dream team do desenvolvimento de games" para criar Chrono Trigger, uma de suas obras primas. E ele estava presente nesse dream team, ao lado do produtor Hironobu Sakaguchi, do diretor Yuji Horii e - pasmem - do desenhista Akira Toriyama! (Sim, o mangaká de Dragon Ball e Dr Slump.)
Nobuo Uematsu trabalhou em games como Lost Odyssey, Super Smash Bros Brawl, Final Fantasy Tactics FFI, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XI, XII... Hoje ele ainda trabalha em jogos da Square Enix, mas como freelancer, e possui seu próprio estúdio desde 2004.
Nascido em 21 de março de 1959, Nobuo Uematsu, além de um dos mais respeitados compositores de games, é um músico brilhante. Autodidata, começou a tocar piano aos 11 anos, e teve como principal influência ninguém menos que Elton John. Ele se formou na Universidade de Kanagawa, e começou a tocar piano em várias bandas amadoras, até que foi convidado por um funcionário da Square Enix - na época apenas Square - para compor a trilha sonora de Genesis, seu primeiro trabalho no mundo dos games, em 1985.
Uematsu trabalhava em uma loja, e considerou o convite da Square como um simples "bico" para ganhar um dinheiro extra, sem ter a mínima ideia de que isso se tornaria sua carreira. Em 1987, quando a Square passou por dificuldades financeiras e estava à beira da falência, a empresa resolveu fazer um último jogo para tentar se salvar. Seria o famoso "ou vai ou racha". E o nome do game era bem sugestivo: Final Fantasy. O resto é história.
Sim, foi Nobuo Uematsu que criou as memoráveis músicas da maioria dos games da série Final Fantasy. E após a "fantasia final", a Square conseguiu se reerguer, se tornou um mito dos RPGs, comprou a Enix e hoje é uma das maiores empresas de games do mundo. E tudo isso com a ajuda de um dos maiores compositores do mundo eletrônico.
Já em 1995, após vários anos trabalhando com jogos, Uematsu teve a honra de trabalhar num dos melhores jogos da história. A Square reuniu quase que um "dream team do desenvolvimento de games" para criar Chrono Trigger, uma de suas obras primas. E ele estava presente nesse dream team, ao lado do produtor Hironobu Sakaguchi, do diretor Yuji Horii e - pasmem - do desenhista Akira Toriyama! (Sim, o mangaká de Dragon Ball e Dr Slump.)
Nobuo Uematsu trabalhou em games como Lost Odyssey, Super Smash Bros Brawl, Final Fantasy Tactics FFI, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XI, XII... Hoje ele ainda trabalha em jogos da Square Enix, mas como freelancer, e possui seu próprio estúdio desde 2004.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Imagens da Unreal Engine 4
Ontem eu falei sobre o que podemos esperar da próxima geração de videogames, então nada mais justo que mostrar um dos aspectos que foram citados no post: gráficos. Segundo um grande especialista no assunto - eu - os próximos consoles não terão um salto tão perceptível na qualidade gráfica. Haverá uma evolução, mas não tão acentuada como foi na geração PS2/GameCube/Xbox para PS3/Xbox 360. A principal engine gráfica existente hoje é a Unreal Engine da Epic, que se encontra na terceira versão atualmente.
Com a próxima geração se aproximando, a Epic tratou de mostrar serviço e desenvolveu a Unreal Engine 4, que promete gráficos cada vez melhores, tanto em qualidade como em facilidade para os designers. Eu, particularmente, não fiquei muito impressionado, mas talvez com algum vídeo dê para ter uma ideia melhor de como o avanço gráfico vai ocorrer nos próximos consoles.
Confiram algumas imagens da UE4 em ação:
Fonte
Com a próxima geração se aproximando, a Epic tratou de mostrar serviço e desenvolveu a Unreal Engine 4, que promete gráficos cada vez melhores, tanto em qualidade como em facilidade para os designers. Eu, particularmente, não fiquei muito impressionado, mas talvez com algum vídeo dê para ter uma ideia melhor de como o avanço gráfico vai ocorrer nos próximos consoles.
Confiram algumas imagens da UE4 em ação:
Fonte
segunda-feira, 21 de maio de 2012
O que esperar da próxima geração de consoles?
A atual geração de consoles já está bastante madura, todos os concorrentes já têm suas respectivas bibliotecas de jogos muito bem definidas, apesar de algumas adições a cada ano, mas já se tem um panorama definitivo do perfil de cada um. E a cada dia que passa, pipocam na internet mais rumores e especulações sobre a próxima geração. Apenas um console foi oficialmente revelado por enquanto, mas o que será que nós, gamers, poderemos esperar dos próximos anos?
Muito provavelmente o salto gráfico da próxima geração não será tão grande como foi na atual. Isso quer dizer que a diferença entre a capacidade gráfica do PS3 e PS4 não será nada se comparada à diferença entre PS2 e PS3, por exemplo. A tecnologia não evoluiu tanto nesse sentido, e os jogos atuais já possuem gráficos bastante avançados. Haverá evolução, mas creio que não seja tão radical.
Um dos principais elementos que podem mudar - e bastante - é a jogabilidade. Na geração atual, o Wii alterou o jeito de se jogar e fez um sucesso estrondoso, a ponto de seus concorrentes se sentirem obrigados a implantar controle por movimento também. Agora, o Wii U vai reinventar novamente o jeito de se jogar, com um "controle-tablet". Se também será bem sucedido, ou se os outros consoles também terão algo assim, só o tempo dirá. (Mas se eu tivesse que apostar, diria que pelo menos um videogame será mais conservador e manterá o controle tradicional.)
Mas a novidade que mais me agrada, e que eu mais aguardo é a interatividade dos consoles com a internet. Melhorias nos sistemas online, todos os jogos disponíveis para download, mais conectividade e melhor interação com as redes sociais - já pensou em bater seu recorde em um game, tirar print da tela e mandar para o instagram ou fechar aquele jogo difícil e, direto do console, twittar pra todo mundo?
Essas e outras adições devem ser acompanhadas de avanços tecnológicos que possibilitem um preço acessível, pois consoles caros não costumam ser competitivos nem atraentes. Apesar do preço não ser lá muito agradável no lançamento, as empresas devem ter aprendido com alguns erros do passado, e vão diminuir sensivelmente os preços - é o que nós esperamos.
Outra possibilidade é a de que, nos próximos consoles, não haverá mais distribuição de games por mídia física, apenas por download. Isso é algo bem improvável, tendo em vista que uma grande quantidade de pessoas ao redor do mundo ainda não tem acesso à internet no console, e que as vendas de discos movimenta muito dinheiro e impulsiona toda uma indústria por trás disso. É bem possível que os jogos também sejam vendidos digitalmente, mas não só dessa forma.
Já em relação a quando esses consoles serão lançados, há muita controvérsia. O único fato é que o Wii U estará nas prateleiras das lojas até o final do ano, mas quanto ao "Playstation 4/Orbis" e o "Xbox 720/Loop/Rutabaga/Next" ainda não se sabe. É possível que algum seja revelado na E3 que acontece no mês que vem, mas até ser lançado, ainda deve demorar uns dois anos.
Existem ainda rumores sobre possíveis consoles lançados pela Valve e pela Apple. Este humilde blogueiro acha que não passam de rumores mesmo, mas que apesar de improvável, seria bem legal ter novas empresas fabricando hardwares, afinal como eu sempre digo... quem ganha com a concorrência somos nós, gamers. E se tudo der certo, os grandes vencedores da próxima geração seremos nós!
E você? O que espera da próxima geração?
Muito provavelmente o salto gráfico da próxima geração não será tão grande como foi na atual. Isso quer dizer que a diferença entre a capacidade gráfica do PS3 e PS4 não será nada se comparada à diferença entre PS2 e PS3, por exemplo. A tecnologia não evoluiu tanto nesse sentido, e os jogos atuais já possuem gráficos bastante avançados. Haverá evolução, mas creio que não seja tão radical.
Um dos principais elementos que podem mudar - e bastante - é a jogabilidade. Na geração atual, o Wii alterou o jeito de se jogar e fez um sucesso estrondoso, a ponto de seus concorrentes se sentirem obrigados a implantar controle por movimento também. Agora, o Wii U vai reinventar novamente o jeito de se jogar, com um "controle-tablet". Se também será bem sucedido, ou se os outros consoles também terão algo assim, só o tempo dirá. (Mas se eu tivesse que apostar, diria que pelo menos um videogame será mais conservador e manterá o controle tradicional.)
Mas a novidade que mais me agrada, e que eu mais aguardo é a interatividade dos consoles com a internet. Melhorias nos sistemas online, todos os jogos disponíveis para download, mais conectividade e melhor interação com as redes sociais - já pensou em bater seu recorde em um game, tirar print da tela e mandar para o instagram ou fechar aquele jogo difícil e, direto do console, twittar pra todo mundo?
Essas e outras adições devem ser acompanhadas de avanços tecnológicos que possibilitem um preço acessível, pois consoles caros não costumam ser competitivos nem atraentes. Apesar do preço não ser lá muito agradável no lançamento, as empresas devem ter aprendido com alguns erros do passado, e vão diminuir sensivelmente os preços - é o que nós esperamos.
Outra possibilidade é a de que, nos próximos consoles, não haverá mais distribuição de games por mídia física, apenas por download. Isso é algo bem improvável, tendo em vista que uma grande quantidade de pessoas ao redor do mundo ainda não tem acesso à internet no console, e que as vendas de discos movimenta muito dinheiro e impulsiona toda uma indústria por trás disso. É bem possível que os jogos também sejam vendidos digitalmente, mas não só dessa forma.
Já em relação a quando esses consoles serão lançados, há muita controvérsia. O único fato é que o Wii U estará nas prateleiras das lojas até o final do ano, mas quanto ao "Playstation 4/Orbis" e o "Xbox 720/Loop/Rutabaga/Next" ainda não se sabe. É possível que algum seja revelado na E3 que acontece no mês que vem, mas até ser lançado, ainda deve demorar uns dois anos.
Existem ainda rumores sobre possíveis consoles lançados pela Valve e pela Apple. Este humilde blogueiro acha que não passam de rumores mesmo, mas que apesar de improvável, seria bem legal ter novas empresas fabricando hardwares, afinal como eu sempre digo... quem ganha com a concorrência somos nós, gamers. E se tudo der certo, os grandes vencedores da próxima geração seremos nós!
E você? O que espera da próxima geração?
domingo, 20 de maio de 2012
Um Joystick, Um Violão #1
Depois de sugestões, resolvi postar alguns dos vídeos do Marcos Castro, humorista gamer que faz paródias de músicas famosas com temas de games. Confiram o primeiro:
Canal do Youtube
Canal do Youtube
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Píxels da Semana #85
Esse é o seu resumo semanal de notícias, mais uma vez entrando em campo!
-Apesar de rumores sobre Dead Island 2, desenvolvedora nega que o game esteja sendo feito, mas não descarta possibilidade de uma sequência.
-Diablo III foi lançado... mas teve vários problemas e bugs, até um que pode acabar com o jogo. A Blizzard pediu desculpas no fórum do game e disse que não teve tempo suficiente para resolver todos os problemas. (10 anos não são o bastante?)
-Criterion Games, desenvolvedora de Burnout, está contratando designers e engenheiros para um jogo de PS Vita. Será que teremos um Burnout Vita?
Lançamentos da Semana
Playstation 3
-Max Payne 3
-Games of Thrones
-Hitman: Sniper Challenge
-Battleship
Xbox 360
-Max Payne 3
-Games of Thrones
-Hitman: Sniper Challenge
-Battleship
-Akai Katana
Wii
-Battleship
DS
-Battleship
-Chronicles of Vampires: The Awakening
3DS
-Battleship
Destaque da semana: dois games muito aguardados tomaram conta dessa semana. Max Payne 3 e Diablo III.
-Apesar de rumores sobre Dead Island 2, desenvolvedora nega que o game esteja sendo feito, mas não descarta possibilidade de uma sequência.
-Diablo III foi lançado... mas teve vários problemas e bugs, até um que pode acabar com o jogo. A Blizzard pediu desculpas no fórum do game e disse que não teve tempo suficiente para resolver todos os problemas. (10 anos não são o bastante?)
-Criterion Games, desenvolvedora de Burnout, está contratando designers e engenheiros para um jogo de PS Vita. Será que teremos um Burnout Vita?
Lançamentos da Semana
Playstation 3
-Max Payne 3
-Games of Thrones
-Hitman: Sniper Challenge
-Battleship
Xbox 360
-Max Payne 3
-Games of Thrones
-Hitman: Sniper Challenge
-Battleship
-Akai Katana
Wii
-Battleship
DS
-Battleship
-Chronicles of Vampires: The Awakening
3DS
-Battleship
Destaque da semana: dois games muito aguardados tomaram conta dessa semana. Max Payne 3 e Diablo III.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Deja Vú #36 - Earthbound
A sessão nostálgica de hoje vai relembrar um dos games mais originais de todos os tempos, que infelizmente não costuma ser tão reconhecido quanto merece:
Lançado em 1994 no Japão e no ano seguinte nas Américas, Earthbound é um jogo um tanto quanto obscuro, de uma série mais obscura ainda, conhecida no Japão como Mother - por influência da música de mesmo nome feita por John Lennon. Earthbound corresponde ao Mother 2, já que tanto o primeiro quanto o último jogo da trilogia não foram lançados no Ocidente, apesar das várias traduções de fãs espalhados na Internet.
Trata-se de um RPG com um time de personagens jogáveis, exploração de um mapa com várias cidades e sistema de combate por turnos no maior estilo Dragon Quest - mas as coincidências com outros jogos do gênero param por aí. Além de ser contemporâneo, ou seja, se passar nos dias atuais, Earthbound apresenta uma história densa, por vezes confusa, mas com pitadas de humor e muitas referências à cultura pop, e ao próprio jogo.
O game começa parecendo um simples joguinho ingênuo com visual colorido. Mas à medida que se avança na história, percebe-se como ela é profunda e trata de temas incomuns, como conflitos psicológicos e problemas familiares, ao mesmo tempo que apresenta uma aventura psicodélica com hippies, monstros espaciais e pessoas com poderes sobrenaturais, sem falar da metalinguagem, como na placa onde se lê "Reunião para o planejamento de Earthbound 2".
A trama se passa em Onett, nos anos 90, e o personagem principal, Ness - aquele mesmo do Smash Bros - encontra uma criatura alienígena chamada Buzz Buzz perto de onde um meteoro caiu, e descobre que o ET veio de um futuro no qual Giygas domina todo o universo. Então Ness recebe a simples tarefa de embarcar numa viagem interdimensional para se fortalecer e derrotar o vilão antes que ele se torne invencível. Porém ao longo da história, vários outros arcos vão se desenvolvendo.
Diferente de outros RPGs, nos quais se consegue dinheiro através dos inimigos derrotados, em Earthbound a cada batalha vencida, o pai de Ness deposita dinheiro para ele, e é possível sacar essas quantias. Seu pai também é responsável por salvar o jogo através de ligações telefônicas. As dungeons do jogo são repletas de inimigos, mas também servem para explicar melhor alguns conflitos, como Magicant, um lugar que só existe na mente de Ness, e no qual ele enfrenta vários de seus traumas e revive memórias, tudo através de seu subconsciente.
Por essas e outras, Earthbound é tido por muitos como um dos melhores games do SNES, e de todos os tempos, apesar de não ser muito popular. Se algum dia você tiver a oportunidade de jogar esse clássico, não deixe passar!
Lançado em 1994 no Japão e no ano seguinte nas Américas, Earthbound é um jogo um tanto quanto obscuro, de uma série mais obscura ainda, conhecida no Japão como Mother - por influência da música de mesmo nome feita por John Lennon. Earthbound corresponde ao Mother 2, já que tanto o primeiro quanto o último jogo da trilogia não foram lançados no Ocidente, apesar das várias traduções de fãs espalhados na Internet.
Trata-se de um RPG com um time de personagens jogáveis, exploração de um mapa com várias cidades e sistema de combate por turnos no maior estilo Dragon Quest - mas as coincidências com outros jogos do gênero param por aí. Além de ser contemporâneo, ou seja, se passar nos dias atuais, Earthbound apresenta uma história densa, por vezes confusa, mas com pitadas de humor e muitas referências à cultura pop, e ao próprio jogo.
A trama se passa em Onett, nos anos 90, e o personagem principal, Ness - aquele mesmo do Smash Bros - encontra uma criatura alienígena chamada Buzz Buzz perto de onde um meteoro caiu, e descobre que o ET veio de um futuro no qual Giygas domina todo o universo. Então Ness recebe a simples tarefa de embarcar numa viagem interdimensional para se fortalecer e derrotar o vilão antes que ele se torne invencível. Porém ao longo da história, vários outros arcos vão se desenvolvendo.
Diferente de outros RPGs, nos quais se consegue dinheiro através dos inimigos derrotados, em Earthbound a cada batalha vencida, o pai de Ness deposita dinheiro para ele, e é possível sacar essas quantias. Seu pai também é responsável por salvar o jogo através de ligações telefônicas. As dungeons do jogo são repletas de inimigos, mas também servem para explicar melhor alguns conflitos, como Magicant, um lugar que só existe na mente de Ness, e no qual ele enfrenta vários de seus traumas e revive memórias, tudo através de seu subconsciente.
Por essas e outras, Earthbound é tido por muitos como um dos melhores games do SNES, e de todos os tempos, apesar de não ser muito popular. Se algum dia você tiver a oportunidade de jogar esse clássico, não deixe passar!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Perfil #7 - Koji Kondo
Hoje a sessão Perfil vai falar sobre um dos maiores compositores de trilhas sonoras de todos os tempos!
Não só com produtores, desenvolvedores e designers se faz um bom game, mas também com músicos. Afinal, as dublagens, efeitos e trilhas sonoras fazem com que o quesito som do jogo tome uma importância fundamental para a imersão e também ajudam a transmitir as emoções que o game proporciona ao jogador. Claro que tudo isso tem que ser supervisionado por um time competente, para que a sincronia entre a parte sonora e visual seja perfeita e a experiência do jogo seja maximizada.
Quando se fala em trilhas sonoras, algumas das mais lembradas são compostas por Koji Kondo. Ele ingressou na Nintendo em 1983, e compôs músicas para uma infinidade de jogos de NES, incluindo Super Mario Bros e The Legend of Zelda. Sim, todas aquelas melodias memoráveis que você se pega cantarolando de vez em quando foram compostas por esse cara!
Koji Kondo nasceu em Nagoya, em 13 de agosto de 1960, e estudou na Universidade de Arte de Osaka, e teve a sorte de ser chamado para trabalhar na Big N no último ano da faculdade. Ele, que sempre foi fã de arcades, já tinha alguma experiência com música - tocou numa banda de rock e jazz - e compôs pela primeira vez para Vs. Golf e Punch Out!!, ambos arcades.
Na época, seu trabalho era muito mais difícil, pois os jogos só comportavam quatro faixas de som, ou seja, quatro "instrumentos virtuais" ao mesmo tempo. Por exemplo, a percussão que marca o ritmo da música ocupa uma faixa. Se hoje em dia, é possível gravar músicas orquestradas como no caso de Zelda Skyward Sword, no primeiro Zelda fazer um arranjo era uma tarefa extremamente complexa.
Kondo trabalhou em vários outros games conhecidos, como Starfox, Super Mario Bros 2, 3, World, 64, Galaxy, Zelda Ocarina of Time, Twilight Princess, Pilotwings, Smash Bros, entre outros. Praticamente toda "masterpiece" da Nintendo tem músicas dele. E, quem diria, uma de suas principais influências é a banda Deep Purple. Ou seja, a musiquinha do Mario tem suas raízes no rock!
Um dos principais desafios da carreira de Koji Kondo foi em Ocarina of Time, quando ele teve que criar todas aquelas músicas com apenas cinco notas - ré, fá, lá, si e outro tom de ré - e ainda assim foram temas marcantes na série. Ele também disse que o alto falante do DS é bem menor que o de uma TV, portanto é mais difícil criar as linhas mais graves da música no portátil, mas segundo ele, o desafio torna tudo mais interessante na hora de compôr uma música.
Agora você já sabe em quem botar a culpa quando ficar com o tema do Mario na cabeça, certo? A culpa é de um dos gênios da gamemusic!
PS.: Esse post foi escrito ao som de músicas compostas por Koji Kondo!
Não só com produtores, desenvolvedores e designers se faz um bom game, mas também com músicos. Afinal, as dublagens, efeitos e trilhas sonoras fazem com que o quesito som do jogo tome uma importância fundamental para a imersão e também ajudam a transmitir as emoções que o game proporciona ao jogador. Claro que tudo isso tem que ser supervisionado por um time competente, para que a sincronia entre a parte sonora e visual seja perfeita e a experiência do jogo seja maximizada.
Quando se fala em trilhas sonoras, algumas das mais lembradas são compostas por Koji Kondo. Ele ingressou na Nintendo em 1983, e compôs músicas para uma infinidade de jogos de NES, incluindo Super Mario Bros e The Legend of Zelda. Sim, todas aquelas melodias memoráveis que você se pega cantarolando de vez em quando foram compostas por esse cara!
Koji Kondo nasceu em Nagoya, em 13 de agosto de 1960, e estudou na Universidade de Arte de Osaka, e teve a sorte de ser chamado para trabalhar na Big N no último ano da faculdade. Ele, que sempre foi fã de arcades, já tinha alguma experiência com música - tocou numa banda de rock e jazz - e compôs pela primeira vez para Vs. Golf e Punch Out!!, ambos arcades.
Na época, seu trabalho era muito mais difícil, pois os jogos só comportavam quatro faixas de som, ou seja, quatro "instrumentos virtuais" ao mesmo tempo. Por exemplo, a percussão que marca o ritmo da música ocupa uma faixa. Se hoje em dia, é possível gravar músicas orquestradas como no caso de Zelda Skyward Sword, no primeiro Zelda fazer um arranjo era uma tarefa extremamente complexa.
Kondo trabalhou em vários outros games conhecidos, como Starfox, Super Mario Bros 2, 3, World, 64, Galaxy, Zelda Ocarina of Time, Twilight Princess, Pilotwings, Smash Bros, entre outros. Praticamente toda "masterpiece" da Nintendo tem músicas dele. E, quem diria, uma de suas principais influências é a banda Deep Purple. Ou seja, a musiquinha do Mario tem suas raízes no rock!
Um dos principais desafios da carreira de Koji Kondo foi em Ocarina of Time, quando ele teve que criar todas aquelas músicas com apenas cinco notas - ré, fá, lá, si e outro tom de ré - e ainda assim foram temas marcantes na série. Ele também disse que o alto falante do DS é bem menor que o de uma TV, portanto é mais difícil criar as linhas mais graves da música no portátil, mas segundo ele, o desafio torna tudo mais interessante na hora de compôr uma música.
Agora você já sabe em quem botar a culpa quando ficar com o tema do Mario na cabeça, certo? A culpa é de um dos gênios da gamemusic!
PS.: Esse post foi escrito ao som de músicas compostas por Koji Kondo!
terça-feira, 15 de maio de 2012
Enfim, Diablo III foi lançado!
O Boteco Gamer não costuma falar muito sobre PC, mas dessa vez temos um motivo especial. Após mais de uma década de espera, um dos games mais aguardados de todos os tempos foi lançado. Diablo III chegou com tudo, bateu o recorde de pré-vendas no site da Amazon.com e entrou pros Trending Topics do twitter, sem falar em toda a expectativa por parte dos fãs.
Diablo III foi lançado simultaneamente no mundo inteiro, e por enquanto está à venda apenas no formato digital. A versão em mídia física será lançada somente no dia 7 de julho. Se você não aguenta esperar, pode adquirir o jogo por singelos R$99.
Se você não está por dentro do assunto do momento e não faz a menor ideia de que diablos é isso, o Boteco Gamer explica.Aliás, excelente trocadilho, hein? Diablo é um game da Blizzard, mesma produtora de outros jogos famosos de PC como World of Warcraft e Starcraft, que começou a ser desenvolvido em 2001 - não, você não leu errado - e foi lançado oficialmente hoje.
O game consiste num MMORPG de exploração de dungeons e sistema de combate em tempo real, misturando vários elementos de ação e RPG, com visão isométrica, cujo objetivo principal é derrotar o vilão que dá nome ao jogo. Você pode escolher uma classe para seu personagem, levando em conta os prós e contras de cada uma, e então partir para a pancadaria com hordas de monstros.
Um dos fatores pelos quais o game se tornou um sucesso desde o primeiro jogo, lançado em 96, é sua simplicidade. Muitos diriam que é superficial, mas Diablo é um game que qualquer pessoa pode jogar normalmente sem ter a menor afinidade, e mesmo assim vai conseguir. Afinal, o comando básico é só sair clicando em monstros como se não houvesse amanhã!
Ao longo do jogo, a dificuldade aumenta gradativamente, ao mesmo tempo que ele fica cada vez mais viciante, desde o primeiro calabouço até as profundezas do inferno. O game lida muito bem com a questão da dificuldade, e equilibra perfeitamente o desafio e a recompensa, pois os inimigos se tornam mais fortes, mas também deixam cair itens mais preciosos.
Diablo se tornou sinônimo de RPG de ação, assim como nos referimos a qualquer sandbox como um jogo "tipo GTA". A customização dos personagens também é um fator que aumenta muito a vida útil do game, e o torna mais viciante.
Agora, mais de uma década depois, a esperada continuação da série foi lançada. Só espero que Diablo 3 não siga os passos de Duke Nukem Forever, que demorou 15 anos para ser lançado e decepcionou a todos.
Diablo III foi lançado simultaneamente no mundo inteiro, e por enquanto está à venda apenas no formato digital. A versão em mídia física será lançada somente no dia 7 de julho. Se você não aguenta esperar, pode adquirir o jogo por singelos R$99.
Se você não está por dentro do assunto do momento e não faz a menor ideia de que diablos é isso, o Boteco Gamer explica.
Um dos fatores pelos quais o game se tornou um sucesso desde o primeiro jogo, lançado em 96, é sua simplicidade. Muitos diriam que é superficial, mas Diablo é um game que qualquer pessoa pode jogar normalmente sem ter a menor afinidade, e mesmo assim vai conseguir. Afinal, o comando básico é só sair clicando em monstros como se não houvesse amanhã!
Ao longo do jogo, a dificuldade aumenta gradativamente, ao mesmo tempo que ele fica cada vez mais viciante, desde o primeiro calabouço até as profundezas do inferno. O game lida muito bem com a questão da dificuldade, e equilibra perfeitamente o desafio e a recompensa, pois os inimigos se tornam mais fortes, mas também deixam cair itens mais preciosos.
Diablo se tornou sinônimo de RPG de ação, assim como nos referimos a qualquer sandbox como um jogo "tipo GTA". A customização dos personagens também é um fator que aumenta muito a vida útil do game, e o torna mais viciante.
Agora, mais de uma década depois, a esperada continuação da série foi lançada. Só espero que Diablo 3 não siga os passos de Duke Nukem Forever, que demorou 15 anos para ser lançado e decepcionou a todos.
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)





